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	<title>Museu de Arte Moderna da Bahia3ª Bienal da Bahia | Museu de Arte Moderna da Bahia</title>
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		<title>Ação educativa da 3ª Bienal da Bahia ensina jardinagem para crianças no MAM-BA</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2014 13:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas do MAM]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina de Jardinagem]]></category>

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		<description><![CDATA[A oficina de jardinagem realizada na tarde de hoje, 4, é mais uma ação educativa promovida pela Bienal. O encontro realizado no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) busca explorar os espaços do museu e promover maior proximidade dos participantes com a natureza. Ministrado por Cláudio Pinheiro, jardineiro do MAM-BA, a oficina contou com 40 estudantes do 2º e 3º ano do Colégio Bom Jesus dos Milagres. Eles aprenderam sobre o processo de transposição de uma planta, utilizando terra, brita e vaso para como manter a planta hidratada com o uso de vitaminas e remédio para matar os fungos. A atividade em dupla proporcionou as crianças a dividir as funções e interagir com os colegas. Todos colocaram as mãos na terra e prepararam a transposição das plantas, vivenciando a rotina de quem trabalha com jardinagem. Para professora Marta Freitas é importante para os alunos frequentar e conhecer sua cultura através do museu. “Ter um conhecimento cultural faz parte independente de religião ou política,” ratificou a professora. A intensão é instigar os participantes a terem cuidado com a natureza e um contato maior com o meio a sua volta. “Trabalhar com criança é muito bom, com a natureza é melhor ainda. A natureza não faz mal a ninguém,” afirma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Facao-educativa-da-3a-bienal-da-bahia-ensina-jardinagem-para-criancas-no-mam-ba%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>A oficina de jardinagem realizada na tarde de hoje, 4, é mais uma ação educativa promovida pela Bienal. O encontro realizado no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) busca explorar os espaços do museu e promover maior proximidade dos participantes com a natureza.</p>
<div id="attachment_11269" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="/wp-content/uploads/2014/06/Oficina-Jardinagem_Rafael-Martins-3.jpg"><img class=" wp-image-11269 " alt="Oficina Jardinagem_Rafael Martins (3)" src="/wp-content/uploads/2014/06/Oficina-Jardinagem_Rafael-Martins-3.jpg" width="576" height="385" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Ministrado por Cláudio Pinheiro, jardineiro do MAM-BA, a oficina contou com 40 estudantes do 2º e 3º ano do Colégio Bom Jesus dos Milagres. Eles aprenderam sobre o processo de transposição de uma planta, utilizando terra, brita e vaso para como manter a planta hidratada com o uso de vitaminas e remédio para matar os fungos.</p>
<p>A atividade em dupla proporcionou as crianças a dividir as funções e interagir com os colegas. Todos colocaram as mãos na terra e prepararam a transposição das plantas, vivenciando a rotina de quem trabalha com jardinagem.</p>
<div id="attachment_11270" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="/wp-content/uploads/2014/06/Oficina-Jardinagem_Rafael-Martins-6.jpg"><img class=" wp-image-11270 " alt="Oficina Jardinagem_Rafael Martins (6)" src="/wp-content/uploads/2014/06/Oficina-Jardinagem_Rafael-Martins-6.jpg" width="576" height="385" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Para professora Marta Freitas é importante para os alunos frequentar e conhecer sua cultura através do museu. “Ter um conhecimento cultural faz parte independente de religião ou política,” ratificou a professora.</p>
<p>A intensão é instigar os participantes a terem cuidado com a natureza e um contato maior com o meio a sua volta. “Trabalhar com criança é muito bom, com a natureza é melhor ainda. A natureza não faz mal a ninguém,” afirma Cláudio.</p>
<p>Esta oficina acontece toda quarta-feira, às 14h, no MAM-BA. Os interessados em participar podem se inscrever gratuitamente no horário do evento</p>
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		<title>Participantes apresentam propostas no 1º encontro da Formação de Curadores</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 19:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos William</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museu-Escola Lina Bo Bardi | Formação de Curadores]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Curadores]]></category>
		<category><![CDATA[MAM]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a proposta de formar novos curadores e discutir experiências curatoriais realizadas no Brasil, o projeto Museu-Escola Lina Bo Bardi &#124; Formação de Curadores deu início às atividades na manhã desta quarta-feira, 9. Por meio de encontros presenciais e virtuais, os cinco candidatos selecionados vão desenvolver uma proposta curatorial de sua autoria, acompanhados pelo artista visual Ayrson Heráclito, e pelos curadores Fernando Oliva e Rodrigo Moura. O primeiro momento da formação foi marcado pela declaração do curador-chefe da 3ª Bienal da Bahia e diretor do MAM-BA, Marcelo Rezende, sobre a importância da formação de curadores na Bahia. &#8220;Pretendemos formá-los para estimular o pensamento, a concepção e a pesquisa na área de curadoria&#8221;, diz. O curador Fernando Oliva, um dos orientadores do projeto, explica que também serão realizados encontros individuais, para o melhor desenvolvimento de cada projeto. “Precisamos pensar a curadoria no Brasil, que muda constantemente e sofre influências de acordo com o tempo e o espaço. Nos encontros individuais, eu posso compartilhar as minhas experiências de acordo com a necessidade de cada um&#8221;, complementa. Um dos participantes da Formação de Curadores é o artista visual Pedro Marighella. Com o projeto “Outro Circuito – A Discografia Baiana como Circuito de Artes Visuais”, ele pretende [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fparticipantes-apresent%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Com a proposta de formar novos curadores e discutir experiências curatoriais realizadas no Brasil, o projeto <strong>Museu-Escola Lina Bo Bardi | Formação de Curadores </strong>deu início às atividades na manhã desta quarta-feira, 9<strong>.</strong> Por meio de encontros presenciais e virtuais, os cinco candidatos selecionados vão desenvolver uma proposta curatorial de sua autoria, acompanhados pelo artista visual Ayrson Heráclito, e pelos curadores Fernando Oliva e Rodrigo Moura.</p>
<p>O primeiro momento da formação foi marcado pela declaração do curador-chefe da 3ª Bienal da Bahia e diretor do MAM-BA, Marcelo Rezende, sobre a importância da formação de curadores na Bahia. &#8220;Pretendemos formá-los para estimular o pensamento, a concepção e a pesquisa na área de curadoria&#8221;, diz.</p>
<div id="attachment_10924" class="wp-caption aligncenter" style="width: 598px"><a href="/wp-content/uploads/2014/04/curadoresreuniao.jpg"><img class=" wp-image-10924  " alt="Marcelo Rezende e curadores participam do primeiro encontro com os participantes. Foto: Alfredo Mascarenhas" src="/wp-content/uploads/2014/04/curadoresreuniao.jpg" width="588" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Rezende e curadores participam do primeiro encontro com os participantes. Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p>O curador Fernando Oliva, um dos orientadores do projeto, explica que também serão realizados encontros individuais, para o melhor desenvolvimento de cada projeto. “Precisamos pensar a curadoria no Brasil, que muda constantemente e sofre influências de acordo com o tempo e o espaço. Nos encontros individuais, eu posso compartilhar as minhas experiências de acordo com a necessidade de cada um&#8221;, complementa.</p>
<p>Um dos participantes da Formação de Curadores é o artista visual Pedro Marighella. Com o projeto “Outro Circuito – A Discografia Baiana como Circuito de Artes Visuais”, ele pretende realizar uma exposição com capas de discos produzidas por nomes expressivos da arte gráfica, como Rogério Duarte e Lula Martins.</p>
<p>“Eu quero chamar a atenção para estes caras, que realizaram trabalhos gráficos incríveis e que marcam época, como as capas [dos discos da tropicália] de Rogério Duarte”, revela. Sobre a experiência no projeto, o artista ressalta que é uma boa oportunidade para trocar ideias com os profissionais. “Eu sempre fui muito atraído pela proposta interdisciplinar e acho que o MAM tem esta percepção. Por isto, achei muito conveniente participar&#8221;.</p>
<div id="attachment_10923" class="wp-caption aligncenter" style="width: 598px"><a href="/wp-content/uploads/2014/04/curadoresformacao.jpg"><img class=" wp-image-10923  " alt="Teste" src="/wp-content/uploads/2014/04/curadoresformacao.jpg" width="588" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">Durante encontro, cada participante falou sobre o projeto curatorial e suas expectativas para o curso. Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p>Os encontros, que acontecem até outubro, serão divididos em etapas: Fernando Oliva comanda as atividades nos meses de maio e junho; Ayrson Heráclito realiza a orientação em julho e agosto; e Rodrigo Moura coordena os encontros nos meses de setembro e outubro. O projeto <b>Museu-Escola Lina Bo Bardi | Formação de Curadores</b> foi selecionado pelo Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais – 10ª Edição e faz parte da programação educati<span style="color: #000000;">va da 3ª Bienal da Bahia.</span></p>
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		<title>INSCRIÇÕES ENCERRADAS! Projeto Cursos Livres prorroga inscrições de propostas até 26/05</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2014 19:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos William</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos Livres]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[UFBA]]></category>

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		<description><![CDATA[INSCRIÇÕES ENCERRADAS! Foram prorrogadas até 26 de maio e encerradas as inscrições para docentes da Universidade Federal da Bahia (UFBA) interessados em submeter propostas de minicursos interdisciplinares para a 2ª edição do projeto Cursos Livres UFBA/MAM-BA. As propostas foram enviadas exclusivamente através do Sistema de Gerenciamento da UFBA e o resultado será divulgado na plataforma online. &#160; Com o tema É Tudo Nordeste, esta edição faz parte da programação educativa da 3ª Bienal da Bahia e é inspirada na obra Os Sertões, de Euclides da Cunha, estruturada em três eixos: o ambiente natural onde a ação se desenrola (Terra), o da psicologia e cultura dos protagonistas da ação (Homem) e o dos conflitos nela envolvidos (Luta). Os cursos propostos pelos professores devem respeitar as três temáticas e abordar questões contemporâneas ligadas ao Nordeste. O objetivo é investigar os processos constitutivos da experiência cultural da região. Serão contempladas até duas propostas por eixo e docentes de diferentes áreas podem participar. Veja aqui o edital completo. Confira a retificação do cronograma. O projeto Cursos Livres é uma parceria entre o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) e a Universidade Federal da Bahia (Ufba). Inspirado na Universidade Livre, da Alemanha, e na Universidade de Todos os Saberes, criado pelo governo francês, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fprojeto-cursos-livres-prorroga-inscricoes-de-propostas-ate-2605%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>INSCRIÇÕES ENCERRADAS!</strong></span></p>
<p>Foram prorrogadas até 26 de maio e <strong>encerradas as inscrições</strong> para docentes da Universidade Federal da Bahia (UFBA) interessados em submeter propostas de minicursos interdisciplinares para a 2ª edição do projeto Cursos Livres UFBA/MAM-BA. As propostas foram enviadas exclusivamente através do <a href="http://www.sapex.ufba.br/" target="_blank">Sistema de Gerenciamento da UFBA</a> e o resultado será divulgado na plataforma online.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2014/02/Cursos-Livres_Logo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10491" alt="Cursos-Livres_Logo" src="/wp-content/uploads/2014/02/Cursos-Livres_Logo.jpg" width="553" height="565" /></a>Com o tema <em>É Tudo Nordeste</em>, esta edição faz parte da programação educativa da 3ª Bienal da Bahia e é inspirada na obra <em>Os Sertões</em>, de Euclides da Cunha, estruturada em três eixos: o ambiente natural onde a ação se desenrola (Terra), o da psicologia e cultura dos protagonistas da ação (Homem) e o dos conflitos nela envolvidos (Luta).</p>
<p>Os cursos propostos pelos professores devem respeitar as três temáticas e abordar questões contemporâneas ligadas ao Nordeste. O objetivo é investigar os processos constitutivos da experiência cultural da região. Serão contempladas até duas propostas por eixo e docentes de diferentes áreas podem participar.</p>
<p><a style="font-size: 13px;" href="/wp-content/uploads/2014/02/602.pdf">Veja aqui o edital completo.</a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2014/04/Edital-Proext-Cursos-Livres-UFBA-MAM-BA-2014-Retificacao-2.pdf">Confira a retificação do cronograma.</a></p>
<p>O projeto <strong>Cursos Livres</strong> é uma parceria entre o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) e a Universidade Federal da Bahia (Ufba). Inspirado na Universidade Livre, da Alemanha, e na Universidade de Todos os Saberes, criado pelo governo francês, a intenção é propor minicursos interdisciplinares que provoquem a reflexão de temas atuais. A primeira edição, com a provocação <em>Como ser feliz no Século 21?</em>, aconteceu entre os meses de agosto e novembro de 2013. Mais informações pelo telefone (71) 3117-6141.</p>
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		<title>Oficina de Cerâmica abre inscrições</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2014 20:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficinas do MAM]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerâmica]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[oficinas de curta duração]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a Oficina de Cerâmica do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), ministrada pela professora Hilda Salomão e parte das ações que antecedem a 3ª Bienal da Bahia. A cada semana, um grupo de alunos é convidado a ir ao museu para aprender técnicas de produção de placas cerâmicas e processos criativos. Desta vez, os inscritos participarão da oficina na próxima segunda-feira, dia 7 de abril. Os participantes da oficina vão produzir placas a partir de uma questão diferente a cada semana, sempre relacionadas com o tema da 3ª Bienal da Bahia, É Tudo Nordeste?. As placas de argila serão queimadas, posteriormente, nas Oficinas do MAM-BA, e integradas a um grande painel na entrada do museu, etapa que reunirá todos os alunos. FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI! Oficina de Cerâmica – Deixe sua mensagem para a 3ª Bienal da Bahia Professora: Hilda Salomão Local: Galpão das Oficinas Dia: 7 de abril Horário: 8h às 12h Informações: 3117-6143 Gratuito Como funciona? A oficina tem um dia de duração e se repete a cada segunda-feira .Cada aluno inscrito frequenta a oficina apenas um dia. As inscrições permanecem abertas ao longo de todo o período da oficina, encerrando quando completarem 30 alunos e reabrindo na semana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Foficina-de-ceramica-abre-inscricoes%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Estão abertas as inscrições para a Oficina de Cerâmica do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), ministrada pela professora Hilda Salomão e parte das ações que antecedem a 3ª Bienal da Bahia. A cada semana, um grupo de alunos é convidado a ir ao museu para aprender técnicas de produção de placas cerâmicas e processos criativos. Desta vez, os inscritos participarão da oficina na próxima segunda-feira, dia 7 de abril.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2014/03/Painel-de-Cerâmica_Solar-do-Unhão-2.jpg"><img class="aligncenter" alt="Painel de Cerâmica_Solar do Unhão (2)" src="/wp-content/uploads/2014/03/Painel-de-Cerâmica_Solar-do-Unhão-2.jpg" width="542" height="361" /></a></p>
<p>Os participantes da oficina vão produzir placas a partir de uma questão diferente a cada semana, sempre relacionadas com o tema da 3ª Bienal da Bahia, <em>É Tudo Nordeste?</em>. As placas de argila serão queimadas, posteriormente, nas Oficinas do MAM-BA, e integradas a um grande painel na entrada do museu, etapa que reunirá todos os alunos.</p>
<p><a href="https://docs.google.com/forms/d/1ZE8IW90bsDvczrah20l6iKqTUETwzj8Hm-L7FhfAt9o/viewform" target="_blank">FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI!</a></p>
<p><strong>Oficina de Cerâmica – Deixe sua mensagem para a 3ª Bienal da Bahia<br />
<strong>Professora:</strong> </strong>Hilda Salomão<strong><br />
<strong>Local:</strong> </strong>Galpão das Oficinas<br />
<strong><strong>Dia:</strong> 7</strong> de abril<strong><br />
<strong>Horário</strong>:</strong> 8h às 12h<br />
<strong>Informações</strong>: 3117-6143<br />
<strong>Gratuito</strong></p>
<p><strong>Como funciona?</strong> A oficina tem um dia de duração e se repete a cada segunda-feira .Cada aluno inscrito frequenta a oficina apenas um dia. As inscrições permanecem abertas ao longo de todo o período da oficina, encerrando quando completarem 30 alunos e reabrindo na semana seguinte para um novo grupo de alunos.</p>
<p><strong>OBS:  É necessário que os participantes tragam 1kg de argila</strong></p>
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		<item>
		<title>Durval Muniz lança livros durante o curso de Formação de Mediadores neste sábado</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Mar 2014 19:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Mediadores]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima aula do curso de Formação de Mediadores, programada para este sábado, 22, o escritor Durval Muniz lança três livros que abordam, em diferentes aspectos, o folclore e a cultura popular do Nordeste. O lançamento está previsto para acontecer logo após a palestra de Durval no evento, intitulada A Invenção do Nordeste. Assim, o lançamento dos livros está programado para as 18h, na área externa da Faculdade de Arquitetura da UFBA, e é aberto ao público. &#160; &#160; Conheça um pouco mais sobre as obras: &#160; O Morto Vestido para um Ato Inaugural Durval Muniz Este livro, interessado nos procedimentos de fabricação do folclore eda cultura popular, traz uma extensa pesquisa que assinala as diversasformas de constrangimento para obtenção – e mesmo de indução –das poesias e cantorias, detalhando situações em que estas foramrecolhidas, e, especialmente, analisando os processos de transmissão,desde a produção à recepção.Como historiador, Durval Albuquerque tem escrito diversos e importantes trabalhos no campo da teoria da história que são referênciasimportantes à historiografia­ brasileira. No caso especí­fico deste novolivro, dedica-se a uma sociologia dos textos para estudar aquelesque são anunciados como consagrados à “cultura popular”. Assinala, sobretudo, a passagem do registro oral ao escrito, pontuando astransformações das expressões [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fdurval-muniz-lanca-livros-durante-o-curso-de-formacao-de-mediadores-neste-sabado%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Na próxima aula do curso de Formação de Mediadores, programada para este sábado, 22, o escritor Durval Muniz lança três livros que abordam, em diferentes aspectos, o folclore e a cultura popular do Nordeste.</p>
<p>O lançamento está previsto para acontecer logo após a palestra de Durval no evento, intitulada <em>A Invenção do Nordeste</em>. Assim, o lançamento dos livros está programado para as 18h, na área externa da Faculdade de Arquitetura da UFBA, e é aberto ao público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_10718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 316px"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/Eulindão.jpg"><img class=" wp-image-10718" alt="" src="/wp-content/uploads/2014/03/Eulindão.jpg" width="306" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">Durval Muniz | Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conheça um pouco mais sobre as obras:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Morto Vestido para um Ato Inaugural</strong></p>
<p><strong>Durval Muniz</strong></p>
<p><em id="__mceDel"> Este livro, interessado nos procedimentos de fabricação do folclore eda cultura popular, traz uma extensa pesquisa que assinala as diversasformas de constrangimento para obtenção – e mesmo de indução –das poesias e cantorias, detalhando situações em que estas foramrecolhidas, e, especialmente, analisando os processos de transmissão,desde a produção à recepção.Como historiador, Durval Albuquerque tem escrito diversos e importantes trabalhos no campo da teoria da história que são referênciasimportantes à historiografia­ brasileira. No caso especí­fico deste novolivro, dedica-se a uma sociologia dos textos para estudar aquelesque são anunciados como consagrados à “cultura popular”. Assinala, sobretudo, a passagem do registro oral ao escrito, pontuando astransformações das expressões culturais dos agentes identi­ficados comodas camadas populares, seus versos, suas poesias, suas cantorias, emtextos selecionados, classi­ficados, catalogados. Em suma, na complexarelação entre a escrita e a oralidade, questiona as divisões que separama produção semiótica das camadas não letradas das práticas de registromateriais e formas de circulação impostas pelos letrados, detendo-see analisando as diversas apropriações dos chamados folcloristas e dosespecialistas da cultura popularO seu estilo, marcado por uma escrita que brilha como uma lâmina, atuapara pensar a produção do conhecimento como parte do combate quedesloca postos amplamente estabelecidos na história a ­ m de reencontrardiferentes caminhos que tornam possível o pensamento crítico.</em></p>
<p>(Retirado do Prefácio de Regina Guimarães)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nordestino: Invenção do ‘‘falo’’</strong></p>
<p><strong>Durval Muniz </strong></p>
<p>Este livro foi escrito antes do sucesso internacional alcançado pelas coleções sobre a história da virilidade no Ocidente. Sua primeira publicação, em 2003, veio não apenas cobrir uma lacuna historiográfica mas ampliar o campo de perguntas sobre a cultura e a sociedade brasileiras. Fruto de uma rigorosa e detalhada pesquisa, “Nordestino: invenção do falo” coloca a nu um problema cujas dimensões ultrapassam a história do sexo masculino, atravessam as relações de gênero e as discriminações entre as classes sociais para atingir o cerne da formação dos donos do poder no Brasil.Atento às violentas disputas voltadas a transformar o poder em bem privado, o autor não poupa esforço: esmiúça obras clássicas e jornais pouco conhecidos, questiona a antropologia, a sociologia e a história, indaga sobre a moda, a religião e a ciência para, progressivamente, descobrir como foi possível inventar o macho nordestino e, ainda, transformá-lo numa realidade natural, um destino, uma condição e um fardo. Durval Muniz Albuquerque Júnior considera-o uma questão, mesmo quando ele teima em ser resposta, dever e aptidão. Vai fazê-lo falar, lá onde ele se cala e teme ser investigado.</p>
<p>( Retirado do prefácio de Denise Bernuzzi de Sant’Anna)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Feira dos Mitos</strong></p>
<p><strong>Durval Muniz</strong><br />
Alguns livros de história se voltam para o passado com a intenção de descobrir “o que exatamente aconteceu”. Suas páginas se pretendem janelas através das quais o leitor seria transportado ao tempo dos mortos, quem sabe assim aplacando a angústia de sua própria finitude. Obcecada em ser mestra, essa escrita cultiva a ilusão da verdade e tenta explicar o presente como resultado lógico do encadeamento de fatos e processos. Outras obras de história se dirigem predominantemente ao futuro, desejosas de ditar diretrizes de ação. Anseiam saber de antemão o que ocorrerá, ou definir o que deverá acontecer.</p>
<p>Para nossa alegria, há livros de história escritos para o presente. Anunciam em viva voz que sua matéria é a vida e os homens presentes. Assumindo-se como prática de seu tempo, não cogitam ocultar suas condições de produção ou seu lugar social. Antes, têm ganas de explicitá-los, apesar de saberem da impossibilidade de discursos plenos. Constroem-se como estratégia, movimentam-se como peça de jogo nos enfrentamentos do devir social-histórico. Para além de tentarem alcançar supostas verdades do passado ou iluminações do futuro, trazem a marca da necessidade gestada nos desafios contemporâneos mais decisivos. A feira dos mitos: a fabricação do folclore e da cultura popular (Nordeste, 1920-1930), de Durval Muniz de Albuquerque Junior, que o leitor tem em mãos, é uma dessas obras.</p>
<p>(Retirado do prefácio de Regina Horta Duarte)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lançamento de obras de Durval Muniz</strong></p>
<p><strong>Quando:</strong> 22 de março, às 18h</p>
<p><strong>Onde:</strong> Área externa da Faculdade de Arquitetura da UFBA</p>
<p><strong>Gratuito</strong></p>
<p>Mais informações: 3116-6141</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ENCERRADAS! MAM-BA realiza Oficina de Cerâmica. Inscreva-se!</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 18:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficinas do MAM]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Hilda Salomão]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[oficina de cerâmica]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) inicia nesta terça-feira, 11, as inscrições para a Oficina de Cerâmica, ministrada pela professora Hilda Salomão e parte das ações que antecedem a 3ª Bienal da Bahia. A cada semana, um grupo de alunos é convidado a ir ao museu para aprender técnicas de produção de placas cerâmicas e processos criativos. Os participantes da oficina vão produzir suas placas a partir de uma questão diferente a cada semana, sempre relacionadas com o tema da 3ª Bienal da Bahia, É Tudo Nordeste?. As placas de argila serão queimadas, posteriormente, nas Oficinas do MAM-BA e integradas a um grande painel na entrada do museu, etapa que reunirá todos os alunos. FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI! Oficina de Cerâmica – Deixe sua mensagem para a 3ª Bienal da Bahia Professora: Hilda Salomão Local: Galpão das Oficinas Dias: às segundas, de 17 de março a 19 de maio Horário: 9h às 12h Informações: 3117-6143 Gratuito Como funciona? A oficina tem um dia de duração e se repete a cada segunda-feira .Cada aluno inscrito frequenta a oficina apenas um dia. As inscrições permanecem abertas ao longo de todo o período da oficina, encerrando quando completarem 30 alunos e reabrindo na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Finscreva-se-aqui-mam-ba-realiza-oficina-de-ceramica%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) inicia nesta terça-feira, 11, as inscrições para a Oficina de Cerâmica, ministrada pela professora Hilda Salomão e parte das ações que antecedem a 3ª Bienal da Bahia. A cada semana, um grupo de alunos é convidado a ir ao museu para aprender técnicas de produção de placas cerâmicas e processos criativos.</p>
<div id="attachment_10666" class="wp-caption aligncenter" style="width: 552px"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/Painel-de-Cerâmica_Solar-do-Unhão-2.jpg"><img class=" wp-image-10666" alt="Painel de Cerâmica_Solar do Unhão (2)" src="/wp-content/uploads/2014/03/Painel-de-Cerâmica_Solar-do-Unhão-2.jpg" width="542" height="361" /></a><p class="wp-caption-text">Painel de Cerâmica localizado no Solar do Unhão, formado por placas feitas pelos alunos | Foto: Blenda Tourinho</p></div>
<p>Os participantes da oficina vão produzir suas placas a partir de uma questão diferente a cada semana, sempre relacionadas com o tema da 3ª Bienal da Bahia, <em>É Tudo Nordeste?</em>. As placas de argila serão queimadas, posteriormente, nas Oficinas do MAM-BA e integradas a um grande painel na entrada do museu, etapa que reunirá todos os alunos.</p>
<p><a href="https://docs.google.com/forms/d/1ZE8IW90bsDvczrah20l6iKqTUETwzj8Hm-L7FhfAt9o/viewform" target="_blank">FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI!</a></p>
<p><strong style="font-size: 13px;">Oficina de Cerâmica – Deixe sua mensagem para a 3ª Bienal da Bahia<br />
<strong>Professora:</strong> </strong>Hilda Salomão<strong style="font-size: 13px;"><br />
<strong>Local:</strong> </strong>Galpão das Oficinas<br />
<strong style="font-size: 13px;"><strong>Dias:</strong> </strong>às segundas, de 17 de março a 19 de maio<strong style="font-size: 13px;"><br />
<strong>Horário</strong>: </strong>9h às 12h<br />
<strong>Informações</strong>: 3117-6143<br />
<strong>Gratuito</strong></p>
<p><strong>Como funciona?</strong> A oficina tem um dia de duração e se repete a cada segunda-feira .Cada aluno inscrito frequenta a oficina apenas um dia. As inscrições permanecem abertas ao longo de todo o período da oficina, encerrando quando completarem 30 alunos e reabrindo na semana seguinte para um novo grupo de alunos.</p>
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		<title>INSCRIÇÕES ENCERRADAS! Inscrições de propostas para Cursos Livres são prorrogadas até dia 26</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 20:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos Livres]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[É Tudo Nordeste?]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrição]]></category>
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		<category><![CDATA[PROEXT]]></category>
		<category><![CDATA[Prorrogada]]></category>
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		<description><![CDATA[INSCRIÇÕES ENCERRADAS! Foi prorrogado até o dia 26 de março o prazo para as inscrições de propostas que farão parte da 2ª edição do projeto Cursos Livres UFBA/MAM-BA. As inscrições são voltadas para os professores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que desejam ministrar módulos interdisciplinares durante o primeiro semestre de 2014. O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão da UFBA (Proext), apoiará seis cursos de extensão nesta segunda edição dos Cursos Livres. O programa visa a realização de ações gratuitas de formação voltadas para a sociedade em geral, através da oferta de cursos de extensão universitária de caráter interdisciplinar no ambiente extra-acadêmico, apresentando, a cada edição, uma temática central. Com o tema É Tudo Nordeste, esta edição faz parte da programação educativa da 3ª Bienal da Bahia e é inspirada na obra Os Sertões, de Euclides da Cunha, estruturada em três eixos: o ambiente natural onde a ação se desenrola (Terra), o da psicologia e cultura dos protagonistas da ação (Homem) e o dos conflitos nela envolvidos (Luta). Os cursos propostos pelos professores devem respeitar as três temáticas e abordar questões contemporâneas ligadas ao Nordeste. O objetivo é investigar os processos constitutivos da experiência cultural da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmam-ba-prorroga-inscricoes-de-propostas-para-cursos-livres%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>INSCRIÇÕES ENCERRADAS!</strong></span></p>
<p>Foi prorrogado até o dia <strong>26 de março</strong> o prazo para as inscrições de propostas que farão parte da 2ª edição do projeto Cursos Livres UFBA/MAM-BA. As inscrições são voltadas para os professores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que desejam ministrar módulos interdisciplinares durante o primeiro semestre de 2014.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2014/02/Cursos-Livres_Logo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10491" alt="Cursos-Livres_Logo" src="/wp-content/uploads/2014/02/Cursos-Livres_Logo.jpg" width="553" height="565" /></a></p>
<p><span style="font-size: 13px;">O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão da UFBA (</span><span style="font-size: 13px;">Proext), </span><span style="font-size: 13px;">apoiará seis cursos de extensão nesta segunda edição dos Cursos Livres. O programa visa a realização de ações gratuitas de formação voltadas para a sociedade em geral, através da oferta de cursos de extensão universitária de caráter interdisciplinar no ambiente extra-acadêmico, apresentando, a cada edição, uma temática central.</span></p>
<p>Com o tema <em>É Tudo Nordeste</em>, esta edição faz parte da programação educativa da 3ª Bienal da Bahia e é inspirada na obra <em>Os Sertões</em>, de Euclides da Cunha, estruturada em três eixos: o ambiente natural onde a ação se desenrola (Terra), o da psicologia e cultura dos protagonistas da ação (Homem) e o dos conflitos nela envolvidos (Luta).</p>
<p>Os cursos propostos pelos professores devem respeitar as três temáticas e abordar questões contemporâneas ligadas ao Nordeste. O objetivo é investigar os processos constitutivos da experiência cultural da região. Serão contempladas até duas propostas por eixo e docentes de diferentes áreas podem participar.</p>
<p>As propostas devem ser enviadas exclusivamente através do <a href="http://www.sapex.ufba.br/" target="_blank">Sistema de Gerenciamento da UFBA</a>.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2014/02/602.pdf">Veja aqui o edital completo.</a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2014/02/625.pdf">Confira a retificação do cronograma.</a></p>
<p>O projeto <strong>Cursos Livres</strong> é uma parceria entre o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Inspirado na Universidade Livre, da Alemanha, e na Universidade de Todos os Saberes, criado pelo governo francês, a intenção é propor minicursos interdisciplinares que provoquem a reflexão de temas atuais. A primeira edição, com a provocação <em>Como ser feliz no Século 21?</em>, aconteceu entre os meses de agosto e novembro de 2013. Mais informações pelo e-mail contato@bahiamam.org ou pelo telefone (71) 3117-6141.</p>
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		<title>Aula inaugural da formação de mediadores debate história das bienais</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jan 2014 17:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thaís Seixas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Aula inaugural]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Mediadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Auditório lotado, olhos e ouvidos atentos ao que se passa no palco. Assim começou a programação de abertura do Curso de Formação de Mediadores da 3ª Bienal da Bahia, na manhã desta sábado, 25. O encontro é realizado no Teatro Jorge Amado (Pituba) e segue até este domingo, 26, com palestras, mesas redondas e debates. Durante a manhã, os 350 participantes que estavam ansiosos pelo início das atividades puderam conhecer alguns personagens que estão por trás da Bienal &#8211; realizada em mais de 50 espaços culturais de Salvador e interior do Estado entre os dias 29 de maio e 7 de setembro. A mesa de abertura foi formada pela curadora-chefe do evento, Ana Pato, o professor da UFBA João Dannemann, a diretora da Escola de Arquitetura da UFBA, Naia Alban Suarez, e aa arte-educadora Mariela Hernández, atualmente integrante da diretoria educativa da Bienal. Confira o que eles falaram sobre o Curso de Formação de Mediadores: [box] Este curso tem um papel importante que cada vez mais se reforça na extensão acadêmica. A arte baiana retoma agora um processo que foi interrompido, buscando um diálogo onde todos têm algo a falar&#8221;. Naia Suarez[/box] [box] &#8220;A gente não vive sem parcerias. Este momento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Faula-inaugural-da-formacao-de-mediadores-debate-historia-das-bienais%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Auditório lotado, olhos e ouvidos atentos ao que se passa no palco. Assim começou a programação de abertura do Curso de Formação de Mediadores da 3ª Bienal da Bahia, na manhã desta sábado, 25. O encontro é realizado no Teatro Jorge Amado (Pituba) e segue até este domingo, 26, com palestras, mesas redondas e debates.</p>
<p>Durante a manhã, os 350 participantes que estavam ansiosos pelo início das atividades puderam conhecer alguns personagens que estão por trás da Bienal &#8211; realizada em mais de 50 espaços culturais de Salvador e interior do Estado entre os dias 29 de maio e 7 de setembro.</p>
<div id="attachment_370" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/01/foto.jpg"><img class=" wp-image-370 " alt="Alejandra Muñoz fala sobre a história das bienais no mundo" src="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/01/foto-1024x768.jpg" width="512" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">Alejandra Muñoz fala sobre a história das bienais no mundo</p></div>
<p>A mesa de abertura foi formada pela curadora-chefe do evento, Ana Pato, o professor da UFBA João Dannemann, a diretora da Escola de Arquitetura da UFBA, Naia Alban Suarez, e aa arte-educadora Mariela Hernández, atualmente integrante da diretoria educativa da Bienal.</p>
<p><strong>Confira o que eles falaram sobre o Curso de Formação de Mediadores:</strong></p>
<p>[box] Este curso tem um papel importante que cada vez mais se reforça na extensão acadêmica. A arte baiana retoma agora um processo que foi interrompido, buscando um diálogo onde todos têm algo a falar&#8221;. Naia Suarez[/box]</p>
<p>[box] &#8220;A gente não vive sem parcerias. Este momento representa a união de todas as instituições envolvidas&#8221;. João Dannemann [/box]</p>
<p>[box] &#8220;Este é um projeto de uma potência única, principalmente pela Bienal não ser a primeira, mas sim a terceira, que acontece 46 anos depois da última edição. Ela tem o dever de memória e a proposta de educar&#8221;. Ana Pato[/box]</p>
<p>[box] &#8220;Pretendemos dar forma e conteúdo a uma mediação focada no processo criativo. Nós incluímos nesse curso diversas formas de interação e comunicação entre docentes e participantes&#8221;. Mariela Hernández[/box]</p>
<p><strong>História das bienais</strong> &#8211; A primeira palestra da programação especial de abertura foi da professora e curadora adjunta da Bienal, Alejandra Muñoz. De acordo com a própria palestrante, o objetivo era fazer um &#8216;brevíssimo&#8217; histórico das bienais realizadas no mundo, desde a de Veneza, em 1895, até as que ainda acontecerão em 2015 e 2017, passando pela Bienal da Bahia.</p>
<p>&#8220;Esta Bienal tem uma faceta claramente política, porque vai se perguntar, como ponto de partida, o que aconteceu no período entre a última edição [em 1968] e esta que se faz agora. Temos bienais pelo mundo inteiro, mas as referências mais próximas são as europeias e as latino-americanas&#8221;, pontua Alejandra.</p>
<p>Uma participação especial durante a palestra foi a do artista e cineasta Chico Liberato, que falou sobre a organização da Bienal de 1968, quando atuou com o idealizador do evento, Juarez Paraíso. Chico participou das duas primeiras edições da Bienal da Bahia (1966 e 1968) e foi uma das inspirações e fontes de pesquisa para a realização do evento em 2014.</p>
<p>A programação de abertura com os participantes do curso segue até este domingo, 26. As aulas serão iniciadas no dia 8 de fevereiro, no auditório da Faculdade de Arquitetura da UFBA, no bairro da Federação.</p>
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		<title>Curadores da 31ª Bienal de São Paulo participam de encontro aberto em Salvador</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jan 2014 21:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blenda Tourinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[31ª Bienal de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Aberto Salvador]]></category>

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		<description><![CDATA[Na tarde desta quinta-feira (23), o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) recebeu o Encontro Aberto Salvador, série de debates realizada pela Fundação Bienal de São Paulo em parceria com o MAM-BA, parte integrante dos preparativos para a 31ª Bienal de São Paulo – que tem como tema &#8220;Como falar de coisas que não existem&#8221; e acontece de 6 de setembro a 7 de dezembro de 2014,  período posterior ao da 3ª Bienal da Bahia. O objetivo do encontro é discutir o processo curatorial da bienal paulista a partir dos diferentes pontos de vista ao redor do Brasil e do mundo.  Mediado pelos curadores da 31ª Bienal de São Paulo (Charles Esche, Galit Eilat, Nuria Enguita Mayo, Pablo Lafuente, Oren Sagiv e o curador-adjunto, Benjamin Seroussi), juntamente com o diretor do MAM-BA, Marcelo Rezende, foram discutidas com profissionais do meio artístico e com o público geral as relações de  identidade, experiências locais e o reflexo do mercado e circuito de arte na Bahia e no Brasil. A equipe de curadores, que estará presente na abertura da 3ª Bienal da Bahia, programou encontros abertos em diversas cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belém, Recife, Fortaleza, Salvador e Lima (Peru) – além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fcuradores-da-31a-bienal-de-sao-paulo-participam-de-encontro-aberto-em-salvador%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Na tarde desta quinta-feira (23), o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) recebeu o <b>Encontro Aberto Salvador</b>, série de debates realizada pela Fundação Bienal de São Paulo em parceria com o MAM-BA, parte integrante dos preparativos para a 31ª Bienal de São Paulo – que tem como tema &#8220;<em>Como falar de coisas que não existem&#8221; </em>e acontece de 6 de setembro a 7 de dezembro de 2014,  período posterior ao da 3ª Bienal da Bahia.</p>
<div id="attachment_10216" class="wp-caption aligncenter" style="width: 419px"><a href="/wp-content/uploads/2014/01/31BienalSP.jpg"><img class=" wp-image-10216" alt="31BienalSP" src="/wp-content/uploads/2014/01/31BienalSP-682x1024.jpg" width="409" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração do artista indiano Prabhakar Pachpute</p></div>
<p>O objetivo do encontro é discutir o processo curatorial da bienal paulista a partir dos diferentes pontos de vista ao redor do Brasil e do mundo.  Mediado pelos curadores da 31ª Bienal de São Paulo (Charles Esche, Galit Eilat, Nuria Enguita Mayo, Pablo Lafuente, Oren Sagiv e o curador-adjunto, Benjamin Seroussi), juntamente com o diretor do MAM-BA, Marcelo Rezende, foram discutidas com profissionais do meio artístico e com o público geral as relações de  identidade, experiências locais e o reflexo do mercado e circuito de arte na Bahia e no Brasil.</p>
<p>A equipe de curadores, que estará presente na abertura da 3ª Bienal da Bahia, programou encontros abertos em diversas cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belém, Recife, Fortaleza, Salvador e Lima (Peru) – além dessas capitais, outros encontros estão previstos no Brasil e no exterior até dezembro de 2014. A ideia é que os encontros funcionem simultaneamente como ferramenta de pesquisa e como forma de avaliação crítica do processo curatorial, envolvendo artistas, críticos, curadores, estudantes e demais interessados na organização da exposição. Para Charles Esche: “Não estamos escalando artistas de maneira tradicional. Queremos ouvir os artistas e as pessoas”, enfatiza o curador escocês.</p>
<p>Em São Paulo ou em outras cidades, as reuniões são desenvolvidas em parceria com instituições locais, como no caso do MAM-BA em Salvador. Os encontros são abertos, pois tornam público o processo de pesquisa da Bienal de São Paulo e a discussão com a equipe curatorial. Além disso, funcionam como plataformas que articulam e testam as direções que estão sendo tomadas a fim de intensificar os canais de debate.</p>
<p><a href="http://www.bienal.org.br/post.php?i=494" target="_blank"><b>Leia mais sobre a 31ª Bienal de São Paulo</b></a></p>
<p><b><a href="/wp-content/uploads/2013/10/Leia-aqui-o-projeto-da-bienal.pdf" target="_blank">Leia também o projeto da 3ª Bienal da Bahia</a></b></p>
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		<title>Leitura pública do projeto da Bienal reforça parceria entre MAM-BA e UFBA</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jan 2014 19:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thuanne Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na manhã desta sexta-feira, 24, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) sediou uma nova leitura pública do projeto da 3ª Bienal da Bahia, que tem início no dia 29 de maio em mais de 50 espaços de Salvador e interior do Estado. A leitura foi realizada no auditório Glauber Rocha, localizado no PAF III (Ondina), pela curadora-chefe da Bienal, Ana Pato, que substituiu Marcelo Rezende, diretor do MAM-BA, devido a um imprevisto. Ana Pato apresentou o projeto da Bienal, retomando a história dos eventos realizados no mundo, como nas cidades de Veneza e Havana &#8211; esta última tendo uma forte aproximação e influência nas bienais realizadas na Bahia em 1966 e 1968. &#8220;Como retomar os desejos interrompidos dessas bienais? O retorno da Bienal da Bahia se trata de um dever da memória&#8221;, afirmou a curadora. Ela ressaltou a importância da retomada do evento após 46 anos sem acontecer na Bahia, além de explicar sobre o tema central É Tudo Nordeste? e a estrutura temática, bem como abordar as estruturas curatoriais propostas. Para ler o projeto na íntegra, clique aqui. Além de apresentar a proposta e o planejamento da Bienal, o encontro marcou a abertura do Edital da 2ª edição do Programa Cursos Livres, parceria entre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fleitura-publica-do-projeto-da-bienal-reforca-parceria-entre-mam-ba-e-ufba%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Na manhã desta sexta-feira, 24, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) sediou uma nova leitura pública do projeto da 3ª Bienal da Bahia, que tem início no dia 29 de maio em mais de 50 espaços de Salvador e interior do Estado. A leitura foi realizada no auditório Glauber Rocha, localizado no PAF III (Ondina), pela curadora-chefe da Bienal, Ana Pato, que substituiu Marcelo Rezende, diretor do MAM-BA, devido a um imprevisto.</p>
<div id="attachment_10170" class="wp-caption aligncenter" style="width: 583px"><a href="/wp-content/uploads/2014/01/Leitura-Pública-Bienal-da-Bahia-6.jpg"><img class=" wp-image-10170 " alt="" src="/wp-content/uploads/2014/01/Leitura-Pública-Bienal-da-Bahia-6-1024x981.jpg" width="573" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Esta edição da leitura pública aconteceu na UFBA l Foto: Blenda Tourinho</p></div>
<p>Ana Pato apresentou o projeto da Bienal, retomando a história dos eventos realizados no mundo, como nas cidades de Veneza e Havana &#8211; esta última tendo uma forte aproximação e influência nas bienais realizadas na Bahia em 1966 e 1968.</p>
<p>&#8220;Como retomar os desejos interrompidos dessas bienais? O retorno da Bienal da Bahia se trata de um dever da memória&#8221;, afirmou a curadora. Ela ressaltou a importância da retomada do evento após 46 anos sem acontecer na Bahia, além de explicar sobre o tema central <em>É Tudo Nordeste?</em> e a estrutura temática, bem como abordar as estruturas curatoriais propostas. Para ler o projeto na íntegra, clique <a href="/wp-content/uploads/2013/10/Leia-aqui-o-projeto-da-bienal.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Além de apresentar a proposta e o planejamento da Bienal, o encontro marcou a abertura do Edital da 2ª edição do <strong>Programa Cursos Livres</strong>, parceria entre o MAM-BA e a UFBA. Também estiveram presentes Blandina Felipe Viana, pró-reitora de Extensão Universitária, e Pedro Luís Bernardo da Rocha, coordenador de programas e projetos da Pró-Reitoria de Extensão da UFBA, além de Lica Moniz, coordenadora do Núcleo de Arte e Educação do MAM-BA e diretora educativa da Bienal.</p>
<p>&#8220;Tentaremos potencializar os três eixos (a Terra, o Homem e a Luta) com pesquisas acadêmicas&#8221;, explicou Lica Moniz sobre o objetivo dos Cursos Livres, que estão com inscrições abertas para projetos de docentes da Universidade Federal da Bahia até o dia 18 de fevereiro. Esta edição faz parte da programação educativa da 3ª Bienal da Bahia e é inspirada na obra <em>Os Sertões</em>, de Euclides da Cunha. Saiba mais <a href="/segunda-edicao-do-projeto-cursos-livres-abre-selecao-para-docentes-da-ufba/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<div id="attachment_10180" class="wp-caption aligncenter" style="width: 512px"><a href="/wp-content/uploads/2014/01/Leitura-Pública-Bienal-da-Bahia-8.jpg"><img class=" wp-image-10180  " alt="" src="/wp-content/uploads/2014/01/Leitura-Pública-Bienal-da-Bahia-8-1024x759.jpg" width="502" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">A curadora Ana Pato e o coordenador da PROEXT-UFBA Pedro Luís Bernardo da Rocha l Foto: Blenda Tourinho</p></div>
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