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	<title>Museu de Arte Moderna da BahiaMuseu de Arte Moderna da Bahia | Museu de Arte Moderna da Bahia</title>
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		<title>SecultBA faz visita técnica às obras do MAM-BA</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2014 19:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Secretário de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), Albino Rubim, acompanhado por parlamentares, dirigentes e técnicos estaduais, realiza nesta sexta-feira, dia 19, às 10h, visita as obras de reforma do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM). Esta é considerada a mais importante intervenção predial já realizada no MAM nos últimos 50 anos, desde a sua criação no início da década de 1960. As construções mais antigas do MAM foram erguidas no século XVII, onde funcionou um engenho. A obras estão sendo realizadas em duas etapas pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), autarquia da SecultBA que administra o complexo e todos os museus estaduais, como o Palácio da Aclamação, nas imediações do Forte de São Pedro, o Palacete das Artes, no bairro da Graça, o Centro Cultural Solar Ferrão, no Pelourinho, dentre outros. A primeira etapa é física-estrutural e a segunda &#8211; a ser realizada em 2015 &#8211; contempla outras melhorias como climatização e ações técnico-funcionais. Na primeira, foram investidos R$ 7,5 milhões, que incluíram a restauração da capela, da galeria 1 (galpão do cinema e reserva técnica) e a passarela do Parque das Esculturas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fsecultba-faz-visita-tecnica-as-obras-do-mam-ba%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p style="text-align: left;" align="center">O Secretário de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), Albino Rubim, acompanhado por parlamentares, dirigentes e técnicos estaduais, realiza nesta sexta-feira, dia 19, às 10h, visita as obras de reforma do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM). Esta é considerada a mais importante intervenção predial já realizada no MAM nos últimos 50 anos, desde a sua criação no início da década de 1960. As construções mais antigas do MAM foram erguidas no século XVII, onde funcionou um engenho.</p>
<div id="attachment_12433" class="wp-caption aligncenter" style="width: 418px"><a href="/wp-content/uploads/2014/12/Obras-MAM-DEZ2014-ftLucasRosário-7.jpg"><img class=" wp-image-12433" alt="Obras MAM DEZ2014 ftLucasRosário (7)" src="/wp-content/uploads/2014/12/Obras-MAM-DEZ2014-ftLucasRosário-7-680x1024.jpg" width="408" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Parque das Esculturas | Foto: Lucas Rosário</p></div>
<p>A obras estão sendo realizadas em duas etapas pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), autarquia da SecultBA que administra o complexo e todos os museus estaduais, como o Palácio da Aclamação, nas imediações do Forte de São Pedro, o Palacete das Artes, no bairro da Graça, o Centro Cultural Solar Ferrão, no Pelourinho, dentre outros.</p>
<div id="attachment_12208" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2014/10/9216401855_5d98ad37ca_k.jpg"><img class=" wp-image-12208" alt="9216401855_5d98ad37ca_k" src="/wp-content/uploads/2014/10/9216401855_5d98ad37ca_k-1024x499.jpg" width="614" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Luciano Oliveira</p></div>
<p>A primeira etapa é física-estrutural e a segunda &#8211; a ser realizada em 2015 &#8211; contempla outras melhorias como climatização e ações técnico-funcionais. Na primeira, foram investidos R$ 7,5 milhões, que incluíram a restauração da capela, da galeria 1 (galpão do cinema e reserva técnica) e a passarela do Parque das Esculturas.</p>
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		<title>MAM abriga edição especial dos Salões de Artes Visuais da Bahia</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2014 17:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma mostra da atual produção baiana em artes visuais poderá ser contemplada no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), que vai abrigar, mais uma vez, uma edição especial dos Salões de Artes Visuais da Bahia, projeto consolidado como uma das principais ações de incentivo à criação e difusão de produção artística e à dinamização de espaços expositivos no interior do estado. Estabelecendo uma plataforma de visibilidade deste cenário também junto ao público da capital, tendo em vista ainda a visitação nacional e internacional, a exposição reúne as 41 obras que foram premiadas ou tiveram menções especiais nos sete Salões realizados nos anos de 2013 e 2014. A abertura ocorrerá no próximo dia 18 de dezembro, às 19 horas, permanecendo aberta ao público até 1º de fevereiro de 2015,numa correalização da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) e o MAM-BA, unidade do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), vinculados da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). Os Salões de Artes Visuais da Bahia, realizados pela FUNCEB há 22 anos, foram concebidos, desde o início, como uma ação de interiorização da promoção e do acesso ao panorama contemporâneo e diverso da criação baiana em artes visuais. Desde 2012, suas exposições, que aconteciam até [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmam-abriga-edicao-especial-dos-saloes-de-artes-visuais-da-bahia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Uma mostra da atual produção baiana em artes visuais poderá ser contemplada no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), que vai abrigar, mais uma vez, uma edição especial dos <i>Salões de Artes Visuais da Bahia</i>, projeto consolidado como uma das principais ações de incentivo à criação e difusão de produção artística e à dinamização de espaços expositivos no interior do estado.</p>
<p>Estabelecendo uma plataforma de visibilidade deste cenário também junto ao público da capital, tendo em vista ainda a visitação nacional e internacional, a exposição reúne as 41 obras que foram premiadas ou tiveram menções especiais nos sete <i>Salões</i> realizados nos anos de 2013 e 2014. A abertura ocorrerá no próximo dia 18 de dezembro, às 19 horas, permanecendo aberta ao público até 1º de fevereiro de 2015,numa correalização da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) e o MAM-BA, unidade do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), vinculados da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).</p>
<p><div id="attachment_12423" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2014/12/Arthur-Scovino-“Levando-os-elepês-de-Gal-para-passear”-obra-premiada-em-Feira-de-Santana-Foto-por-Eduardo-Quintela.jpg"><img class=" wp-image-12423" alt="Arthur Scovino, “Levando os elepês de Gal para passear” [obra premiada em Feira de Santana] [Foto por Eduardo Quintela]" src="/wp-content/uploads/2014/12/Arthur-Scovino-“Levando-os-elepês-de-Gal-para-passear”-obra-premiada-em-Feira-de-Santana-Foto-por-Eduardo-Quintela.jpg" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">“Levando os elepês de Gal para passear”, de Arthur Scovino, obra premiada em Feira de Santana | Foto: Eduardo Quintela</p></div>Os <i>Salões de Artes Visuais da Bahia</i>, realizados pela FUNCEB há 22 anos, foram concebidos, desde o início, como uma ação de interiorização da promoção e do acesso ao panorama contemporâneo e diverso da criação baiana em artes visuais. Desde 2012, suas exposições, que aconteciam até então em rodízio em centros geridos pela Diretoria de Espaços Culturais (DEC) da SecultBA, vêm ocupando novos espaços, em parceria com prefeituras e outras instituições, ampliando e potencializando o seu circuito de atuação. No biênio de 2013 e 2014, as exposições aconteceram em sete cidades: Feira de Santana e Vitória da Conquista, tradicionais polos do projeto, e também em Teixeira de Freitas, Lençóis, Barreiras, Camaçari e Paulo Afonso, que receberam os <i>Salões</i> pela primeira vez por conta desta abertura.</p>
<div id="attachment_12424" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2014/12/Coletivo-Entrecho-“Piriguete-3-x-500”-obra-premiada-em-Feira-de-Santana-Foto-por-Eduardo-Quintela.jpg"><img class=" wp-image-12424 " alt="Coletivo Entrecho, “Piriguete 3 x 5,00” [obra premiada em Feira de Santana] [Foto por Eduardo Quintela]" src="/wp-content/uploads/2014/12/Coletivo-Entrecho-“Piriguete-3-x-500”-obra-premiada-em-Feira-de-Santana-Foto-por-Eduardo-Quintela.jpg" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">“Piriguete 3 x 5,00”, por Coletivo Entrecho, obra premiada em Feira de Santana | Foto: Eduardo Quintela</p></div>
<p style="text-align: center;">  Em cada uma das mostras coletivas promovidas pelos <i>Salões</i>, as obras participantes são selecionadas através de edital público, que é aberto a trabalhos de livre temática nas mais diferentes modalidades das artes visuais. Além da oportunidade de terem seus trabalhos expostos num projeto reconhecido e que corrobora a qualidade artística das criações, os artistas participantes também concorrem a prêmios: em cada <i>Salão</i>, três obras recebem prêmios em dinheiro, a partir da decisão de comissões especializadas, que também conferem menções especiais. Desde 2012, há ainda o Prêmio do Público, resultante de votação direta dos visitantes, valorizando a relação e a interatividade entre a obra de arte e seus públicos. São estes trabalhos destacados, realizados por um total de 34 diferentes artistas, que agora se reúnem nesta edição especial no MAM-BA.</p>
<p><div id="attachment_12425" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="/wp-content/uploads/2014/12/Edu-O.-“Ah-se-eu-fosse-Marilyn”-obra-premiada-em-Camaçari-Foto-por-Pablo-Cordier.jpg"><img class=" wp-image-12425" alt="Edu O., “Ah, se eu fosse Marilyn!” [obra premiada em Camaçari] [Foto por Pablo Cordier]" src="/wp-content/uploads/2014/12/Edu-O.-“Ah-se-eu-fosse-Marilyn”-obra-premiada-em-Camaçari-Foto-por-Pablo-Cordier.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Autoria de Edu O., obra “Ah, se eu fosse Marilyn!”, premiada em Camaçari | Foto: Pablo Cordier</p></div> Na ocasião da abertura da mostra, também será lançado o<em> Catálogo dos Salões de Artes Visuais da Bahia 2013/2014</em>. Pela primeira vez, a publicação, que já tem três edições anteriores (além das versões impressas, disponíveis para download no site da FUNCEB – <a href="http://www.fundacaocultural.ba.gov.br/" target="_blank">www.fundacaocultural.ba.gov.br</a><wbr />), reúne não apenas as obras premiadas, mas todo o conjunto de 156 obras expostas nos <i>Salões</i> realizados no biênio, bem como um DVD com registros das performances e obras de videoarte. Assim, o material amplia o seu escopo e se propõe a ser um efetivo instrumento de difusão do cenário das artes visuais baianas, com novas estratégias de distribuição local e nacional.</p>
<p><div id="attachment_12427" class="wp-caption aligncenter" style="width: 591px"><a href="/wp-content/uploads/2014/12/Ingrid-Erika-Boer-“Paz-na-Terra”-prêmio-do-público-em-Teixeira-de-Freitas.jpg"><img class=" wp-image-12427 " alt="Ingrid Erika Boer, “Paz na Terra” [prêmio do público em Teixeira de Freitas]" src="/wp-content/uploads/2014/12/Ingrid-Erika-Boer-“Paz-na-Terra”-prêmio-do-público-em-Teixeira-de-Freitas.jpg" width="581" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">“Paz na Terra”, de Ingrid Erika Boer, recebeu o prêmio do público em Teixeira de Freitas. | Foto: Divulgação</p></div>&nbsp;</p>
<p><b>A parceria com o MAM-BA: </b>A nova edição especial dos <i>Salões</i> no MAM-BA repete uma primeira experiência, realizada em 2013, com as 17 obras premiadas no ano de 2012. A exposição, conceituada sob o título “Esquizópolis”, colocou os trabalhos em diálogo com peças do acervo do Museu, numa orientação curatorial que abordou o crescimento desordenado de Salvador e da Bahia, a partir da convivência de formas de desenho urbano e arquitetônico das cidades. <b> </b><b><br />
</b></p>
<p><b>OBRAS REUNIDAS</b></p>
<p><b>Premiados da Edição Feira de Santana:</b></p>
<p>= Arthur Scovino, “Levando os elepês de Gal para passear” [obra premiada]</p>
<p>= Coletivo Entrecho: Adriano Machado e Yasmin Nogueira, “Piriguete 3 x 5,00” [obra premiada]</p>
<p>= Flávio Marzadro, “Sublimazione Teológica II” [obra premiada]</p>
<p>= João Oliveira, “De ladraduras e dentes ou do latim: pe(re)nnis” [menção especial]</p>
<p>= Mayra Lins, “Saturação” [menção especial + prêmio do público]</p>
<p><b>Premiados da Edição Teixeira de Freitas:</b></p>
<p>= Clara Domingas, “Feels Like Homie” [obra premiada]</p>
<p>= Devarnier Hembadoom Apoema, “Caixa de socorro para hipocondríacos compulsivos” [obra premiada]</p>
<p>= João Oliveira, “Porque as fêmeas conhecem tudo da dor” [obra premiada]</p>
<p>= Osvaldo Carleone, “Requiescat in Pace” [menção especial]</p>
<p>= Tiago Sant’ana, “Como explicar Rousseau, a origem da propriedade privada e o homem em estado de natureza para 20 quilos de peixe fresco” [menção especial]</p>
<p>= Ingrid Erika Boer, “Paz na Terra” [prêmio do público]</p>
<p><b>Premiados da Edição de Lençóis</b></p>
<p>= Flávio Lopes, “Réquiem para William Turner” [obra premiada]</p>
<p>= Michelle Mattiuzzi, “Merci Beaucoup, Blanco” [obra premiada]</p>
<p>= Pablo Lucena, “Ponto Turístico nº 01” [obra premiada]</p>
<p>= Márcio Junqueira, “Devocional” [menção especial]</p>
<p>= Félix Caetanno, “Construto” [menção especial]</p>
<p>= Marco Antonio de Ferreira, “Ignescência” [prêmio do público]</p>
<p><b>Premiados da Edição de Barreiras</b></p>
<p>= Erivan Morais, “In Visibilidade” [obra premiada]</p>
<p>= Mariana David, “Paisagens para minha avó” [obra premiada]</p>
<p>= Pedro Lima, “Tapando o sol com a peneira” [obra premiada]</p>
<p>= Flávio Marzadro, “Arte no espaço público x Arte como espaço público” [menção especial]</p>
<p>= Roberta Nascimento, “Cabeça de vento” [menção especial]</p>
<p>= Arthur Scovino, “Nhanderudson” [prêmio do público]</p>
<p><b>Premiados da Edição de Vitória da Conquista</b></p>
<p>= Fábio Gatti, “Eu Boneca” [obra premiada]</p>
<p>= Roberta Nascimento, “Reação em Cadeia: A Gente se Liga em Você” [obra premiada]</p>
<p>= Tina Melo, “Velados” [obra premiada]</p>
<p>= Alex Oliveira, “Ritos de Passagem” [menção especial]</p>
<p>= André Souza, “Castelo” [menção especial]</p>
<p>= Clara Domingas, “In memoriam” [prêmio do público]</p>
<p><b>Premiados da Edição de Camaçari</b></p>
<p>= Deisiane Barbosa, “Cartões-Postais à Tereza/Caixas de Entrada” [obra premiada]</p>
<p>= Edu O., “Ah, se eu fosse Marilyn!” [obra premiada]</p>
<p>= Leandro Estevam, “Ensaiando O Sol” [obra premiada]</p>
<p>= André Lima, “Sobreviventes” [menção especial]</p>
<p>= Cenildo Silva, “Sustentáculos” [menção especial + prêmio do público]</p>
<p>= Tiago Sant’ana, “Doce X, Bala para Cosme e Damião” [menção especial]</p>
<p><b>Premiados da Edição de Paulo Afonso</b></p>
<p>= Artur Rios, “Natureza morta” e “Escoamento I” [obra premiada]</p>
<p>= Fabio Abu-chacra, “Ocupando para não desocupar” [obra premiada]</p>
<p>= Laís Guedes, “Instruções para germinar uma pessoa” [obra premiada]</p>
<p>= Adriano Machado, “Correria” [menção especial]</p>
<p>= Alex Oliveira, “Cartografia dos afetos” [menção especial + prêmio do público]</p>
<p>= Binha, “Transposição” [menção especial]</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Salões de Artes Visuais da Bahia – Edição Especial MAM-BA</b></p>
<p><b>Abertura: </b>18 de dezembro (quinta-feira), às 19 horas</p>
<p><b>Visitação:</b> Até 1º de fevereiro de 2015</p>
<p>Terça a sexta, das 13 às 19 horas; sábados, domingos e feriados, das 14 às 19 horas.</p>
<p><b>Onde:</b> Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA)</p>
<p>Solar do Unhão, Avenida Contorno, s/nº<i></i></p>
<p><b>Quanto: </b>Grátis</p>
<p><b>Informações:</b> <strong>71 3324-8519 / </strong><a href="mailto:saloes.artesvisuais@funceb.ba.gov.br" target="_blank">saloes.artesvisuais@funceb.ba.<wbr />gov.br</a></p>
<p><b>Correalização:</b> MAM-BA/ IPAC</p>
<p><b>Realização: </b>Dirart/ FUNCEB/ SecultBA</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tempos vivos de uma arquitetura</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 16:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gess Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Zollinger]]></category>
		<category><![CDATA[Centenário Lina Bo Bardi]]></category>
		<category><![CDATA[Federico Calabrese]]></category>
		<category><![CDATA[Lina Bo Bardi]]></category>
		<category><![CDATA[MAM]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), até o dia 19 de dezembro, as duas exposições que celebram o centenário da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi. A mostra Lina BA/58-64, com curadoria de Carla Zollinger, expõe maquetes de edifícios de Lina Bo Bardi construídos em Salvador. Corrupting Lina, curada por Federico Calabrese, traz releituras da obra de Lina por arquitetos italianos e brasileiros contemporâneos. A entrada é gratuita. Veja fotos do evento &#8220;Centenário Lina Bo Bardi &#8211; Tempos vivos de uma arquitetura&#8221; em nossa página do Facebook. &#160;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Ftempos-vivos-de-uma-arquitetura%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Estão abertas no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), até o dia 19 de dezembro, as duas exposições que celebram o centenário da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi. A mostra <em>Lina BA/58-64</em>, com curadoria de Carla Zollinger, expõe maquetes de edifícios de Lina Bo Bardi construídos em Salvador.<em> Corrupting Lina</em>, curada por Federico Calabrese, traz releituras da obra de Lina por arquitetos italianos e brasileiros contemporâneos. A entrada é gratuita.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.772567646153573.1073741906.160224184054592&amp;type=3">Veja fotos do evento &#8220;Centenário Lina Bo Bardi &#8211; Tempos vivos de uma arquitetura&#8221; em nossa página do Facebook.</a></p>
<div id="attachment_12419" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2014/12/2014-12-03-19.03.08.jpg"><img class=" wp-image-12419" alt="2014-12-03 19.03.08" src="/wp-content/uploads/2014/12/2014-12-03-19.03.08-1024x680.jpg" width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra Lina BA/58-64 expõe maquetes de edifícios de Lina Bo Bardi construídos em Salvador | Foto: Gess Alencar</p></div>
<div id="attachment_12418" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2014/12/2014-12-03-19.02.33.jpg"><img class=" wp-image-12418" alt="2014-12-03 19.02.33" src="/wp-content/uploads/2014/12/2014-12-03-19.02.33-1024x680.jpg" width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição &#8220;Corrupting Lina&#8221; traz releituras feitas por arquitetos italianos e brasileiros contemporâneos da obra de Lina | Foto: Gess Alencar</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Evento de três dias celebra centenário de Lina Bo Bardi</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 19:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gess Alencar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Centenário Lina Bo Bardi]]></category>
		<category><![CDATA[Lina Bo Bardi]]></category>
		<category><![CDATA[MAM]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Escola Lina Bo Bardi]]></category>

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		<description><![CDATA[O evento “Centenário Lina Bo Bardi – tempos vivos de uma arquitetura” se propõe a discutir a obra da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi (1914-1992) de forma histórica, crítica e atual e acontece em Salvador nos próximos dias 3, 4 e 5 de dezembro. Os dois primeiros dias acontecerão no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), que também abrigará duas exposições: a exposição de maquetes Lina BA 58/64, com curadoria de Carla Zollinger, e Corrupiting Lina, curada por Federico Calabrese. O evento estrutura-se em três sessões. Para participar dos dias de discussão é necessário fazer inscrição de forma gratuita através do e-mail linatemposivos@gmail.com. No primeiro dia, além da abertura das duas exposições, pesquisadores e convidados &#8211; como o atual diretor do MAM-BA, Marcelo Rezende &#8211; tratarão das obras de Lina nos seus tempos e espaços; já no dia 4, abordarão Salvador nos tempos de Lina Bo Bardi; na terceira sessão, que acontece no Museu Casa do Benin, profissionais responsáveis pelas intervenções atuais nas obras da arquiteta debaterão suas posturas com os pesquisadores e com o público. Exposições A mostra Lina BA/58-64 expõe maquetes de edifícios de Lina Bo Bardi construídos em Salvador. Corrupting Lina, por sua vez, traz releituras por arquitetos italianos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fevento-de-tres-dias-celebra-centenario-de-lina-bo-bardi%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>O evento “<em>Centenário Lina Bo Bardi – tempos vivos de uma arquitetura</em>” se propõe a discutir a obra da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi (1914-1992) de forma histórica, crítica e atual e acontece em Salvador nos próximos dias 3, 4 e 5 de dezembro. Os dois primeiros dias acontecerão no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), que também abrigará duas exposições: a exposição de maquetes <em>Lina BA 58/64</em>, com curadoria de Carla Zollinger, e <em>Corrupiting Lina</em>, curada por Federico Calabrese.</p>
<p>O evento estrutura-se em três sessões. Para participar dos dias de discussão é necessário fazer inscrição de forma gratuita através do e-mail <em>linatemposivos@gmail.com. </em>No primeiro dia, além da abertura das duas exposições, pesquisadores e convidados &#8211; como o atual diretor do MAM-BA, Marcelo Rezende &#8211; tratarão das obras de Lina nos seus tempos e espaços; já no dia 4, abordarão Salvador nos tempos de Lina Bo Bardi; na terceira sessão, que acontece no Museu Casa do Benin, profissionais responsáveis pelas intervenções atuais nas obras da arquiteta debaterão suas posturas com os pesquisadores e com o público.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 398px"><a href="/wp-content/uploads/2014/12/lina-bo-bardi.jpg"><img alt="lina bo bardi" src="/wp-content/uploads/2014/12/lina-bo-bardi.jpg" width="388" height="530" /></a><p class="wp-caption-text">Lina Bo Bardi idealizou o MAM-BA, inaugurado em 1960, para funcionar como museu-escola, um espaço de interação e troca | Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong>Exposições</strong></p>
<p><strong></strong>A mostra <em>Lina BA/58-64</em> expõe maquetes de edifícios de Lina Bo Bardi construídos em Salvador.<em> Corrupting Lina</em>, por sua vez, traz releituras por arquitetos italianos e brasileiros contemporâneos. As duas estarão abertas no primeiro piso do Casarão do MAM-BA até 19 de dezembro.</p>
<p><strong>Lina e o MAM-BA<br />
</strong></p>
<p>No Brasil desde 1946, Lina Bo Bardi inaugurou, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) no Solar do Unhão, conjunto colonial do século 17 que restaurou para a criação do Museu. Naturalizada brasileira no ano 1951, a arquiteta idealizou o MAM-BA para funcionar como museu-escola, espaço de interação e troca. O projeto foi interrompido pelo golpe de 1964 e o museu foi palco de longos períodos de abandono.</p>
<p><strong>Para participar dos dias de discussão é necessário fazer inscrição de forma gratuita através do e-mail </strong><em>linatemposivos@gmail.com<strong>.</strong></em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2014/12/unnamed.jpg"><img class="size-full wp-image-12412 aligncenter" alt="unnamed" src="/wp-content/uploads/2014/12/unnamed.jpg" width="568" height="480" /></a></p>
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		<title>INSCRIÇÕES ENCERRADAS para Oficina de Xilografia</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2014 22:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gess Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficinas do MAM]]></category>
		<category><![CDATA[Florival Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas do Mam]]></category>
		<category><![CDATA[xilografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os inscritos receberão um e-mail de confirmação Estão encerradas as inscrições para  a Oficina de Xilografia que acontece nos dias 01, 02 e 03 de dezembro, na próxima semana. A oficina tem 10 vagas e as aulas, ministradas por Florival Oliveira, acontecerão entre 13h30 e 17h no espaço das Oficinas do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). Mais informações pelo e-mail oficinasdomam@gmail.com e telefone (71) 3117-6141.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Finscricoes-encerradas-para-oficina-de-xilografia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><em>Os inscritos receberão um e-mail de confirmação</em></p>
<p style="text-align: left;"><a href="/wp-content/uploads/2014/11/dstwet.jpg"><img class="wp-image-12398 aligncenter" alt="dstwet" src="/wp-content/uploads/2014/11/dstwet-1024x682.jpg" width="614" height="409" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Estão encerradas as inscrições para  a Oficina de Xilografia que acontece nos dias 01, 02 e 03 de dezembro, na próxima semana. A oficina tem 10 vagas e as aulas, ministradas por Florival Oliveira, acontecerão entre 13h30 e 17h no espaço das Oficinas do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).</p>
<p style="text-align: left;">Mais informações pelo e-mail <a href="mailto:oficinasdomam@gmail.com" target="_blank">oficinasdomam@gmail.com</a> e telefone (71) 3117-6141.</p>
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		<title>Ainda dá tempo de participar da Formação Continuada</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 19:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gess Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[É professor e ainda não se inscreveu para a Formação Continuada que acontece amanhã, 28, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA)? Ainda dá tempo de se participar! A Formação Continuada é uma extensão do trabalho do Educativo da 3ª Bienal da Bahia, que envolveu alunos, professores, mediadores e público geral na reflexão É Tudo Nordeste? &#160; A formação, aberta somente para professores, inclui visita mediada ao espaços do museu, conversa sobre mediação e educação e atividade com o material educativo produzido pela Bienal da Bahia. Haverá dois grupos: o primeiro das 9h às 12h e o segundo das 14h às 17h. Os participantes receberão ao final um kit do material educativo e certificado.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fainda-da-tempo-participar-da-formacao-continuada%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>É professor e ainda não se inscreveu para a Formação Continuada que acontece amanhã, 28, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA)? Ainda dá tempo de se participar! A Formação Continuada é uma extensão do trabalho do Educativo da 3ª Bienal da Bahia, que envolveu alunos, professores, mediadores e público geral na reflexão <i>É Tudo Nordeste?</i></p>
<div id="attachment_12382" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2014/11/Jogo-de-Roda-Lara-Carvalho-3.jpg"><img class="wp-image-12382 " alt="Jogo de Roda - Lara Carvalho-3" src="/wp-content/uploads/2014/11/Jogo-de-Roda-Lara-Carvalho-3-1024x680.jpg" width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Os participantes receberão ao final um kit do material educativo | Foto: Lara Carvalho</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 13px;">A formação, aberta somente para professores, inclui visita mediada ao espaços do museu, conversa sobre mediação e educação e atividade com o material educativo produzido pela Bienal da Bahia. Haverá dois grupos: o primeiro das 9h às 12h e o segundo das 14h às 17h. Os participantes receberão ao final um kit do material educativo e certificado.</span><a href="https://docs.google.com/forms/d/1S9EYsIeU6qdbqfSJ4HAKUQbTpUbIHmNcbMqNiLtsnZg/viewform"><img class="alignnone size-full wp-image-12377" alt="unnamed (1)" src="/wp-content/uploads/2014/11/unnamed-1.png" width="750" height="164" /></a></p>
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		<title>ENCERRADAS! MAM abre inscrições para Oficina de Xilografia</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 21:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gess Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficinas do MAM]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a Oficina de Xilografia que acontece nos dias 01, 02 e 03 de dezembro, na próxima semana. A oficina é aberta tanto ao público iniciante, como a alunos e gravadores experientes. A oficina, ministrada por Florival Oliveira, tem o limite de 10 vagas. Durante a oficina serão explorados aspectos técnicos, teóricos e práticos da xilografia. As aulas, que acontecerão entre 13h30 e 17h, incluem a organização da matriz, processos técnicos e experimentais, manuseio das ferramentas, entintagem e reprodução. Florival, artista e professor das Oficinas do MAM, participou da 3ª Bienal da Bahia na exposição Naturalismo Integral e participa também da exposição “Triangulações” em cartaz no MAM até o final do mês. Os interessados devem fazer a matrícula pelo link: https://docs.google.com/forms/d/1h9i2Vq7l2DzCXyokefcZAc-J7sTeTh3L6XHysCZn5pk/viewform?usp=send_form.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Finscricoes-abertas-para-oficina-de-xilografia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p><span style="font-size: 13px;">Estão abertas as inscrições para a Oficina de Xilografia que acontece nos dias 01, 02 e 03 de dezembro, na próxima semana. </span><span style="font-size: 13px;">A oficina é aberta tanto ao público iniciante, como a alunos e gravadores experientes. A oficina, ministrada por Florival Oliveira, tem o limite de 10 vagas.</span></p>
<div id="attachment_12392" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2014/11/15060174321_f032889060_k.jpg"><img class=" wp-image-12392 " alt="15060174321_f032889060_k" src="/wp-content/uploads/2014/11/15060174321_f032889060_k-1024x682.jpg" width="614" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a oficina serão explorados aspectos técnicos, teóricos e práticos da xilografia | Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Durante a oficina serão explorados aspectos técnicos, teóricos e práticos da xilografia. As aulas, que acontecerão entre 13h30 e 17h, incluem a organização da matriz, processos técnicos e experimentais, manuseio das ferramentas, entintagem e reprodução. Florival, artista e professor das Oficinas do MAM, participou da 3ª Bienal da Bahia na exposição Naturalismo Integral e participa também da exposição “Triangulações” em cartaz no MAM até o final do mês.</p>
<p>Os interessados devem fazer a matrícula pelo link: <a href="https://docs.google.com/forms/d/1h9i2Vq7l2DzCXyokefcZAc-J7sTeTh3L6XHysCZn5pk/viewform?usp=send_form" target="_blank">https://docs.google.com/<wbr />forms/d/<wbr />1h9i2Vq7l2DzCXyokefcZAc-<wbr />J7sTeTh3L6XHysCZn5pk/viewform?<wbr />usp=send_form</a>.</p>
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		<title>Memória Parque</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2014 14:23:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gess Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficinas do MAM]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Classe]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Parque]]></category>
		<category><![CDATA[Memória Parque]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto Memória Parque é organizado pelo Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) em parceria com a Escola Parque. O projeto é fruto do restauro feito pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) dos murais modernistas das Escolas Classe e Parque. Discutir produção, patrimônio, espaço, construção coletiva e individual são alguns dos objetivos do projeto Memória Parque, com um cronograma que vai até o mês de dezembro e resulta em um mural coletivo de peças cerâmicas produzidas pelos alunos, professores, mediadores e funcionários. As Escolas Classe terão visitas guiadas aos painéis modernistas e ao mural cerâmico construído na Escola Classe IV a partir da próxima segunda-feira, 24. Veja o vídeo do projeto: https://vimeo.com/112650409 Saiba mais sobre o Memória Parque: http://bahiamam.org/?p=12119]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmemoria-parque%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>O projeto Memória Parque é organizado pelo Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) em parceria com a Escola Parque. O projeto é fruto do restauro feito pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) dos murais modernistas das Escolas Classe e Parque. Discutir produção, patrimônio, espaço, construção coletiva e individual são alguns dos objetivos do projeto Memória Parque, com um cronograma que vai até o mês de dezembro e resulta em um mural coletivo de peças cerâmicas produzidas pelos alunos, professores, mediadores e funcionários.<br />
As Escolas Classe terão visitas guiadas aos painéis modernistas e ao mural cerâmico construído na Escola Classe IV a partir da próxima segunda-feira, 24.</p>
<p>Veja o vídeo do projeto:</p>
<p><a href="https://vimeo.com/112650409" target="_blank"><a href="https://vimeo.com/112650409" target="_blank">https://vimeo.com/112650409</a></a></p>
<p>Saiba mais sobre o Memória Parque: http://bahiamam.org/?p=12119</p>
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		<item>
		<title>Meteorangos tchecos</title>
		<link>http://bahiamam.org/12326/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=12326</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2014 18:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gess Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[André Rangel]]></category>
		<category><![CDATA[Camila Sposati]]></category>
		<category><![CDATA[Edbrass Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Greice Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Larrálibus Esumálicus Cujulélibus]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorango Kid]]></category>
		<category><![CDATA[Orlando Pinho]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Anatômico da Terra]]></category>
		<category><![CDATA[Tuzé de Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Smetak]]></category>

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		<description><![CDATA[A música terminou e a sensação era de que alguma coisa sairia do buraco. Os magos, mágicos, feiticeiros responsáveis pelo som se batizam “meteorangos”. Meteorango Kid foi a canção que abriu o show. Pintaram-se de terra para tocar no interior da Terra. “Nosso figurino é tcheco”, brincava Tuzé de Abreu enquanto tudo o que vestia era uma sunga. O bastidor foi o palco. O palco, o Teatro Anatômico da Terra, na Ilha de Itaparica. Durante o Larrálibus Esumálicus Cujulélibus, concerto de música experimental apresentado no último sábado, 15, Tuzé de Abreu, Greice Carvalho, André Rangel, Orlando Pinho e Edbrass Brasil, com influências teatrais, ampliaram vozes, violões e piston cretino utilizando apenas a acústica do Teatro Anatômico da Terra, projeto da artista Camila Sposati para a 3ª Bienal da Bahia, onde o público se dividiu entre gente que já sabia de cor a poesia do grupo e moradores da ilha que chegavam tímidos para entender o que estava acontecendo. O repertório foi resultado da adaptação feita de Novas Aventuras no País do Som, show que os artistas realizaram juntos no Teatro Villa Velha, em julho deste ano, em Salvador. Além disso, apresentaram composições inéditas como Arquiteto, letra musicada por Orlando Pinho em três [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2F12326%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>A música terminou e a sensação era de que alguma coisa sairia do buraco. Os magos, mágicos, feiticeiros responsáveis pelo som se batizam “meteorangos”. <em>Meteorango Kid</em> foi a canção que abriu o show. Pintaram-se de terra para tocar no interior da Terra. “Nosso figurino é tcheco”, brincava Tuzé de Abreu enquanto tudo o que vestia era uma sunga. O bastidor foi o palco. O palco, o <em>Teatro Anatômico da Terra</em>, na Ilha de Itaparica.</p>
<div id="attachment_12327" class="wp-caption aligncenter" style="width: 419px"><a href="/wp-content/uploads/2014/11/15194473803_399cad4147_k.jpg"><img class="wp-image-12327 " alt="15194473803_399cad4147_k" src="/wp-content/uploads/2014/11/15194473803_399cad4147_k-682x1024.jpg" width="409" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Com apresentação bastante performática, o grupo apresentou composições próprias, algumas inéditas | Foto: Isbela Trigo</p></div>
<p><span style="font-size: 13px;">Durante o </span><i style="font-size: 13px;">Larrálibus Esumálicus Cujulélibus</i><span style="font-size: 13px;">, concerto de música experimental apresentado no último sábado, 15, Tuzé de Abreu, Greice Carvalho, André Rangel, Orlando Pinho e Edbrass Brasil, com influências teatrais, ampliaram vozes, violões e piston cretino utilizando apenas a acústica do<em> Teatro Anatômico da Terra</em>, projeto da artista Camila Sposati para a 3ª Bienal da Bahia, onde o público se dividiu entre gente que já sabia de cor a poesia do grupo e moradores da ilha que chegavam tímidos para entender o que estava acontecendo.</span></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2014/11/DSC_0030.jpg"><img alt="Marcado pela experimentação de instrumentos musicais, o grupo apresenta juntos o show Novas Aventuras no País do Som | Foto: Gess Alencar" src="/wp-content/uploads/2014/11/DSC_0030-1024x680.jpg" width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Marcados pela experimentação de instrumentos musicais, os músicos fazem parte do grupo que apresenta o show Novas Aventuras no País do Som | Foto: Gess Alencar</p></div>
<p>O repertório foi resultado da adaptação feita de <em>Novas Aventuras no País do Som</em>, show que os artistas realizaram juntos no Teatro Villa Velha, em julho deste ano, em Salvador. Além disso, apresentaram composições inéditas como <i>Arquiteto</i>, letra musicada por Orlando Pinho em três dias antes da apresentação.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 419px"><a href="/wp-content/uploads/2014/11/15628077649_5a489555d0_k.jpg"><img alt="15628077649_5a489555d0_k" src="/wp-content/uploads/2014/11/15628077649_5a489555d0_k-682x1024.jpg" width="409" height="614" /></a><p class="wp-caption-text"><br />&#8220;Larrálibus Esumálicus Cujulélibus&#8221; foi última ação dentro do Teatro Anatômico da Terra antes que comece sua demolição | Foto: Isbela Trigo</p></div>
<p>Para a artista Camila Sposati, o show, última ação dentro do Teatro antes que comece sua demolição, casou totalmente com o conceito de sua obra, inspirada nos teatros anatômicos do corpo humano surgidos na Europa, no século XVI. “Eles entraram totalmente na atmosfera do Teatro. Primeiro que eles estão com argila no corpo. E, depois, que tudo se encaixa: a coincidência do Tuzé ter trabalhado com dissecação de corpos no Instituto Médico Legal Nina Rodrigues, a relação dele com Smetak, a brincadeira relacionando João Ubaldo Ribeiro, que também era da Ilha, com a “água do balde” [água que se acumula no Teatro]. Então, tudo se encaixa.”</p>
<div id="attachment_12346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2014/11/DSC_0100.jpg"><img class="wp-image-12346 " alt="DSC_0100" src="/wp-content/uploads/2014/11/DSC_0100-1024x680.jpg" width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">O &#8220;Teatro Anatômico da Terra&#8221; é um projeto da artista Camila Sposati para a 3ª Bienal da Bahia</p></div>
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		<title>Ação Tempostal apresenta obra de Diógenes Rebouças na Escola Classe II</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 21:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gess Alencar</dc:creator>
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<p>A Ação Tempostal, que acontece na Escola Classe II na próxima sexta-feira, 21, às 8h30, será apresentada pelo Museu Tempostal para alunos e professores da escola e é parte do projeto Memória Parque. Com o objetivo de mostrar a relação sensível e consciente do arquiteto Diógenes Rebouças para com a cidade, a ação apresentará ao público, por meio de postais e fotografias, Salvador retratada em algumas das principais obras do arquiteto. Além disso, serão mostrados o espaço físico, as exposições, o acervo e atividades do serviço educativo do Museu Tempostal.</p>
<p><span style="font-size: 13px;">O projeto Memória Parque, organizado pelo Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) em parceria com a Escola Parque, é fruto do restauro feito pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) dos murais modernistas das Escolas Classe e Parque. Clique para saber mais sobre o Memória Parque.</span></p>
<p><b style="font-size: 13px;">Diógenes Rebouças</b></p>
<p><span style="font-size: 13px;">Diógenes de Almeida Rebouças foi o mais renomado e influente arquiteto baiano entre o final dos anos 1940 e o início dos anos 1960. Em 2014, comemora-se o centenário desse urbanista, que teve papel fundamental na construção da paisagem de Salvador. Foi diretor do Escritório do Plano de Urbanismo da Cidade de Salvador (EPUCS), professor Universidade Federal da Bahia (UFBA) e, ao longo de sua carreira, projetou lugares como a Avenida Centenário, a Penitenciária do Estado, a Avenida Contorno, a Estação Rodoviária da Sete Portas e a Faculdade de Arquitetura da UFBA.</span></p>
<div id="attachment_12322" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="/wp-content/uploads/2014/11/apresentacao-v1421-f668-original.jpg"><img class="wp-image-12322 " alt="apresentacao-v1421-f668-original" src="/wp-content/uploads/2014/11/apresentacao-v1421-f668-original.jpg" width="480" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Construção da Avenida Contorno, projeto de Diógenes Rebouças | Foto: Divulgação</p></div>
<p><span style="font-size: 13px;">Além disso, baseado na pedagogia de Anísio Teixeira, concebeu uma série de edifícios escolares em diversas cidades baianas. A produção desse período teve seu ponto culminante no Centro Educacional Carneiro Ribeiro, em Salvador, formado por uma Escola-Parque e quatro Escolas-Classe e que se torna imediatamente uma referência nacional e internacional de arquitetura escolar, servindo de modelo ainda hoje para projetos semelhantes em outras cidades brasileiras.</span></p>
<p><b style="font-size: 13px;">Escolas Classe e Parque</b></p>
<p><span style="font-size: 13px;">Em 1950, foi inaugurado no bairro Caixa D’Água, em Salvador, o Centro Educacional Carneiro Ribeiro através Plano Estadual de Educação Escolar, desenvolvido por Anísio Teixeira, então Secretário de Educação do Estado da Bahia. O complexo nasceu com a proposta de oferecer ensino integral e era originalmente composto por uma Escola Parque (destinada ao desenvolvimento de habilidades técnicas, esportivas, artísticas, e de socialização dos alunos) e por quatro Escolas Classe (dedicadas ao currículo formal). Além dessas, conta hoje com mais quatro Escolas Classe.</span></p>
<div id="attachment_12323" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="/wp-content/uploads/2014/11/escola-parque-60-anos-108.jpg"><img class="wp-image-12323 " alt="escola-parque-60-anos-108" src="/wp-content/uploads/2014/11/escola-parque-60-anos-108.jpg" width="420" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">A Escola Parque, assim como as Escolas Classe, foi projetada por Diógenes Rebouças em parceria com Hélio de Queiroz Duarte | Foto: Divulgação</p></div>
<p><span style="font-size: 13px;">Arquitetadas por Diógenes Rebouças e Hélio de Queiroz Duarte, as escolas se tornaram o mais importante conjunto de arte mural moderna da Bahia devido a presença de obras de artistas como Mário Cravo Júnior, Carybé, Jenner Augusto, Carlos Magano e Maria Célia Calmon. No último dia 10, o IPAC entregou restauradas sete dessas obras, entre painéis, afrescos, telas e murais.</span></p>
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