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	<title>Museu de Arte Moderna da BahiaExposição | Museu de Arte Moderna da Bahia</title>
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		<title>Mostra Totais apresenta trajetória de grandes mestres das artes da Bahia</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2014 14:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eles são “artistas totais”! Juarez Paraíso, Riolan Coutinho, Rogério Duarte e Juraci Dórea, quatro mestres baianos cujas obras e trajetórias transcendem limites regionais e nacionais, encabeçam as mostras individuais que marcam a nova temporada da 3ª Bienal da Bahia. As exposições de Paraíso, Coutinho e Dórea têm abertura no dia 31 de julho, quinta-feira, às 18h. Já os trabalhos de Duarte ficam disponíveis para visitação a partir do dia 7 de agosto, quinta-feira, às 19h. Ambas acontecem no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). Rogério Duarte, um dos mentores do Tropicalismo, é conhecido não só como artista gráfico, criador de capas de discos para medalhões da MPB, mas também como um ativo pensador do cinema, da matemática e da geometria. “Ele tem pensado o mundo, do jogo de xadrez à música, e é autor de mais de 300 composições”, argumenta Marcelo Rezende; Juraci Dórea, ao contrário do que muitos pensam, não é só um artista que faz esculturas no sertão baiano, mas também um estudioso da museologia e das formas como a cultura baiana pode ser representada dentro desse espaço; e Juarez Paraíso não pode ser visto apenas como pintor e escultor, pois se envolveu com o ensino da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmostra-total-apresenta-trajetoria-de-tres-grandes-mestres-das-artes-da-bahia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Eles são “artistas totais”! Juarez Paraíso, Riolan Coutinho, Rogério Duarte e Juraci Dórea, quatro mestres baianos cujas obras e trajetórias transcendem limites regionais e nacionais, encabeçam as mostras individuais que marcam a nova temporada da 3ª Bienal da Bahia. As exposições de Paraíso, Coutinho e Dórea têm abertura no dia 31 de julho, quinta-feira, às 18h. Já os trabalhos de Duarte ficam disponíveis para visitação a partir do dia 7 de agosto, quinta-feira, às 19h. Ambas acontecem no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).</p>
<p>Rogério Duarte, um dos mentores do Tropicalismo, é conhecido não só como artista gráfico, criador de capas de discos para medalhões da MPB, mas também como um ativo pensador do cinema, da matemática e da geometria. “Ele tem pensado o mundo, do jogo de xadrez à música, e é autor de mais de 300 composições”, argumenta Marcelo Rezende; Juraci Dórea, ao contrário do que muitos pensam, não é só um artista que faz esculturas no sertão baiano, mas também um estudioso da museologia e das formas como a cultura baiana pode ser representada dentro desse espaço; e Juarez Paraíso não pode ser visto apenas como pintor e escultor, pois se envolveu com o ensino da arte, com questões sociais da Bahia, e até com a ficção científica.</p>
<p>Para o curador-chefe da Bienal, Rezende, “eles são artistas totais, no sentido de que não podem ser resumidos por apenas uma atividade”, define. Paraíso, Coutinho e Duarte vão expor no Casarão (os dois primeiros no térreo e o último no primeiro piso), enquanto Dórea ocupará a Capela do MAM-BA. O público confere a mostra Totais até o dia 7 de setembro.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><img class=" " alt="O artista Juarez Paraíso | Foto: Alfredo Mascarenhas" src="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/05/Captura2014-05-28-13h45m34s153.png" width="560" height="315" /><p class="wp-caption-text">O artista Juarez Paraíso | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p><strong>No Casarão</strong></p>
<p>As obras do pintor, gravador, desenhista, professor e crítico Juarez Paraíso estarão no térreo do Casarão do MAM-BA, seguindo três divisões de trabalhos. Na primeira parte, o destaque é a Cosmologia, tema que originou desenhos a bico de pena e gravuras. Livros de consulta do artista, clássicos do cinema, séries e xilogravuras também são reunidos neste segmento da exposição. Na segunda parte da mostra, Utopia e Distopia, são reunidos projetos públicos desenvolvidos ou concebidos por Paraíso para a cidade de Salvador, como a calçada da Praça da Sé, trabalhos no CAB – Centro Administrativo da Bahia, e ambientação do Cine Tupy. Na terceira divisão, <em>Ficção Científica/Erotismo Psicodélico</em> entram, além das notórias “cabeças” do criador, uma produção em Histórias em Quadrinhos, revistas da sua coleção e fotografias relacionadas com cosmologia e ficção científica. A mostra também conta com trabalhos do artista Riolan Coutinho, parceiro de Juarez na organização das primeira Bienal da Bahia.</p>
<p>Baiano de Arapiranga, Juarez Paraíso, aos 80 anos, retorna ao evento que ajudou a conceber e que teve primeiras edições em 1966 e 1968. Foi ao lado de Chico Liberato e Riolan Coutinho, com o apoio do Governo do Estado da Bahia, que o artista concretizou a Bienal da Bahia nos anos 1960, com o objetivo de descentralizar a produção artística no Brasil e, ao mesmo tempo, afirmar o diálogo do cenário baiano e nordestino com a cena artística do resto do país.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><img alt="O artista total Rogério Duarte | Foto: Fernando Vivas / Acervo Pessoal" src="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/07/rogerio-duarte.jpg" width="490" height="485" /><p class="wp-caption-text">O artista total Rogério Duarte | Foto: Fernando Vivas / Acervo Pessoal</p></div>
<p>Com 75 anos, Rogério Duarte, baiano de Ubaira, no Vale do Jequiriçá, é respeitado como um dos mentores do Tropicalismo. Designer gráfico, músico, poeta, professor e tradutor, Duarte foi uma peça importante na cena criativa do Rio de Janeiro da década de 1960, quando assinou capas de discos de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, João Gilberto e Jorge Ben. São dele também os pôsteres dos filmes de Glauber Rocha: <em>Deus e o Diabo na Terra do Sol</em> (1964), <em>Terra em Transe</em> (1967) e <em>A Idade da Terra</em> (1980). Perseguido e torturado pela ditadura militar, converteu-se ao movimento Hare Krishna.</p>
<p>Já no primeiro piso do Casarão, o projeto expositivo de Rogério Duarte segue o conceito de movimento no tempo e no espaço proposto pelo artista, reunindo gráficos (pôsteres de filmes, capas de discos, capas de livros, cartazes, logomarcas, esboços e estudos), revistas como Movimento, Navilouca, Flor do Mal, coleções (moedas, pedras, ossadas), o trabalho tridimensional Cúpula, torneio de xadrez, sessão de filmes sobre RD e apresentação de músicos interpretando composições do artista.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 577px"><a href="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/07/juraci-dorea.jpg"><img class=" " alt="" src="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/07/juraci-dorea.jpg" width="567" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">O artista total Juraci Dórea | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p><strong>Na Capela</strong></p>
<p>O público confere a exposição de Juraci Dórea, feirense de 70 anos. Além de obras representativas do seu trabalho, concebidas a partir da década de 1970 até a atualidade, a mostra conta com elementos referentes ao <em>Projeto Terra</em>, expedição artística itinerante que chegou à sua 50ª edição dentro da programação da 3ª Bienal da Bahia, refazendo trajetos realizados pelo artista no sertão do Estado, de Feira de Santana a Canudos. O projeto foca o homem sertanejo e sua cultura, caracterizando-se pelo “plantio” de esculturas feitas em couro e madeira ao longo do percurso.</p>
<p>Além das peças do autor, a mostra de Dórea conta com objetos pessoais como a sua coleção de livros e cadernos de anotações de trabalhos artísticos pensados e/ou produzidos. Em sua trajetória, o artista participou de diversas exposições no Brasil e no exterior, incluindo as Bienais de São Paulo (1987), Veneza (1988) e Havana (1989). É um dos realizadores mais engajados com o projeto curatorial da 3ª Bienal da Bahia, assinando inclusive a identidade visual do evento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>MOSTRA TOTAIS</em></p>
<p><strong>MAM (Museu de Arte Moderna da Bahia)</strong><br />
Exposição dos artistas Juarez Paraíso e Riolan Coutinho no térreo do Casarão do museu e Juraci Dórea na Capela.<br />
<strong>Abertura 31/07, às 18h</strong><br />
<strong>31/07 a 07/09</strong> (ter a sex, das 13h às 19h / sáb, dom e feriados, das 14h às 19h)</p>
<p>Rogério Duarte expõe no primeiro piso do Casarão do Museu de Arte Moderna<br />
<strong>Abertura 07/08, às 19h</strong><br />
<strong>07/08 a 07/09 </strong>(ter a sex, das 13h às 19h / sáb, dom e feriados, das 14h às 19h)</p>
<p>Solar do Unhão, Avenida Contorno, s/n°<br />
71 3117-6139 | bahiamam.org</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>MAM-BA e IPAC realizam segunda edição do curso de formação em Mediação Cultural</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2014 22:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Curso de Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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		<description><![CDATA[Inscrições abertas até 01/04! Mande seu currículo para: memoriaparque@gmail.com O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) abre inscrições a partir desta quinta-feira, 27, para mais uma edição do curso de formação em Mediação Cultural para o Projeto Memória Parque. O curso de formação acontece em decorrência da Exposição Memória Parque, que integra o projeto homônimo e as inscrições vão até o dia 01 de abril (terça-feira). Para participar, o currículo deve ser enviado para o e-mail: memoriaparque@gmail.com O curso acontece no MAM-BA de 07 a 11/04, das 9h às 12h e das 13h as 17h. Durante a formação em mediação cultural, será disponibilizada uma ajuda de custo para transporte e alimentação. Para o período da Exposição Memória Parque, o mediador precisará dispor de um turno e a remuneração é de R$ 600,00 com transporte incluso. A primeira edição do curso, que ocorreu no mês de fevereiro, com carga horária de 40 horas, utilizou como metodologia pedagógica a aplicação de aulas teóricas e visitas técnicas aos equipamentos culturais do Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (IPAC), ministrado pela arte-educadora Ana Rachel Schimiti e a museóloga Michele Pontes, mediadoras culturais do MAM-BA. Durante os encontros expositivos foram abordados temas como o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmam-ba-e-ipac-realizam-segunda-edicao-do-curso-de-formacao-em-mediacao-cultural%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p align="center"><i>Inscrições abertas até 01/04! Mande seu currículo para: <strong>memoriaparque@gmail.com</strong></i></p>
<p align="center"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/600x600-2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-10822" alt="600x600 2" src="/wp-content/uploads/2014/03/600x600-2.png" width="600" height="296" /></a></p>
<p>O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) abre inscrições a partir desta quinta-feira, 27, para mais uma edição do curso de formação em Mediação Cultural para o Projeto Memória Parque. O curso de formação acontece em decorrência da Exposição Memória Parque, que integra o projeto homônimo e as inscrições vão até o dia 01 de abril (terça-feira). Para participar, o currículo deve ser enviado para o e-mail: <strong>memoriaparque@gmail.com</strong></p>
<p>O curso acontece no MAM-BA de <b>07 a 11/04</b>, das <b>9h às 12h</b> e das <b>13h as 17h</b>. Durante a formação em mediação cultural, será disponibilizada uma ajuda de custo para transporte e alimentação. Para o período da Exposição Memória Parque, o mediador precisará dispor de um turno e a remuneração é de R$ 600,00 com transporte incluso.</p>
<p>A primeira edição do curso, que ocorreu no mês de fevereiro, com carga horária de 40 horas, utilizou como metodologia pedagógica a aplicação de aulas teóricas e visitas técnicas aos equipamentos culturais do Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (IPAC), ministrado pela arte-educadora Ana Rachel Schimiti e a museóloga Michele Pontes, mediadoras culturais do MAM-BA.</p>
<p>Durante os encontros expositivos foram abordados temas como o contexto histórico e social da Arte Moderna na Bahia, período designado por Antônio Risério como <em>avant gard</em>, o sítio arquitetônico, histórico e cultural do Solar do Unhão, a criação do Museu de Arte Moderna do Bahia, seu acervo, histórias e exposições em cartaz; o programa educacional de Anísio Teixeira, seu pensamento e ideologia para a Educação baiana e o pioneirismo do ensino integral no Brasil. E para fechar o programa o tema escolhido foram às práticas pedagógicas do Educador Paulo Freire a partir do livro referência ‘Pedagogia da Autonomia’.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Exposição Memória Parque</strong></p>
<p>A partir do programa de mediação cultural foi desenvolvido um projeto educativo para a exposição Memória Parque, que visa dar conta do espaço histórico e arquitetônico da Escola Parque. A exposição vai de<strong> 05 a 28 de maio</strong>, no Centro Educacional Carneiro Ribeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Exposição de Cecéu Evangelista traz &#8220;xilogravuras do cotidiano&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2014 17:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos William</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa]]></category>
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		<description><![CDATA[Sebastião Evangelista, mais conhecido como Cecéu &#8211; apelido que ganhou na infância &#8211; trabalha no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) há 33 anos.  Suas vivências no MAM-BA lhe renderam o aprendizado da xilogravura, técnica artística tradicional que utiliza a madeira entalhada como matriz para a reprodução de desenhos.  Atualmente, o gravurista comemora o aprendizado da técnica e vive em constante produção artística, sempre refletindo sobre o cotidiano. “Gosto de figuras humanas. De comunidade. Eu primeiro desenho no papel, após uma lembrança de alguma imagem que vi, aí depois vou entalhar a madeira”, diz o artista. Quando chegou ao museu, Cecéu trabalhava como auxiliar de serviços gerais. Após demonstrar muito interesse pela arte, especialmente pelas técnicas de gravura, passou a dar apoio aos professores que ministravam as Oficinas do MAM, no famoso Galpão localizado no museu. A partir daí ele começou o aprendizado, até apresentar sua primeira xilogravura ao cineasta e artista Chico Liberato, que na época era diretor do MAM-BA e foi seu primeiro incentivador.  E Cecéu não parou mais. Alguns trabalhos dele podem ser vistos até está sexta-feira, 28, no Foyer da Assembleia Legislativa da Bahia, no Centro Administrativo da Bahia (CAB). A exposição reúne 25 xilogravuras e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fexposicao-de-ceceu-evangelista-traz-xilogravuras-do-cotidiano%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p><b>Sebastião Evangelista</b>, mais conhecido como Cecéu &#8211; apelido que ganhou na infância &#8211; trabalha no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) há 33 anos.  Suas vivências no MAM-BA lhe renderam o aprendizado da xilogravura, técnica artística tradicional que utiliza a madeira entalhada como matriz para a reprodução de desenhos.  Atualmente, o gravurista comemora o aprendizado da técnica e vive em constante produção artística, sempre refletindo sobre o cotidiano. “Gosto de figuras humanas. De comunidade. Eu primeiro desenho no papel, após uma lembrança de alguma imagem que vi, aí depois vou entalhar a madeira”, diz o artista.</p>
<div id="attachment_10810" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/1441298_1398960757008589_1204786831_n.jpg"><img class=" wp-image-10810 " alt="Sebastião Evangelista, mais conhecido como Céceu." src="/wp-content/uploads/2014/03/1441298_1398960757008589_1204786831_n.jpg" width="576" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Cecéu é funcionário do MAM-BA há 33 anos. Foto: Jamile Souza</p></div>
<p>Quando chegou ao museu, Cecéu trabalhava como auxiliar de serviços gerais. Após demonstrar muito interesse pela arte, especialmente pelas técnicas de gravura, passou a dar apoio aos professores que ministravam as Oficinas do MAM, no famoso Galpão localizado no museu. A partir daí ele começou o aprendizado, até apresentar sua primeira xilogravura ao cineasta e artista Chico Liberato, que na época era diretor do MAM-BA e foi seu primeiro incentivador.  E Cecéu não parou mais.</p>
<p>Alguns trabalhos dele podem ser vistos até está sexta-feira, 28, no Foyer da Assembleia Legislativa da Bahia, no Centro Administrativo da Bahia (CAB). A exposição reúne 25 xilogravuras e 12 matrizes utilizadas no processo de criação. A visitação é gratuita e algumas obras estão disponíveis para a venda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_10811" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/10153187_601477533277316_462251608_n.jpg"><img class=" wp-image-10811 " alt="Exposição de Céceu no Foyer da Assembleia Legislativa da Bahia | Foto: Divulgação" src="/wp-content/uploads/2014/03/10153187_601477533277316_462251608_n.jpg" width="576" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição no Foyer da Assembleia Legislativa reúne 25 xilogravuras. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Cecéu prefere dizer que não caminhou sozinho e lembra de vários professores que ensinaram as técnicas de gravura e a estética do desenho, entre eles Márcia Magno, Guache, Márcia Abreu e Ray Viana. “Conheci todos os professores que passaram pelas Oficinas do MAM e aprendi um pouco com cada um. Teve também os professores estrangeiros, como um alemão, Michel, que me ensinou muito”, revela.</p>
<p>Em relação ao MAM-BA, o artista não titubeia: “o que me faz feliz é a convivência com as pessoas e o próprio local, pois o lugar onde o MAM está é muito especial. A relação com os artistas também me faz feliz”, complementa o gravurista.</p>
<p><strong>Exposição Cecéu Evangelista<br />
</strong><strong>Onde:</strong> Foyer da Assembleia Legislativa da Bahia (Centro Administrativo da Bahia &#8211; CAB)<br />
<strong>Quando:</strong> Até sexta-feira, 28<br />
<strong>Gratuito</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Exposição É Tropical, inclusive fica em cartaz até esta sexta</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2014 09:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[É Tropical]]></category>
		<category><![CDATA[Encerramento]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[gilberto freyre]]></category>
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		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
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		<category><![CDATA[tropicalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna encerra nesta sexta, 21, a exposição É Tropical, inclusive. A mostra, aberta dia 19 de dezembro, apresentou as obras do acervo do museu sob uma perspectiva climática e fez parte do programa A Sala do Diretor. A visitação é gratuita e acontece de 14 às 18 horas. O trópico é apenas uma linha, mas o signo da tropicalidade continua como um inesgotável mistério a ser explorado. Por isso, o MAM-BA escolheu visitar o seu acervo, guiado por uma leitura alternativa da relação entre o nosso clima e o nosso jeito – a Tropicologia. O termo nasce de uma observação do antropólogo pernambucano Gilberto Freyre, sobre a necessidade de criação de um campo de pesquisa dedicado a estudar a influência do clima tropical em nossa forma de viver. É tropical, inclusive tem seu título emprestado do ensaio Nordeste – publicado pelo antropólogo nos anos 1930 – e ocupou todo o casarão do MAM-BA com 25 obras de diferentes artistas, atuantes em um período da produção brasileira que começa na década de 1920 e vai até o início do século 21. Com trabalhos dos baianos Juraci Dórea e Juarez Paraíso – idealizador das duas primeiras edições da Bienal da Bahia, em 1966 e 1968 – a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fexposicao-e-tropical-inclusive-fica-em-cartaz-ate-esta-sexta%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<div id="attachment_9695" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="/wp-content/uploads/2013/12/visitantes.jpg"><img class=" wp-image-9695" alt="" src="/wp-content/uploads/2013/12/visitantes.jpg" width="518" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Thaís Seixas</p></div>
<p>O Museu de Arte Moderna encerra nesta sexta, 21, a exposição <em>É Tropical, inclusive</em>. A mostra, aberta dia 19 de dezembro, apresentou as obras do acervo do museu sob uma perspectiva climática e fez parte do programa A Sala do Diretor. A visitação é gratuita e acontece de 14 às 18 horas.</p>
<p>O trópico é apenas uma linha, mas o signo da tropicalidade continua como um inesgotável mistério a ser explorado. Por isso, o MAM-BA escolheu visitar o seu acervo, guiado por uma leitura alternativa da relação entre o nosso clima e o nosso jeito – a Tropicologia. O termo nasce de uma observação do antropólogo pernambucano Gilberto Freyre, sobre a necessidade de criação de um campo de pesquisa dedicado a estudar a influência do clima tropical em nossa forma de viver.</p>
<p><i>É tropical, inclusive</i> tem seu título emprestado do ensaio <i>Nordeste</i> – publicado pelo antropólogo nos anos 1930 – e ocupou todo o casarão do MAM-BA com 25 obras de diferentes artistas, atuantes em um período da produção brasileira que começa na década de 1920 e vai até o início do século 21.</p>
<p>Com trabalhos dos baianos Juraci Dórea e Juarez Paraíso – idealizador das duas primeiras edições da Bienal da Bahia, em 1966 e 1968 – a mostra apresentou também obras de Tomie Ohtake e Tarsila do Amaral. Também estiveram presentes na exposição trabalhos de Mestre Didi e Rubem Valentim, que se relacionam com produções de J. Cunha – conhecido também pelo trabalho visual que desenvolve com o bloco Ilê Aiyê –, além do artista paranaense Lênio Braga, que apresentou uma obra produzida durante a 2ª Bienal da Bahia, em 1968, e de Flávio de Carvalho, um dos grandes nomes da geração modernista brasileira.</p>
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		<title>Mostra “É Tropical, inclusive” é aberta no MAM-BA</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2013 23:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thaís Seixas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[É tropical, inclusive, reunir na mesma exposição obras de 15 significativos artistas, entre eles Tarsila do Amaral, Juarez Paraíso, Juraci Dórea, Tomie Ohtake, Mestre Didi, Rubem Valentim, Flávio de Carvalho, Antônio Rebouças e Lênio Braga, todas elas pertencentes ao acervo do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). É tropical, inclusive, se inspirar na retórica do antropólogo brasileiro Gilberto Freyre para dar nome à exposição que foi aberta na noite desta quinta-feira, 19, no Casarão do MAM-BA. A explicação está contextualizada na década de 1970 quando, durante uma entrevista, Freyre foi questionado: “O senhor é a favor do palavrão?”. A resposta não foi nem ‘sim’ nem ‘não’, mas “Ah, sem dúvida alguma. É insubstituível. É tropical, inclusive”. Com 23 obras espalhadas pelos dois pisos do principal espaço expositivo do MAM-BA, É tropical, inclusive tem seu título emprestado do ensaio Nordeste – publicado por Freyre nos anos 1930 – e revisita o acervo do museu sob uma perspectiva climática, procurando identificar no percurso da arte brasileira da segunda metade do século 20 o sentimento da tropicalidade comentado pelo antropólogo. A mostra permanece aberta à visitação gratuita até 18 de março, de terça a sexta-feira, das 13h às 18h. (Re)abertura – A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmostra-e-tropical-inclusive-e-aberta-no-mam-ba%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>É tropical, inclusive, reunir na mesma exposição obras de 15 significativos artistas, entre eles Tarsila do Amaral, Juarez Paraíso, Juraci Dórea, Tomie Ohtake, Mestre Didi, Rubem Valentim, Flávio de Carvalho, Antônio Rebouças e Lênio Braga, todas elas pertencentes ao acervo do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).</p>
<p>É tropical, inclusive, se inspirar na retórica do antropólogo brasileiro Gilberto Freyre para dar nome à exposição que foi aberta na noite desta quinta-feira, 19, no Casarão do MAM-BA. A explicação está contextualizada na década de 1970 quando, durante uma entrevista, Freyre foi questionado: “O senhor é a favor do palavrão?”. A resposta não foi nem ‘sim’ nem ‘não’, mas “Ah, sem dúvida alguma. É insubstituível. É tropical, inclusive”.</p>
<div id="attachment_9695" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2013/12/visitantes.jpg"><img class=" wp-image-9695  " alt="Visitantes conferem diversidade de obras que compõem a mostra" src="/wp-content/uploads/2013/12/visitantes-1024x681.jpg" width="614" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Visitantes conferem diversidade de obras que compõem a mostra | Foto por Blenda Tourinho</p></div>
<p>Com 23 obras espalhadas pelos dois pisos do principal espaço expositivo do MAM-BA,<em> É tropical, inclusive</em> tem seu título emprestado do ensaio Nordeste – publicado por Freyre nos anos 1930 – e revisita o acervo do museu sob uma perspectiva climática, procurando identificar no percurso da arte brasileira da segunda metade do século 20 o sentimento da tropicalidade comentado pelo antropólogo. A mostra permanece aberta à visitação gratuita até 18 de março, de terça a sexta-feira, das 13h às 18h.</p>
<p><strong>(Re)abertura –</strong> A abertura é da exposição, mas o mesmo evento marca a reabertura do 1ª andar do Casarão, que estava fechado em uma das etapas da reforma arquitetônica do museu. A instalação que se encontra neste pavimento – inúmeras plantas e um telescópio por meio do qual o visitante pode contemplar a natureza – chama o público a participar e contribuir com a obra.</p>
<p>“Desde que eu assumi a direção do MAM-BA, esta é a primeira vez que nós temos condições de abrir o espaço. Para agregar ainda mais valor a este acontecimento, nós estamos pedindo para as pessoas trazerem suas plantas, que vão fazer parte da exposição”, explica o diretor Marcelo Rezende.</p>
<div id="attachment_9696" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2013/12/fernando.jpg"><img class=" wp-image-9696  " alt="Fernando Carneiro avalia um dos trabalhos de Mestre Didi" src="/wp-content/uploads/2013/12/fernando-1024x721.jpg" width="614" height="433" /></a><p class="wp-caption-text">Fernando Carneiro avalia um dos trabalhos de Mestre Didi | Foto por Blenda Tourinho</p></div>
<p>A diversidade das obras foi uma das características mais marcantes da exposição para o militar Fernando Carneiro, que realizava a visita com a esposa. “Eu vim especificamente para ver as obras de Mestre Didi, que havia visto somente nos livros. Quanto ao conjunto, a mostra traz uma grande diversidade. Esta é uma ótima oportunidade para o público baiano apreciar peças recuperadas, em ótimo estado de conservação e com riqueza de detalhes”, revela.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.570493019694371.1073741884.160224184054592&amp;type=1&amp;l=9e495af327" target="_blank">Veja mais fotos da abertura da exposição clicando aqui!</a></p>
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		<title>MAM-BA apresenta exposição É tropical, inclusive</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Dec 2013 16:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Abertura]]></category>
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		<description><![CDATA[Museu revisita obras de seu acervo e promove nova leitura de termo criado pelo antropólogo Gilberto Freyre   No mês de dezembro, quando o verão finalmente chega à Bahia, o Museu de Arte Moderna escolhe apresentar as obras de seu acervo sob uma perspectiva climática, com a exposição É tropical, inclusive. A mostra faz parte do programa A Sala do Diretor e será aberta no dia 19 de dezembro, às 19h. A visitação segue até 18 de março, de terça a sexta-feira, das 13h às 18h. O trópico é apenas uma linha, mas o signo da tropicalidade continua como um inesgotável mistério a ser explorado. Por isso, o MAM-BA escolheu visitar o seu acervo, guiado por uma leitura alternativa da relação entre o nosso clima e o nosso jeito – a Tropicologia. O termo nasce de uma observação do antropólogo pernambucano Gilberto Freyre, sobre a necessidade de criação de um campo de pesquisa dedicado a estudar a influência do clima tropical em nossa forma de viver. É tropical, inclusive tem seu título emprestado do ensaio Nordeste – publicado pelo antropólogo nos anos 1930 – e ocupa todo o casarão do MAM-BA com 25 obras de diferentes artistas, atuantes em um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmam-ba-apresenta-exposicao-e-tropical-inclusive%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p align="center"><i>Museu revisita obras de seu acervo e promove nova leitura de termo criado pelo antropólogo Gilberto Freyre</i></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="/wp-content/uploads/2013/12/convite-virtual.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-9567" alt="" src="/wp-content/uploads/2013/12/convite-virtual.jpg" width="541" height="855" /></a></p>
<p>No mês de dezembro, quando o verão finalmente chega à Bahia, o Museu de Arte Moderna escolhe apresentar as obras de seu acervo sob uma perspectiva climática, com a exposição <i>É tropical, inclusive</i>. A mostra faz parte do programa A Sala do Diretor e será aberta no dia 19 de dezembro, às 19h. A visitação segue até 18 de março, de terça a sexta-feira, das 13h às 18h.</p>
<p>O trópico é apenas uma linha, mas o signo da tropicalidade continua como um inesgotável mistério a ser explorado. Por isso, o MAM-BA escolheu visitar o seu acervo, guiado por uma leitura alternativa da relação entre o nosso clima e o nosso jeito – a Tropicologia. O termo nasce de uma observação do antropólogo pernambucano Gilberto Freyre, sobre a necessidade de criação de um campo de pesquisa dedicado a estudar a influência do clima tropical em nossa forma de viver.</p>
<p><i>É tropical, inclusive</i> tem seu título emprestado do ensaio <i>Nordeste</i> – publicado pelo antropólogo nos anos 1930 – e ocupa todo o casarão do MAM-BA com 25 obras de diferentes artistas, atuantes em um período da produção brasileira que começa na década de 1920 e vai até o início do século 21.</p>
<p>Com trabalhos dos baianos Juraci Dórea e Juarez Paraíso – idealizador das duas primeiras edições da Bienal da Bahia, em 1966 e 1968 – a mostra apresenta também obras de Tomie Ohtake e Tarsila do Amaral. A experiência proposta pela exposição também marca a abertura do primeiro andar do Casarão – principal espaço expositivo do museu – após a primeira fase da reforma. Revertido em seu aspecto rústico original para o início do processo de requalificação, o espaço será reaberto com uma aparência semelhante à de 50 anos atrás, quando o MAM-BA foi implantado no Solar do Unhão, sob a direção da arquiteta italiana Lina Bo Bardi.</p>
<p>Também estão presentes na exposição trabalhos de Mestre Didi e Rubem Valentim, que se relacionam com produções de J. Cunha – conhecido também pelo trabalho visual que desenvolve com o bloco Ilê Aiyê –, além do artista paranaense Lênio Braga, que apresenta uma obra produzida durante a 2ª Bienal da Bahia, em 1968, e de Flávio de Carvalho, um dos grandes nomes da geração modernista brasileira.</p>
<p>Para o diretor do MAM-BA e idealizador da mostra, Marcelo Rezende, o desafio está em enxergar as relações do acervo e pensar uma tropicologia da produção artística. “Mais do que representar uma iconografia ou determinadas escolhas estéticas, o resultado proposto também busca representar uma lógica, uma maneira de lidar, de absorver e jogar com a experiência tropical”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Exposição <i>É tropical, inclusive</i></b><br />
<b>Abertura:</b> 19 de dezembro, às 19h<br />
<b>Onde</b>: Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA)<br />
<b>Visitação</b>: até 18 de março de 2014<br />
<b>Gratuita</b></p>
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		<title>Obras do artista Gaio se relacionam com espaços do MAM-BA</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Aug 2013 19:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jamile Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artista]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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		<description><![CDATA[As obras Arquibancada e Céu de Lina se encaixam com naturalidade na exposição Tupy Todos os Dias, em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) até 1º de setembro. Esta é uma afirmação do próprio criador das obras, o artista baiano Gaio, para quem elas possuem uma característica em comum. “As obras são um elo com a mostra e trabalham em cima da topografia do MAM-BA. Tanto a árvore no Pátio das Mangueiras [Céu de Lina] quanto os degraus em frente à Capela [Arquibancada] são matérias-primas para a atualização ou a construção de novos lugares de trânsito”, revela. Segundo ele, além de explorarem a relação com o ambiente, os trabalhos são definidos como site specific, por terem sido elaboradas especialmente para o espaço do museu. Para isto, o artista examinou todas as dimensões do local, como o desenho, a arquitetura e o fluxo diário de visitantes. Para Gaio, suas obras se relacionam com a arte ambiental e dialogam com a comunicação e a arte contemporânea. “Os trabalhos apresentados se enquadram no conceito de arte ambiental, mas não possuem a finalidade de apontar nem panfletar questões de preservação do meio ambiente. São instalações que sinalizam uma tendência da produção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fobras-do-artista-gaio-se-relacionam-com-espacos-do-mam-ba%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>As obras Arquibancada e Céu de Lina se encaixam com naturalidade na exposição Tupy Todos os Dias, em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) até 1º de setembro. Esta é uma afirmação do próprio criador das obras, o artista baiano Gaio, para quem elas possuem uma característica em comum.</p>
<p>“As obras são um elo com a mostra e trabalham em cima da topografia do MAM-BA. Tanto a árvore no Pátio das Mangueiras [Céu de Lina] quanto os degraus em frente à Capela [Arquibancada] são matérias-primas para a atualização ou a construção de novos lugares de trânsito”, revela. Segundo ele, além de explorarem a relação com o ambiente, os trabalhos são definidos como <em>site specific</em>, por terem sido elaboradas especialmente para o espaço do museu. Para isto, o artista examinou todas as dimensões do local, como o desenho, a arquitetura e o fluxo diário de visitantes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/2013/08/gaio.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7991" alt="Gaio" src="/wp-content/uploads/2013/08/gaio.jpg" width="746" height="560" /></a></p>
<p>Para Gaio, suas obras se relacionam com a arte ambiental e dialogam com a comunicação e a arte contemporânea. “Os trabalhos apresentados se enquadram no conceito de arte ambiental, mas não possuem a finalidade de apontar nem panfletar questões de preservação do meio ambiente. São instalações que sinalizam uma tendência da produção contemporânea de se voltar para o espaço, incorporando-o à obra e/ou transformando-o, seja ele uma galeria, o ambiente natural ou áreas urbanas”, esclarece.</p>
<p>A inspiração para produção da obra “Céu de Lina”, [instalação em uma das árvores do Pátio das Mangueiras] é a própria arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, fundadora e primeira diretora do MAM-BA. “É uma referência à escada projetada por ela para o casarão e também a ideia de que um museu não pode ser uma instituição estática, um ponto fixo para onde as coisas naturalmente convergem. Ele deve apontar outras direções e a construção de uma arquitetura progressista e associada a um mundo mais amplo e menos previsível”, diz.</p>
<div id="attachment_8000" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="/wp-content/uploads/2013/08/Fotos-por-Luma-Magalhães-5-1.jpg"><img class="wp-image-8000   " alt="Fotos por Luma Magalhães (5) (1)" src="/wp-content/uploads/2013/08/Fotos-por-Luma-Magalhães-5-1-1024x682.jpg" width="590" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Inspiração para obra “Céu de Lina” foi a própria arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi. Foto: Luma Magalhães</p></div>
<p><strong>O artista</strong> – Um dos artistas mais reconhecidos da nova geração baiana, Gaio participou de importantes mostras nacionais e internacionais, inclusive da 3ª Bienal do Mercosul (2004). Ele ressalta que o interesse e curiosidade pelos espaços urbanos e plantas arquitetônicas que marcam seu trabalho surgiram ainda na infância, quando colecionava as plantas baixas de apartamentos à venda, achados em anúncios e periódicos. “Sentia-me atraído pelo desenho. Inquietava-me especialmente com a malha labiríntica que se formava com as portas e paredes, a partir do projeto arquitetônico, e me perdia inventando moradores e situações diversas pelos cômodos”, revela.</p>
<p>Ao iniciar o curso de arquitetura e urbanismo, Gaio aprofundou seu contato com a espacialidade. Entretanto, foi quando abandonou a profissão e passou a se dedicar às artes visuais, que sua relação com a planta arquitetônica voltou a ter um olhar mais territorial e humanizado. “Comecei a entender o espaço como um campo aberto de experiências sociais múltiplas, ocupado pela instabilidade de acontecimentos e ações temporárias e imprevisíveis em oposição à segurança e estabilidade do espaço do construído. Assim, tomei consciência das diferenças entre o espaço estriado e construído e o espaço liso e aberto das ruas”.</p>
<p>Gaio é mestre em artes visuais pela Escola de Belas Artes da UFBA e professor da Universidade Federal do Recôncavo Baiano. Já realizou mostras individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Fez residência artística no Harmony Art Foundation, em Mumbay, Índia; na Cité des Arts, Paris, França; em Maeseille, na França. Foi premiado diversas vezes, entre as quais com prêmio Residência do 14º Salão da Bahia; Prêmio Aquisição Temporada de Projetos São Paulo; Projéteis de Artes Visuais, Funarte, Rio de Janeiro; Prêmio Manuel Quirino, Salvador (BA) e Prêmio Braskem de Cultura e Arte, Salvador (BA).</p>
<p><strong>A mostra –</strong> Tupy Todos os Dias retorna às propostas artísticas de Juarez Paraíso, transversalizando urbanidade, arte e cultura popular em um território que busca endereçar a relação entre arte e cotidiano. É a segunda exposição a integrar o projeto A Sala do Diretor – que possibilita ao público e à comunidade artística utilizar o local de trabalho da direção como mais um espaço expositivo.</p>
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		<title>IAT e MAM ampliam suas ações educacionais</title>
		<link>http://bahiamam.org/iat-e-mam-ampliam-suas-acoes-educacionais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=iat-e-mam-ampliam-suas-acoes-educacionais</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2013 18:54:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Conversas]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Gratuito]]></category>

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		<description><![CDATA[Na segunda edição da newsletter do Instituto Anísio Teixeira, Plugado, o destaque foi para uma entrevista realizada com o diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), Marcelo Rezende. Confira abaixo: O curador, escritor e jornalista paulista Marcelo Rezende assumiu a direção do Museu de Arte Moderna da Bahia – MAM no início de 2013. Antes disso, Marcelo trabalhou nas revistas Bravo e Cult, no jornal Folha de São Paulo e fez curadoria de várias exposições. Em passagem pelo IAT para participar do Ciclo de Conversa sobre a Cidade, uma das atividades da exposição Esquizópolis em parceira com o IAT, Marcelo falou com exclusividade para a Unidade de Comunicação do instituto, dentre outras coisas, sobre o papel da educação, da arte e da cultura na sociedade e do MAM para o Estado. Como tem sido a relação do MAM com o IAT?- O MAM e o IAT, na verdade, passaram a criar uma relação de proximidade nos últimos meses, motivado pelo desejo de expansão do campo de ação do museu e pela ampliação de suas ações educacionais. As primeiras experiências têm sido ótimas e promissoras. Na programação do museu, há uma preocupação com projetos voltados para a escola pública [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fiat-e-mam-ampliam-suas-acoes-educacionais%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/2013/07/Palestra-IAT.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7770" alt="Palestra IAT" src="/wp-content/uploads/2013/07/Palestra-IAT.jpg" width="580" height="387" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na segunda edição da newsletter do <a href="http://educadores.educacao.ba.gov.br/" target="_blank"><strong>Instituto Anísio Teixeira</strong></a>, Plugado, o destaque foi para uma entrevista realizada com o diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), Marcelo Rezende. Confira abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">O curador, escritor e jornalista paulista Marcelo Rezende assumiu a direção do Museu de Arte Moderna da Bahia – MAM no início de 2013. Antes disso, Marcelo trabalhou nas revistas Bravo e Cult, no jornal Folha de São Paulo e fez curadoria de várias exposições. Em passagem pelo IAT para participar do Ciclo de Conversa sobre a Cidade, uma das atividades da exposição Esquizópolis em parceira com o IAT, Marcelo falou com exclusividade para a Unidade de Comunicação do instituto, dentre outras coisas, sobre o papel da educação, da arte e da cultura na sociedade e do MAM para o Estado.</p>
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<td valign="top" bgcolor="#d2d2d2">
<div><span style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><b>Como tem sido a relação do MAM com o IAT?</b></span><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">- O MAM e o IAT, na verdade, passaram a criar uma relação de proximidade nos últimos meses, motivado pelo desejo de expansão do campo de ação do museu e pela ampliação de suas ações educacionais. As primeiras experiências têm sido ótimas e promissoras.</span></p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#D2D2D2">
<div><span style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><b>Na programação do museu, há uma preocupação com projetos voltados para a escola pública do Estado?</b></span><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">- A política do MAM tem sido a de criar diferentes (e novas) interfaces com a sociedade. E, então, estabelecer um programa educacional e formativo a partir das relações entre arte, cultura e sociedade. A atuação junto ao corpo de alunos e professores e a criação de novas formas de diálogo são elementos essenciais para esse novo papel que o museu procura: estar presente e atuante junto à sociedade</span></p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" valign="top" bgcolor="#D2D2D2">
<div><span style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><b>Qual o papel da arte na educação?</b></span><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">- A arte tem um papel político e social civilizatório, porque ela não está ausente da vida e da experiência cotidiana.</span></p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#D2D2D2"><span style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><b>Qual a função de um museu em tempos tão virtuais?</b></span><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">- É estar atuante e vivo na sociedade, e não apenas eletronicamente.</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#D2D2D2">
<div><span style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><b>Qual o papel do MAM para a cidade de Salvador?</b></span><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">- O MAM é um patrimônio, também imaterial. Na história de sua criação estão contidos formatos e ideias que sempre procuraram uma interação entre arte popular e erudita, exposições e ações. Ele é também um centro de conhecimento e um dispositivo cultural apto a trabalhar diferentes linguagens. Não apenas para Salvador, mas para toda a Bahia, o museu é um ponto de encontro entre vários aspectos da cultura baiana e uma plataforma de relações entre o Brasil e o mundo.</span></p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><b>*O Ciclo de Conversa sobre a Cidade aconteceu no dia 19 de julho de 2013.</b></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Mostra Lunar é prorrogada e segue em cartaz até 25 de agosto</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2013 18:12:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Composta por obras de 11 fotógrafos que pensam seus registros a partir da experiência e da perspectiva baiana, a exposição Lunar – Fotografia na Bahia Agora estende sua temporada na Galeria Solar Ferrão, no Pelourinho, e fica aberta à visitação até o dia 25 de agosto. A mostra traz 18 trabalhos que possuem diferentes versões de uma realidade que se descola para além do tempo presente, localizando um mundo e uma Bahia libertos da repetição incessante de suas próprias imagens. Com entrada gratuita, Lunar tem curadoria do Museu de Arte Moderna da Bahia.   Os visitantes poderão conhecer trabalhos fotográficos de Alex Oliveira, Bianca Portugal, Fernanda Sanjuan, Ivã Coelho, Karla Rubia, Lia Cunha, Nicolas Soares, Patrícia Almeida, Rogério Ferrari, Sabrina Pestana e Valeria Simões. Os expositores utilizaram técnicas digitais, analógicas, bem como outros meios, a exemplo de Polaroid e pinhole, para apresentar a fotografia como arte contemporânea, que vai além do registro da imagem e se torna documento histórico que reflete as impressões da sociedade. Com atuação de destaque no cenário atual da fotografia baiana, os artistas que participam de Lunar abordam os mais diversos temas, a exemplo da solidão, melancolia e as relações entre tempo e espaço. A Galeria Solar Ferrão fica na Rua Gregório [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmostra-lunar-e-prorrogada-e-segue-em-cartaz-ate-25-de-agosto%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<div id="attachment_7758" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2013/07/1040181_635415499821656_1075713023_o.jpg"><img class=" wp-image-7758 " alt="Na foto, Bianca Portugal e sua fotografia exposta no Solar Ferrão" src="/wp-content/uploads/2013/07/1040181_635415499821656_1075713023_o-1024x680.jpg" width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Na foto, Bianca Portugal e sua fotografia exposta no Solar Ferrão</p></div>
<p style="text-align: justify;">Composta por obras de 11 fotógrafos que pensam seus registros a partir da experiência e da perspectiva baiana, a exposição <b>Lunar – Fotografia na Bahia Agora </b>estende sua temporada na Galeria Solar Ferrão, no Pelourinho, e fica aberta à visitação até o dia 25 de agosto. A mostra traz 18 trabalhos que possuem diferentes versões de uma realidade que se descola para além do tempo presente, localizando um mundo e uma Bahia libertos da repetição incessante de suas próprias imagens. Com entrada gratuita, <b>Lunar</b> tem curadoria do Museu de Arte Moderna da Bahia.  <b></b></p>
<p style="text-align: justify;">Os visitantes poderão conhecer trabalhos fotográficos de Alex Oliveira, Bianca Portugal, Fernanda Sanjuan, Ivã Coelho, Karla Rubia, Lia Cunha, Nicolas Soares, Patrícia Almeida, Rogério Ferrari, Sabrina Pestana e Valeria Simões. Os expositores utilizaram técnicas digitais, analógicas, bem como outros meios, a exemplo de Polaroid e pinhole, para apresentar a fotografia como arte contemporânea, que vai além do registro da imagem e se torna documento histórico que reflete as impressões da sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Com atuação de destaque no cenário atual da fotografia baiana, os artistas que participam de <b>Lunar</b> abordam os mais diversos temas, a exemplo da solidão, melancolia e as relações entre tempo e espaço. A Galeria Solar Ferrão fica na Rua Gregório de Mattos, nº 45, Pelourinho. O espaço funciona de terça a sexta, de 12h as 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Prorrogação da Exposição Lunar – Fotografia na Bahia Agora</strong></p>
<p><b>Onde</b>: Galeria Solar Ferrão, Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho. Tel (71) 3116-6743.</p>
<p><b>Quando</b>: até 25 de agosto. Terça a sexta, de 12h as 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.</p>
<p><b>Realização</b>: Solar Ferrão / MAM-BA / DIMUS / IPAC / <wbr />SECULT-BA</p>
<p><b>Gratuito</b></p>
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		<title>Equipe do projeto Sensorium dialoga com público no MAM-BA</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jul 2013 19:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jamile Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artista]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema do MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Palestra]]></category>
		<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema do MAM]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Gratuito]]></category>

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		<description><![CDATA[No último sábado (20), após a abertura da mostra Sensorium: do mar para o rio. Arte, Ciência e Tecnologia, aconteceu no Cinema do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) um debate, em formato de conversa pública, entre os curadores da exposição, Karla Brunet e Danillo Barata, os artistas-programadores que fizeram parte da metodologia do projeto, Toni Oliveira, Paulo Alcântara e Carlos Lentini e o público sobre o processo de desenvolvimento da exposição. Sensorium reúne as obras resultantes do projeto de arte digital de mesmo nome, que interagiu com o meio ambiente, pessoas e comunidades nas cidades de Salvador e Cachoeira a partir da criação de um dispositivo artístico-sensorial. A mostra é um relato de viagem, das intervenções feitas, do trajeto percorrido do mar para o rio Paraguaçu, entre a capital e a cidade do Recôncavo da Bahia, em busca de comunicar as sensações vividas durante o trabalho. A exposição é composta por obras dos 29 componentes que fizeram parte do projeto: o dispositivo móvel em si, o making off do dispositivo, a documentação das ações na comunidade e a visualização dos dados, através de simulação em 3D da viagem de barco, fotos, videoinstalação, mapas, cartazes e infográficos. Segundo Karla Brunet, idealizadora do projeto e coordenadora do Grupo Ecoarte &#8211; IHAC/UFBA, “queremos lograr a compreensão dos conteúdos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fequipe-do-projeto-sensorium-dialoga-com-publico-no-mam-ba%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/2013/07/Abertura-Sensorium00007.png"><img class="aligncenter  wp-image-7721" alt="Abertura - Sensorium00007" src="/wp-content/uploads/2013/07/Abertura-Sensorium00007-1024x576.png" width="553" height="311" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No último sábado (20), após a abertura da mostra <strong>Sensorium: do mar para o rio. Arte, Ciência e Tecnologia</strong>, aconteceu no Cinema do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) um debate, em formato de conversa pública, entre os curadores da exposição, Karla Brunet e Danillo Barata, os artistas-programadores que fizeram parte da metodologia do projeto, Toni Oliveira, Paulo Alcântara e Carlos Lentini e o público sobre o processo de desenvolvimento da exposição.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sensorium</strong> reúne as obras resultantes do projeto de arte digital de mesmo nome, que interagiu com o meio ambiente, pessoas e comunidades nas cidades de Salvador e Cachoeira a partir da criação de um dispositivo artístico-sensorial. A mostra é um relato de viagem, das intervenções feitas, do trajeto percorrido do mar para o rio Paraguaçu, entre a capital e a cidade do Recôncavo da Bahia, em busca de comunicar as sensações vividas durante o trabalho. A exposição é composta por obras dos 29 componentes que fizeram parte do projeto: o dispositivo móvel em si, o making off do dispositivo, a documentação das ações na comunidade e a visualização dos dados, através de simulação em 3D da viagem de barco, fotos, videoinstalação, mapas, cartazes e infográficos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Karla Brunet, idealizadora do projeto e coordenadora do Grupo Ecoarte &#8211; IHAC/UFBA, “queremos lograr a compreensão dos conteúdos e reflexão sobre o cuidado com o meio ambiente, a sensibilidade dos visitantes, fazê-los sentir-se parte, construir uma ponte entre a cidade, o mar, o rio e cada uma das pessoas que visitarem a exposição. Vamos exibir os espaços emotivos, saudades e amor pelos lugares”, afirma a curadora.</p>
<div id="attachment_7740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><a href="/wp-content/uploads/2013/07/007_palestra-arte1.jpg"><img class=" wp-image-7740 " alt="007_palestra-arte" src="/wp-content/uploads/2013/07/007_palestra-arte1.jpg" width="580" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">Karla Brunet curadora da Exposição Sensorium.</p></div>
<p style="text-align: justify;">“A mensagem para o visitante é que todos nós moramos em uma terra viva, que tem fluxo, um sistema orgânico de desenvolvimento da vida. Tecnologia, arte e meio ambiente podem ter com certeza relação”, completa a pesquisadora, que se diz uma apaixonada pelo mar e que tem ele como objeto de estudo e a cartografia como inquietação artística. Ao ser questionada sobre o fato da exposição estar no MAM-BA e se há uma influência da arte contemporânea, ela revela que “a escolha do museu para exposição é muito mais pela proximidade do mar, pelo cheiro do mar. As pessoas podem sentir o cheiro do mar da Baía de Todos os Santos e depois entrar na exposição e senti-la.”</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto <strong>Sensorium: do mar para o rio</strong> foi contemplado pelo edital Culturas Digitais 2012, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, através de sua Assessoria Especial em Culturas Digitais e Juventude, e reuniu uma equipe diversificada e multidisciplinar, composta por profissionais, professores, estudantes e artistas que subverteram práticas de engenharia, física e química e, de modo artesanal/artístico, experimentaram maneiras de concretizar um aparelho para medir dados relativos à qualidade da água e do ar. Todo o projeto contou com a participação do professor e pós-doutor em Oceanografia Física e Meteorologia, Carlos Lentini, que contou “que os números traduziram os registros do processo em imagens e formas de visualização.”</p>
<p style="text-align: justify;">Os envolvidos no projeto apresentam larga experiência no desenvolvimento de dispositivos DIY (Do It Yourself, o emblemático preceito empreendedor do &#8220;faça você mesmo&#8221;, nascido com o movimento punk da década de 1970) e priorizaram o uso de tecnologias (software e hardware) livres e a facilidade operacional. A concepção teve como fundamento a capacidade de amplo acesso do público, com a intenção de que pessoas não ligadas à pesquisa científica pudessem experimentar o dispositivo produzido e compreender os conteúdos por ele gerados, ao vivo e pela internet: todas as descobertas foram e continuam sendo compartilhadas no site do <a href="http://www.ecoarte.info" target="_blank">Grupo Ecoarte</a>. Para o videoartista, doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP e professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB, Danillo Barata, “todo o projeto seguiu numa perspectiva rizomática, onde o conhecimento partiu de experiências contextuais e colaborativas de aprendizagem, constituído num processo de criação de conhecimento simultaneamente social e pessoal, com objetivos coletivos e de trabalho em equipe”, conta o professor.</p>
<div id="attachment_7737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 532px"><a href="/wp-content/uploads/2013/07/078_palestra-arte.jpg"><img class=" wp-image-7737   " alt="078_palestra-arte" src="/wp-content/uploads/2013/07/078_palestra-arte.jpg" width="522" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">O professor e artista Danilo Barata também foi um dos palestrantes.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O aparelho, uma cesta de feira, não é apenas técnico, mas também feito com esmero estético, sem que pareça um artefato científico, e sim algo que preza pela apresentação visual, identidade e pertencimento, pela mobilidade e pela possibilidade de recriação por outros interessados. Quando finalizada a tarefa de criação do dispositivo, ele foi posto em prática em fevereiro deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o músico e mestrando do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (UFBA), Toni Oliveira, “a cesta/dispositivo não foi apenas colocada para que alguém de longe pudesse consultar os números que ele indicaria: além de medir, sentir e interpretar o meio ambiente, com sensores apresentando dados captados e visualizados em tempo real, a inserção foi acompanhada por uma série de ações, oficinas, envolvimento de estudantes da UFBA e performances artísticas de interação com o espaço público e incluindo o trajeto entre elas”. Depois, foi realizada a fase de tradução dos resultados obtidos. Durante três meses, o trabalho de visualização e interpretação de dados foi norteado pela busca de formas artísticas e populares de disponibilizar os seus saldos ao grande público, contando com a colaboração do programador de visualização de dados, Santiago Ortiz.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o “olho” do dispositivo foi meta-construído pelo consultor de imagem e audiovisual, Paulo Alcântara. “Nós pensamos juntos como o dispositivo enxergaria. Instalamos uma câmera com lente de &#8216;olho de peixe&#8217; que pode proporcionar um ângulo de até 172°, resultando em uma imagem com grande distorção óptica, no meio dos sensores apontada para o céu para conseguir captar as imagens das pessoas interagindo com o dispositivo. Uma câmera endoscópica também foi conectada a um notebook colocada na parte inferior do dispositivo (cesta de feira). Enfim, queríamos o melhor registro, a imagem de toda ação,” conta o cineasta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sensorium: do mar para o rio. Arte, Ciência e Tecnologia</strong> fica em cartaz no MAM-BA até o dia 28 de julho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sensorium: do mar para o rio. Arte, Ciência e Tecnologia</strong><br />
<strong>Curadoria:</strong> Karla Brunet e Danillo Barata<br />
<strong>Onde:</strong> Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA)<br />
<strong>Visitação:</strong> 20 de julho a 28 de julho<br />
Terça a sexta, 13 às 19 horas; sábado e domingo, 14 às 19 horas<br />
<strong>Entrada gratuita</strong></p>
<p><strong><i><a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.501448536598820.1073741864.160224184054592&amp;type=1" target="_blank">Confira mais fotos na página do MAM-BA no Facebook</a></i></strong></p>
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