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	<title>Museu de Arte Moderna da BahiaFotografia | Museu de Arte Moderna da Bahia</title>
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		<title>INSCRIÇÕES ENCERRADAS! Curso Fotografia_você sabe o que está fazendo? acontece no MAM-BA</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2014 19:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jaqueline Suzarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Beatriz Franco]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina]]></category>

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		<description><![CDATA[As inscrições para a oficina Fotografia _você sabe o que está fazendo?, ministrada pela fotógrafa e artista Beatriz Franco entre 27 e 29 de maio, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), já foram encerradas. Foram enviados e-mails de confirmação para os selecionados do curso, que acontece entre os dias 27 e 29 de maio. As aulas são gratuitas e acontecem das 10h às 13h. Ao todo, são oferecidas 20 vagas. Os interessados em participar devem possuir uma produção em fotografia. A partir de conhecimentos técnicos e conceituais, o curso visa esclarecer a artistas visuais e interessados quais as possibilidades de uso e como melhor aproveitar a fotografia em seus projetos. Além disto, vai orientar os participantes para a escolha dos meios e suportes fotográficos mais adequados aos objetivos do seu trabalho, pensando desde a captura da imagem até a impressão em fine-art. Com carga horária de 9 horas, o curso é divido em duas etapas: na primeira será apresentado o conteúdo teórico sobre a captura de imagens e as consequências destas escolhas para a futura impressão da fotografia e armazenamento do arquivo em longo prazo. Na segunda etapa, os conceitos aprendidos serão aplicados de modo prático, por meio da discussão colaborativa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fcurso-fotografia_voce-sabe-o-que-esta-fazendo-abre-inscricoes-esta-semana%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>As inscrições para a oficina <em>Fotografia _você sabe o que está fazendo?, </em>ministrada pela fotógrafa e artista Beatriz Franco entre 27 e 29 de maio,<em> </em>no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), já foram encerradas. <strong>Foram enviados e-mails de confirmação para os selecionados do curso</strong>, que acontece entre os dias 27 e 29 de maio.</p>
<p>As aulas são gratuitas e acontecem das 10h às 13h. Ao todo, são oferecidas 20 vagas. Os interessados em participar devem possuir uma produção em fotografia.</p>
<div id="attachment_11130" class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><a href="/wp-content/uploads/2014/05/beatrizfranco.jpg"><img class="wp-image-11130 " alt="Fotos de Beatriz Franco" src="/wp-content/uploads/2014/05/beatrizfranco.jpg" width="441" height="588" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos de Beatriz Franco</p></div>
<p>A partir de conhecimentos técnicos e conceituais, o curso visa esclarecer a artistas visuais e interessados quais as possibilidades de uso e como melhor aproveitar a fotografia em seus projetos. Além disto, vai orientar os participantes para a escolha dos meios e suportes fotográficos mais adequados aos objetivos do seu trabalho, pensando desde a captura da imagem até a impressão em <em>fine-ar</em>t.</p>
<p>Com carga horária de 9 horas, o curso é divido em duas etapas: na primeira será apresentado o conteúdo teórico sobre a captura de imagens e as consequências destas escolhas para a futura impressão da fotografia e armazenamento do arquivo em longo prazo. Na segunda etapa, os conceitos aprendidos serão aplicados de modo prático, por meio da discussão colaborativa dos projetos trazidos pelos alunos.</p>
<p>Vai ser trabalhado o que é preciso saber para dialogar com o laboratório de impressão (printer) e alcançar o resultado planejado para a sua cópia fotográfica, tipos de arquivo: raw x jpg, a escolha do tipo de impressão, suas consequências conceituais e de preservação.</p>
<p>Para participar do curso é preciso possuir uma produção em fotografia e será feita uma seleção pela professora. São de 15 a 20 vagas. As aulas vão ser das 10h às 13h e as inscrições gratuitas. Fique ligado!</p>
<p><strong>Saiba mais sobre a fotógrafa:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p><strong style="text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/2014/05/MG_6690A-copy.jpg"><img class="size-medium wp-image-11122 alignleft" alt="BEATRIZ FRANCO / MUITO" src="/wp-content/uploads/2014/05/MG_6690A-copy-200x300.jpg" width="200" height="300" /></a></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> Beatriz Franco</strong> (Salvador, 1976). De formação autodidata na fotografia, Beatriz estudou Psicologia na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Desde a infância se interessa por fotografia. Anos depois frequenta o atelier do pintor argentino Alejandro Kantemiroff, com o qual desenvolveu o estudo do desenho como pesquisa e expressão do inconsciente, conceito que aprofunda nos anos seguintes no seu trabalho com a fotografia. Em 2001 começa a participar de diversas outras coletivas e individuais (MAM-BA, Museu Afro-Brasil (SP), Bienal doRecôncavo, Goethe Istitut, Centro Cultural da Caixa, Aliança Francesa, Acbeu, Mônica Filgueiras Galeria (SP), Paulo Darzé Galeria (SSA), 1500 Gallery, entre outras). Seu trabalho está na coleção do Museu de Arte Moderna da Bahia, na Brazil Golden Art Collection, na Coleção da Embaixada do Brasil em Roma e em diversas coleções particulares. Em 2009 faz uma residência artística na Itália,  prêmio concedido pelo Fundo de Cultura do Estado da Bahia. Em 2010 recebe o prêmio Brasil Arte Contemporânea da Fundação Bienal de São Paulo com o trabalho que desenvolveu na Itália. Como professora ministrou aulas nos cursos de graduação em Comunicação Social na FTC (Faculdade de Tecnologia e Ciências, Salvador) e diversos cursos livres e oficinas em Salvador, São Paulo e Roma. Como aluna de fotografia, acaba de voltar de dois workshops na renomada ICP (International Center of Photography) em Nova Iorque.</p>
<p><strong>O quê: </strong>Curso Fotografia _você sabe o que está fazendo?<br />
<strong>Quando</strong>: 27 a 29 de maio<br />
<strong>Onde</strong>: Museu de Arte Moderna (MAM-BA)<br />
<strong>Informações</strong>: (71) 3117-6143<br />
<strong>Gratuito</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em Foco reúne amantes da fotografia de cinema</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Apr 2014 13:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thuanne Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Em Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia em Movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Labfoto]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[Sala Walter]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realizou nesta quinta-feira, 10, a 5ª edição do Em Foco, que teve como tema Fotografia em Movimento. O evento aconteceu na Sala Walter da Silveira, nos Barris,com mediação do professor da Ufba Leonardo Reis. Os convidados foram os profissionais Hamilton Oliveira, Paulo Hermida e Paulo Alcântara. Os amantes da fotografia de cinema puderam entender mais sobre o campo e os procedimentos da área durante o debate dos participantes. &#8220;O fotógrafo de cinema faz parte de um processo coletivo, enquanto o fotógrafo de still está mais livre para desenvolver seus projetos&#8221;, diferenciou o mediador, antes do início da apresentação dos participantes, que atuam de forma ampla a área do cinema e do audiovisual. Paulo Alcântara foi o primeiro a falar e revelou ao público que teve um pouco de dificuldade de saber como abordar o tema do evento. &#8220;Quando falamos em fotografia temos a ideia de uma imagem fixa, mas o que seria a fotografia de cinema? Ela é a fotografia que requer uma trabalho apurado, porque são criadas realidades em movimento&#8221;, explicou. Segundo Alcântara, o fotógrafo de cinema trabalha em estreita colaboração com os demais profissionais envolvidos em um projeto, como um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fsala-walter-da-silveira-recebe-mais-uma-edicao-do-em-foco%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realizou nesta quinta-feira, 10, a 5ª edição do Em Foco, que teve como tema Fotografia em Movimento. O evento aconteceu na Sala Walter da Silveira, nos Barris,com mediação do professor da Ufba Leonardo Reis. Os convidados foram os profissionais Hamilton Oliveira, Paulo Hermida e Paulo Alcântara. Os amantes da fotografia de cinema puderam entender mais sobre o campo e os procedimentos da área durante o debate dos participantes.</p>
<div id="attachment_10941" class="wp-caption aligncenter" style="width: 512px"><a href="/wp-content/uploads/2014/04/emfoco.jpg"><img class=" wp-image-10941 " alt="Convidados falam sobre direção de fotografia. Foto: Tayse Argôlo | Labfoto" src="/wp-content/uploads/2014/04/emfoco.jpg" width="502" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">Convidados falam sobre direção de fotografia. Foto: Tayse Argôlo | Labfoto</p></div>
<p>&#8220;O fotógrafo de cinema faz parte de um processo coletivo, enquanto o fotógrafo de still está mais livre para desenvolver seus projetos&#8221;, diferenciou o mediador, antes do início da apresentação dos participantes, que atuam de forma ampla a área do cinema e do audiovisual.</p>
<p>Paulo Alcântara foi o primeiro a falar e revelou ao público que teve um pouco de dificuldade de saber como abordar o tema do evento. &#8220;Quando falamos em fotografia temos a ideia de uma imagem fixa, mas o que seria a fotografia de cinema? Ela é a fotografia que requer uma trabalho apurado, porque são criadas realidades em movimento&#8221;, explicou. Segundo Alcântara, o fotógrafo de cinema trabalha em estreita colaboração com os demais profissionais envolvidos em um projeto, como um filme, por exemplo.</p>
<p>Alcântara contou sobre sua trajetória profissional na área, desde sua formação em Publicidade e Propaganda e dos seus primeiros trabalhos como voluntário em produções. Sua curiosidade o levou até a Espanha, onde fez uma especialização em direção de fotografia em cinema. &#8220;O diretor de fotografia é o cara que organiza o departamento de fotografia dentro de um filme. Ele é responsável por imprimir uma estética específica na obra, em concordância com o diretor&#8221;, afirmou. Paulo Alcântara também mostrou alguns trabalhos de direção de fotografia desenvolvidos por ele, como no curta Amor em Ponta de Faca, no videoclipe Soteropolitana, da banda Cascadura e no documentário Água de Meninos.</p>
<p>Hamilton Oliveira, por sua vez, destacou que o fotógrafo de cinema tem que ser político para manter a equipe unida a favor do filme. Hamilton também falou um pouco da sua trajetória, que começou na prática. &#8220;Eu tinha um laboratório de still preto e branca em casa. Trabalhei como repórter cinematográfico na transição da película para o vídeo&#8221;, relembrou. Para ele, fazendo jornalismo se aprende noções de tempo, técnicas de exposição do filme e principalmente, a contar histórias. Além do jornalismo, também passou por produtoras, fez Publicidade e, só depois, resolveu estudar Cinema.</p>
<p>Sobre o seu trabalho no Cinema, afirmou: &#8220;Quando pego um roteiro, tento lê-lo pela primeira vez sem pré-conceber nada, mas para mim isso é quase impossível. Tudo vira imagem&#8221;, justificou. Entretanto, pode haver um distanciamento entre o que foi imaginado e a realidade do set de gravação. &#8220;No set, tudo que foi pensado pelo diretor de fotografia pode mudar&#8221;, afirmou. Para ele, isso não é um problema, pois em parceria com o diretor, podem ser achadas soluções que não gastem dinheiro e que não façam o filme perder a história. &#8220;Fazer cinema é divertido. O set, para mim, é meu parque de diversões&#8221;, comentou. Hamilton também destacou que o trabalho realizado pelo fotógrafo de cinema tem que ser negociado com o diretor e que o não tem um determinado estilo. &#8220;O meu estilo é o que tá escrito no roteiro&#8221;, resumiu.</p>
<div id="attachment_10942" class="wp-caption aligncenter" style="width: 494px"><a href="/wp-content/uploads/2014/04/emfoco2.jpg"><img class=" wp-image-10942   " alt="Participantes assistem a produções dos convidados. Foto: Tayse Argôlo | Labfoto" src="/wp-content/uploads/2014/04/emfoco2.jpg" width="484" height="322" /></a><p class="wp-caption-text">Participantes assistem a produções dos convidados. Foto: Tayse Argôlo | Labfoto</p></div>
<p>Já Paulo Hermida também refletiu sobre o que é ser um diretor de fotografia. &#8220;Se trata de um cargo que te colocam, uma assinatura no projeto. Antes disso, o cara é um fotógrafo, um cinematógrafo. Nós enquadramos, olhamos e tentamos ver o cotidiano para depois reproduzir&#8221;, explicou. &#8220;Todos nós, cinematógrafos, somos sempre os eternos alunos de alguém. É uma profissão tão complexa que você sempre adquire experiência vendo seus mestres trabalharem&#8221;. Paulo Hermida também afirmou que sempre foi apaixonado pela técnica, mas que se descobriu diretor de fotografia quando passou a pensar na luz que traduz um sentimento.</p>
<p>Ao final do encontro, o público participou através de perguntas, tirando suas dúvidas sobre o assunto com os convidados. Dentre elas, estavam questões relacionadas à autoria no cinema e a ocupação de múltiplas funções por um mesmo profissional, como ser diretor, produtor e diretor de fotografia.</p>
<div id="attachment_10956" class="wp-caption aligncenter" style="width: 530px"><a href="/wp-content/uploads/2014/04/EmFoco_edição5-9.jpg"><img class=" wp-image-10956 " alt="EmFoco_edição5-9" src="/wp-content/uploads/2014/04/EmFoco_edição5-9.jpg" width="520" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta baiano Edgard Navarro também participou do Em Foco | Tayse Argôlo | LabFoto</p></div>
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		<title>#5 Em Foco acontece no dia 10 de abril</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2014 18:46:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thuanne Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Em Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realiza no dia 10 de abril, às 19h, a 5ª edição do projeto Em Foco, que traz como tema Fotografia em Movimento. O evento gratuito acontece na Sala Walter da Silveira, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris), e reúne profissionais, estudantes e interessados em discutir temas que dialoguem com produção fotográfica na Bahia. A mesa de debates será mediada pelo professor Leonardo Reis, da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/Ufba), e os convidados desta edição são Hamilton Oliveira, Paulo Hermida e Paulo Alcântara. “A direção de fotografia é um processo artístico-criativo, interpretativo e técnico, que tem como principal fim transformar em imagens aquilo que o realizador ou roteirista criou como texto, no papel”, define Hamilton Oliveira. O evento conta ainda com a projeção de imagens produzidas pelos fotógrafos convidados na fachada da Biblioteca, além da venda de produtos da Zona Franca do MAM-BA e  livros de fotógrafos no Café da Walter. A novidade é que, no dia 9 de abril, os principais filmes dos convidados serão exibidos na mostra Quartas Baianas, realizada pela Diretoria de Audiovisual da Funceb (Dimas) na Sala Walter da Silveira. As sessões de &#8221;O homem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2F5-em-foco-acontece-no-dia-10-de-abril%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realiza no dia 10 de abril, às 19h, a 5ª edição do projeto <strong>Em Foco</strong>, que traz como tema <em>Fotografia em Movimento</em>. O evento gratuito acontece na Sala Walter da Silveira, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris), e reúne profissionais, estudantes e interessados em discutir temas que dialoguem com produção fotográfica na Bahia.</p>
<p>A mesa de debates será mediada pelo professor Leonardo Reis, da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/Ufba), e os convidados desta edição são Hamilton Oliveira, Paulo Hermida e Paulo Alcântara.</p>
<p>“A direção de fotografia é um processo artístico-criativo, interpretativo e técnico, que tem como principal fim transformar em imagens aquilo que o realizador ou roteirista criou como texto, no papel”, define Hamilton Oliveira.</p>
<p>O evento conta ainda com a projeção de imagens produzidas pelos fotógrafos convidados na fachada da Biblioteca, além da venda de produtos da Zona Franca do MAM-BA e  livros de fotógrafos no<a href="https://www.facebook.com/cafedawalter?fref=ts" target="_blank"> Café da Walter</a>. A novidade é que, no dia 9 de abril, os principais filmes dos convidados serão exibidos na mostra Quartas Baianas, realizada pela <a href="http://www.dimas.ba.gov.br/" target="_blank">Diretoria de Audiovisual da Funceb (Dimas)</a> na Sala Walter da Silveira. As sessões de &#8221;O homem que não dormia&#8221;, de Edgard Navarro e direção de fotografia de Hamilton Oliveira, e &#8220;Memorando | A grande feira&#8221;, de Paulo Hermida e Petrus Pires, acontecem às 17h e às 19h.</p>
<p>O Em Foco é um projeto organizado pelo Núcleo de Arte e Educação do MAM-BA e pelo Laboratório de Fotografia da Faculdade de Comunicação da UFBA (Labfoto), e conta com a colaboração dos fotógrafos<a href="http://rodrigowanderley.com/" target="_blank"> Rodrigo Wanderley</a> e do professor do MAM-BA, <a href="https://www.flickr.com/photos/rafaelmartins" target="_blank">Rafael Martins</a>. Nas edições anteriores, foram abordados temas como os Processos Criativos e Técnicas da Fotografia, o Fotojornalismo, a Imagem Documental e a Fotografia e Arte Contemporânea.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre os palestrantes:</strong></p>
<p><strong> Leonardo Reis</strong> é professor da área de concentração em cinema e audiovisual da Facom/Ufba, graduado em cinema pela Universidade Federal Fluminense, mestre em memória social pela Unirio e doutor em letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).</p>
<p><a href="http://www.abcine.org.br/abc/socio.php?id=40" target="_blank"><strong>Hamilton Oliveira</strong></a> iniciou sua carreira em 1981, como repórter cinematográfico. Trabalhou em algumas das maiores produtoras da Bahia, a Sani Filmes. Em 1984, já assinava como diretor de fotografia em diversos filmes publicitários, documentários e vídeos institucionais. Bacharel em Cinema e Vídeo, é sócio efetivo da Associação Brasileira de Cinematografia. Atualmente é um dos principais responsáveis pela imagem do cinema produzido na Bahia, como nos filmes Eu Me Lembro (2005) e O Homem Que Não Dormia (2012).</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/paulo.hermida?fref=ts" target="_blank"><strong>Paulo Hermida</strong></a> é diretor de fotografia em cinema e vídeo há mais de 13 anos. Atua em diversos segmentos do audiovisual, como curtas, longa-metragens, peças publicitárias, cinema digital e TV. Como realizador, foi premiado nos festivais universitários Baiano e do Rio De Janeiro, no Festival Etnográfico de Alagoas e no Prêmio de Roteiros Rucher Vieira, de Pernambuco. Formado em cinema pela Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), atua como docente, ministrando cursos de direção de fotografia para turmas de cinema e publicidade, além de ministrar oficinas de direção de fotografia junto ao Instituto Casa da Fotografia, para Pontos de Cultura e projetos de inserção profissionalizantes. Foi diretor de fotografia dos documentários Ele o tal Cuíca de Santo Amaro, Memorando – A Grande Feira, YA, entre outros.</p>
<p><a href="www.peram-bu-lando.blogspot.com" target="_blank"><strong>Paulo Alcântara</strong></a> é cineasta, artista audiovisual e professor universitário (Ufba). Além de atuar como diretor de filmes, trabalhou como assistente de direção e fotografia na Espanha, Suíça, Marrocos, França e no Brasil, em campanhas publicitárias para Pampers, Jonhson&amp;Jonhson e Nestlé, entre outros. Foi diretor de produção no longa-metragem Jardim das Folhas Sagradas (2011), produtor do premiado curta Cega Seca e assistente de direção do curta Xisto Bahia.</p>
<p><strong>O quê:</strong> #5 Em Foco<br />
<strong>Quando</strong>: 10 de abril (quinta-feira), às 19h<br />
<strong>Onde</strong>: Sala Walter da Silveira, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris)<br />
<strong>Informações</strong>: (71) 3117-6141<br />
<strong>Gratuito</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>MAM-BA realiza quarto encontro gratuito sobre fotografia</title>
		<link>http://bahiamam.org/mam-ba-realiza-4o-encontro-gratuito-sobre-fotografia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mam-ba-realiza-4o-encontro-gratuito-sobre-fotografia</link>
		<comments>http://bahiamam.org/mam-ba-realiza-4o-encontro-gratuito-sobre-fotografia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2014 19:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Em Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realiza na próxima quinta-feira, 13, às 19h, a quarta edição do projeto Em Foco. Com o tema Fotografia e Arte Contemporânea, o evento é gratuito e vai reunir na Sala Walter da Silveira, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris), profissionais, estudantes e interessados em discutir temas artísticos contemporâneos que dialoguem com produção fotográfica na Bahia. O encontro será mediado pela fotógrafa Mariana David e conta com os profissionais André França, Mayra Lins e Alex Oliveira como convidados da mesa de debates. Além da discussão propositiva, o público poderá assistir uma projeção de imagens e fotografias selecionadas, na fachada da Biblioteca Central, além de adquirir livros, fotografias, bottons e outros produtos da Zona Franca do MAM-BA, disponíveis no espaço expositivo do Café da Sala Walter da Silveira. O Em Foco é um projeto organizado pelo Núcleo de Arte e Educação do MAM-BA e pelo Labfoto (Laboratório de Fotografia da Faculdade de Comunicação da Ufba) e foi idealizado pelo fotógrafo e professor de Fotografia do MAM-BA, Rafael Martins. &#160; Segundo o coordenador dos Cursos de Extensão do Labfoto/Ufba, José Mamede, a  proposta desta edição é discutir como a fotografia vem se tornando um objeto central [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmam-ba-realiza-4o-encontro-gratuito-sobre-fotografia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realiza na próxima quinta-feira, 13, às 19h, a quarta edição do projeto <strong>Em Foco</strong>. Com o tema <em>Fotografia e Arte Contemporânea</em>, o evento é gratuito e vai reunir na Sala Walter da Silveira, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris), profissionais, estudantes e interessados em discutir temas artísticos contemporâneos que dialoguem com produção fotográfica na Bahia.</p>
<p>O encontro será mediado pela fotógrafa <strong>Mariana David</strong> e conta com os profissionais <strong>André França, Mayra Lins </strong>e<strong> Alex Oliveira</strong> como convidados da mesa de debates. Além da discussão propositiva, o público poderá assistir uma projeção de imagens e fotografias selecionadas, na fachada da Biblioteca Central, além de adquirir livros, fotografias, <em>bottons</em> e outros produtos da Zona Franca do MAM-BA, disponíveis no espaço expositivo do Café da Sala Walter da Silveira.</p>
<p>O <b>Em Foco</b> é um projeto organizado pelo Núcleo de Arte e Educação do MAM-BA e pelo Labfoto (Laboratório de Fotografia da Faculdade de Comunicação da Ufba) e foi idealizado pelo fotógrafo e professor de Fotografia do MAM-BA, <a href="http://www.flickr.com/photos/rafaelmartins">Rafael Martins</a>.</p>
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<p style="text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/2014/02/flyer-alterado-1.png"><img class="aligncenter  wp-image-10400" alt="flyer-alterado (1)" src="/wp-content/uploads/2014/02/flyer-alterado-1.png" width="504" height="504" /></a></p>
<p>Segundo o coordenador dos Cursos de Extensão do Labfoto/Ufba, José Mamede, a  proposta desta edição é discutir como a fotografia vem se tornando um objeto central no cenário artístico contemporâneo. “Queremos entender o que acontece com a fotografia quando ela sai de uma zona de conforto documental, moderna, e passa a dialogar com a ficção, com os mundos inventados da arte contemporânea, e quais as regras e modelos que regem a fotografia nesse universo expressivo e autoral”, explica o fotógrafo.</p>
<p>Em 2014, o projeto apresenta um ciclo de encontros com profissionais atuantes no campo da fotografia, incentivando a reflexão e o diálogo sobre questões presentes na sociedade contemporânea e sua relação com a prática. As três primeiras edições aconteceram nos meses de setembro, novembro e dezembro de 2013 e abordaram os Processos Criativos e Técnicas da Fotografia, o Fotojornalismo e a Imagem Documental.</p>
<p><b style="font-size: 13px;">Saiba mais sobre os palestrantes</b><span style="font-size: 13px;">:</span></p>
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<p><b><img class="size-medium wp-image-10372 alignleft" alt="Retrato_Mariana David" src="/wp-content/uploads/2014/02/Retrato_Mariana-David-300x200.jpg" width="300" height="200" /></b></p>
<p><strong>Mariana David</strong> é fotógrafa e mestranda em História da Arte Latinoamericana na Universidad Nacional de San Martín (Argentina), na qual pesquisa sobre fotografias de família e fotografia contemporânea. Participou de exposições coletivas no Brasil, como o 9º Paraty em Foco &#8211; Festival Internacional de Fotografia (RJ); Circuito das Artes (BA), Perspectiva OlhaVê &#8211; Instituto Oi Futuro (MG); Festival Devercidade &#8211; Instituto da Fotografia (CE), Prêmio Itaú Cultural de Artes Visuales (Argentina), Fotograma &#8211; Encuentro Internacional de Fotografia (Uruguai) e Documentales y Fotografias de América Latina (Espanha).</p>
<p>Em 2008, realizou sua primeira exposição individual na Galeria Pierre Verger, em Salvador. Em 2009, foi premiada nos Salões de Artes Visuais da Bahia, em Juazeiro. Foi finalista do Prêmio Bridgestone de Arte Emergente e, atualmente, é finalista do Prêmio Itaú Cultural de Artes Visuales, ambos na Argentina.</p>
<p>Saiba mais em <a href="http://cargocollective.com/marianadavid" target="_blank">cargocollective.com/marianadavid</a></p>
<p><b style="font-size: 13px;"><a href="/wp-content/uploads/2014/02/andre_franca.jpg"><img class="size-medium wp-image-10374 alignleft" alt="andre_franca" src="/wp-content/uploads/2014/02/andre_franca-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a></b><strong>André França</strong> é artista autodidata e mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Realiza seus projetos em Salvador e também em outras cidades e países. Desde 2003, seu trabalho tem sido mostrado em exposições individuais e coletivas, como os Salões de Artes Visuais da Bahia (2013), Circuito das Artes (2013, 2012, 2009, 2007), Bienal do Recôncavo (2012, 2010), galeria A Gentil Carioca (Rio de Janeiro, 2009), ICBA/Goethe-Institut (2008), Mercado Cultural América Latina (2005).</p>
<p>Seu trabalho integra coleções particulares no Brasil, Estados Unidos e Áustria e foi publicado em revistas e websites especializados em fotografia contemporânea, tais como 10&#215;15 (Madri, 2011), Lenscratch (Los Angeles, 2011), Dodge &amp; Burn (Nova York, 2011), Urbanautica (Treviso, 2011), Unless You Will (Melbourne, 2011), 591 Photography (Estocolmo, 2012), art photo index (Santa Fe, 2012), Galleray (Nova York, 2012), F-STOP Magazine (Chicago, 2013), OLD (São Paulo, 2013) e Lens Culture (Paris, 2014).</p>
<p>Saiba mais em <a href="http://www.andrefranca.com/pt/" target="_blank">www.andrefranca.com</a></p>
<p><b><a href="/wp-content/uploads/2014/02/foto-de-divulgação_mayra-lins-cortada.jpg"><img class=" wp-image-10403 alignleft" alt="foto de divulgação_mayra lins cortada" src="/wp-content/uploads/2014/02/foto-de-divulgação_mayra-lins-cortada.jpg" width="311" height="213" /></a>Mayra Lins</b> é formada em Psicologia (PUC-SP) e mestranda no PPGAV – UFBA, na linha de pesquisa de Processos Criativos nas Artes Visuais. A partir de 2011, passou a compartilhar suas criações em diferentes linguagens artísticas, e neste mesmo ano recebeu o 3° prêmio no I Salão do Salvador Fotoclube, Menção Honrosa no Concurso Nil (DF), e o 2° prêmio nos Salões Regionais de Artes Visuais da Bahia &#8211; Alagoinhas. Desde 2000, exercita o estudo e pesquisa em Poesia, Filosofia e Artes. Criou foto-ilustrações para o livro comemorativo dos 90 anos de Mestre Didi (2008).</p>
<p>Em 2013, os projetos Salvador Expandida, e Coaty Ocupação Artística, dos quais é co-idealizadora foram aprovados em editais da SECULT-BA. A artista foi selecionada para a III Mostra de Performance &#8211; Imagem e Identidade, para os Salões de Artes Visuais da Bahia – 2013, com três diferentes trabalhos para as cidades de Feira de Santana, Barreiras e Teixeira de Freitas. Além disso, participou da nova edição do Circuito das Artes, e foi responsável pela fotografia do livro &#8216;Morde pra cima&#8217;.</p>
<p>Saiba mais em<a href="http://mayralins.virb.com/" target="_blank">mayralins.virb.com</a></p>
<p><b><a href="/wp-content/uploads/2014/02/foto-divulgação_Alex-Oliveira.jpg"><img class=" wp-image-10378 alignleft" alt="foto divulgação_Alex Oliveira" src="/wp-content/uploads/2014/02/foto-divulgação_Alex-Oliveira-300x196.jpg" width="300" height="196" /></a></b><strong>Alex Oliveira</strong> é natural de Jequié (BA) e graduando do curso de Jornalismo na Faculdade de Comunicação da Ufba. Em 2009, trabalhou como monitor no Laboratório de Fotografia da Faculdade de Comunicação (Labfoto), tendo como foco o estudo da técnica fotográfica (cor, luz e composição). Em agosto de 2011, realizou sua primeira exposição individual, intitulada &#8216;Aurora Descoberta&#8217;, na Aliança Francesa de Salvador, fazendo um recorte da sua produção diária envolvendo temas como arquitetura, vida íntima e performance.</p>
<p>Em 2012, ganhou o Prêmio Menção Honrosa nos Salões de Arte Visuais em Jequié, com a obra Cidade Babilônia. Participou dos Salões Regionais de Porto Seguro com a série “Retratos de Família”. Expôs na XI Bienal do Recôncavo, em São Félix, com a obra Cidade Sitiada, um ensaio realizado em fevereiro de 2012. Em janeiro de 2013, realizou a exposição individual Ritos de Passagem no Oliveira’s Bar, no Santo Antônio Além do Carmo, bairro do Centro Histórico de Salvador.</p>
<p>Saiba mais em <a href="https://www.facebook.com/alex.oliveira.5070?fref=ts" target="_blank">www.facebook.com/alex.oliveira</a></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>EM FOCO#4 | Fotografia e Arte Contemporânea<br />
</b><b>Quando:</b> quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014, a partir das 19 horas<br />
<b>Onde:</b> Sala Walter da Silveira, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, 27, Barris)<br />
<b>Quanto:</b> Gratuito<br />
<b>Informações:</b> 71 3117-6141</p>
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		<title>“O fotógrafo tem a mesma função do poeta: Eternizar o momento que passa” &#8211; Mario Quintana</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jan 2014 20:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jamile Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Nacional da Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, 8, é comemorado o Dia Nacional do Fotógrafo, profissional que vive da arte de fotografar e é reconhecido mundialmente pelo olhar, por sua habilidade em provocar os demais sentidos, as memórias e as reflexões do público. Embora haja algumas controvérsias, a origem desta data é relacionada à chegada da fotografia no Brasil, em janeiro de 1840. Fotografar é muito mais que eternizar o instante de um momento. A fotografia é subjetiva e, antes de tudo, um testemunho. Em muitos casos, é através da lente de um fotógrafo que o mundo passa por transformações e descobertas. Para o fotógrafo Rafael Martins, o que une os estilos da fotografia enquanto linguagem artística é que qualquer fotografia &#8220;quer se fazer acreditar&#8221;. “Outro dia, pensando sobre a diversidade da fotografia e suas múltiplas utilizações, sua democratização pelos phones, fiquei pensando que tem uma coisa que une toda a fotografia, seja ela de casamento, fotojornalismo, família, artística, publicitária, noturna, enfim: ela possui sua própria realidade e tempo, mas todo fotógrafo quer que acreditem em sua foto, quer fazer dela um &#8220;objeto acreditável&#8221;. É  diferente de dizer que toda fotografia persegue a realidade, não é isto. A fotografia não é a realidade, não é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fo-fotografo-tem-a-mesma-funcao-do-poeta-eternizar-o-momento-que-passa-mario-quintana%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Nesta quarta-feira, 8, é comemorado o <strong>Dia Nacional do Fotógrafo</strong>, profissional que vive da arte de fotografar e é reconhecido mundialmente pelo olhar, por sua habilidade em provocar os demais sentidos, as memórias e as reflexões do público.</p>
<div id="attachment_9812" class="wp-caption aligncenter" style="width: 591px"><a href="/wp-content/uploads/2014/01/foto2.jpg"><img class=" wp-image-9812  " alt="Fotografia Noturna - Fazenda Baobá - Santo Antônio de Jesus." src="/wp-content/uploads/2014/01/foto2.jpg" width="581" height="264" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia Noturna &#8211; Fazenda Baobá &#8211; Santo Antônio de Jesus.</p></div>
<p>Embora haja algumas controvérsias, a origem desta <a href="/a-arte-contemporanea-comecou-na-idade-da-caverna/">data</a> é relacionada à chegada da fotografia no Brasil, em janeiro de 1840.</p>
<p>Fotografar é muito mais que eternizar o instante de um momento. A fotografia é subjetiva e, antes de tudo, um testemunho. Em muitos casos, é através da lente de um fotógrafo que o mundo passa por transformações e descobertas.</p>
<p>Para o fotógrafo Rafael Martins, o que une os estilos da fotografia enquanto linguagem artística é que qualquer fotografia &#8220;quer se fazer acreditar&#8221;.</p>
<div id="attachment_9811" class="wp-caption aligncenter" style="width: 499px"><a href="/wp-content/uploads/2014/01/foto1.jpg"><img class=" wp-image-9811 " alt="Fotografia Noturna - Fazenda Baobá - Santo Antônio de Jesus." src="/wp-content/uploads/2014/01/foto1.jpg" width="489" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">“Fotografar é colocar na mesma linha, a cabeça, o olho e o coração”, Henri Cartier-Bresson</p></div>
<p>“Outro dia, pensando sobre a diversidade da fotografia e suas múltiplas utilizações, sua democratização pelos <i>phones</i>, fiquei pensando que tem uma coisa que une toda a fotografia, seja ela de casamento, fotojornalismo, família, artística, publicitária, noturna, enfim: ela possui sua própria realidade e tempo, mas todo fotógrafo quer que acreditem em sua foto, quer fazer dela um &#8220;objeto acreditável&#8221;. É  diferente de dizer que toda fotografia persegue a realidade, não é isto. A fotografia não é a realidade, não é o real. Acredito que a fotografia deve se distanciar deste objetivo primário de representar a realidade, ela deve inventá-la”, revela o professor de fotografia do MAM-BA.</p>
<p>O MAM-BA não poderia deixar em branco esta data comemorativa e parabeniza a todos os profissionais desta área. Parabéns!</p>
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		<title>Mais uma edição do Em Foco é realizada com ampla participação do público</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Dec 2013 13:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jamile Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Em Foco #3]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem Documental]]></category>

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		<description><![CDATA[Na noite da última quarta-feira, 18, a Sala Alexandre Robatto (Biblioteca Pública dos Barris) contou com a presença de profissionais, estudantes e curiosos interessados em fotografia para prestigiar mais uma edição do Em Foco, que debateu a Imagem Documental. O encontro foi mediado pelo coordenador dos Cursos de Extensão do Labfoto/Ufba, José Carlos Mamede, e a mesa foi composta pelos fotógrafos Paulo Lima, Péricles Mendes e Márcio Lima, profissionais baianos experientes em imagem documental, que apresentaram seus trabalhos e aspectos técnicos de sua execução, em um formato aberto à participação do público. O professor Mamede iniciou sua fala apresentando um breve histórico da fotografia documental ao longo do tempo, considerando-a como um gênero da fotografia que trabalha no registro cultural ou artístico de um momento, de forma factual, realista, mas com o desejo de criar uma interpretação subjetiva do mundo em que se vive. Citou que a fotografia documental teve seu apogeu com o término da 2ª Guerra Mundial, momento em que o mundo estava à procura de novos valores e que a modernidade que se anunciava e foi acolhida como promessa de um futuro melhor. Foi a época que as grandes revistas ilustradas detinham a quase exclusividade da difusão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmais-uma-edicao-do-em-foco-e-realizada-com-ampla-participacao-do-publico%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<div id="attachment_9709" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="/wp-content/uploads/2013/12/em-foco-866.jpg"><img class=" wp-image-9709 " alt="" src="/wp-content/uploads/2013/12/em-foco-866.jpg" width="518" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">Público atento ao Em Foco#3 | Foto por Jamile Souza</p></div>
<p>Na noite da última quarta-feira, 18, a Sala Alexandre Robatto (Biblioteca Pública dos Barris) contou com a presença de profissionais, estudantes e curiosos interessados em fotografia para prestigiar mais uma edição do Em Foco, que debateu a Imagem Documental.</p>
<p>O encontro foi mediado pelo coordenador dos Cursos de Extensão do Labfoto/Ufba, José Carlos Mamede, e a mesa foi composta pelos fotógrafos Paulo Lima, Péricles Mendes e Márcio Lima, profissionais baianos experientes em imagem documental, que apresentaram seus trabalhos e aspectos técnicos de sua execução, em um formato aberto à participação do público.</p>
<div id="attachment_9728" class="wp-caption aligncenter" style="width: 504px"><a href="/wp-content/uploads/2013/12/Em-Foco2-Mamede.jpg"><img class=" wp-image-9728 " alt="" src="/wp-content/uploads/2013/12/Em-Foco2-Mamede.jpg" width="494" height="362" /></a><p class="wp-caption-text">O fotógrafo mediador do encontro, José Mamede | Foto por Jamile Souza</p></div>
<p>O professor Mamede iniciou sua fala apresentando um breve histórico da fotografia documental ao longo do tempo, considerando-a como um gênero da fotografia que trabalha no registro cultural ou artístico de um momento, de forma factual, realista, mas com o desejo de criar uma interpretação subjetiva do mundo em que se vive.</p>
<p>Citou que a fotografia documental teve seu apogeu com o término da 2ª Guerra Mundial, momento em que o mundo estava à procura de novos valores e que a modernidade que se anunciava e foi acolhida como promessa de um futuro melhor. Foi a época que as grandes revistas ilustradas detinham a quase exclusividade da difusão da informação visual e os repórteres fotográficos tinham a missão de coletá-las pelo mundo todo. Hoje, a técnica se aproxima mais do campo das artes e é o ramo mais pessoal da fotografia contemporânea.</p>
<p>O convidado Márcio Lima contou um pouco sobre sua trajetória e sobre o projeto “O Povo Cigano” – contemplado com o XI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia em 2010. Márcio nasceu em Recife (PE) e, em meados dos anos 80, começou a fotografar. Em 1989, mudou-se para Salvador para trabalhar na sucursal do Jornal O Globo, onde trabalhou por cinco anos. Atualmente, ele trabalha como fotógrafo independente, principalmente no campo editorial e institucional, e desenvolve seu trabalho autoral. Fotografa espetáculos de Teatro e Dança e obras de artistas para catálogos e livros. Além disso, é sócio-fundador da agência ARCAPRESS e foi o vencedor da primeira edição do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger (FUNCEB/SecultBA).</p>
<p>Márcio expôs para o público presente mais de cem <a href="http://marciolima.photoshelter.com/gallery-slideshow/G0000PPU3eRqhbL4/?start=" target="_blank"> fotos dos ciganos</a> que fotografou durante quatro anos, com passagens por cidades do Recôncavo Baiano e da Chapada Diamantina. O uso de cores é muito presente neste trabalho: “Desde pequeno tive contato com os ciganos, em acampamentos, em cidades que passei. O povo cigano é nômade, suas origens não são muito claras e neste projeto fui fotografá-los de peito aberto, sem preconceitos para conhecê-los, conhecer sua cultura e seus modos de ser. Optei por fotografar em cores querendo mostrar esse universo, registrado por mim com cores irreais, com cores que eu mesmo produzo, mas não há nenhum sentido antropológico nisto”, conta.</p>
<div id="attachment_9729" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="/wp-content/uploads/2013/12/Em-Foco1.jpg"><img class=" wp-image-9729" alt="" src="/wp-content/uploads/2013/12/Em-Foco1.jpg" width="518" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">Os convidados Péricles Silva, Paulo Lima, Márcio Lima | Foto por Jamile Souza</p></div>
<p>O segundo a expor foi o fotógrafo Péricles Mendes, que apresentou dois dos seus trabalhos: a mostra “Mar da Alma”, que ficou na Galeria Pierre Verger, em 2007 e “Subtraídos – Uma estética do desaparecimento”.</p>
<p>Péricles tem oito anos como fotógrafo profissional, mora em Itapuã desde que nasceu e a proximidade com o mar sempre exerceu um fascínio sobre ele, como pessoa e como artista visual. Influenciado por dois outros artistas, Dorival Caymmi e Calasans Neto, diz: “O hábito corriqueiro de contemplar e caminhar pela praia me possibilitou perceber o universo de costumes, tradições e valores culturais que são agregados às águas do mar. A rotina dos pescadores de Itapuã e sua relação com o mar passou a ser o foco neste ensaio (“Mar da Alma”). A poética sustentou-se em um discurso visual no qual a imagem romântica é focada pela cor e contexto de seus protagonistas, onde o oceano narra o ir e vir dos corpos”.</p>
<p>A outra mostra de Péricles, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=WlbZMHHUS8o" target="_blank">“Subtraídos”</a>, objetivava a questão de como anular o conteúdo persuasivo de outdoors e ressignificá-los em signos poéticos. Neste sentido, o resultado alcançado na pesquisa teve como proposta evocar um estado de contemplação por intermédio da fotografia e de uma intervenção urbana.</p>
<p>O último a se apresentar foi <a href="https://www.facebook.com/pages/Est%C3%BAdio-Paulo-Lima/260060720683756" target="_blank">Paulo Lima</a>, mestre em Educação pela Ufba, que atua profissionalmente como fotógrafo, professor de fotografia em cursos livres e de Educação Física no Ensino Fundamental. O profissional apresentou dois projetos: a mostra “Tenro ser: devaneios”, que ficou em cartaz no Conjunto Cultural da Caixa de Salvador, em 2005, e revelava as diferentes formas de manifestação da cultura corporal na infância; e a mostra “Retratos de Solidão”, um conjunto de oito fotos, que destaca a fala de um vazio subjetivo.</p>
<p>Iniciou sua relação com a fotografia, de maneira despretensiosa, a partir de um curso na Casa da Fotografia e já nas primeiras atividades práticas já demonstrava um olhar sensível e apurado ao corpo e a cultura. Suas fotografias revelam um profissional jovem, adepto de ferramentas e aplicativos tecnológicos, como a rede social Instagram e outras. Além disso, a sua imagem documental comprova a existência de um fato, a exatidão ou a verdade de uma afirmação.</p>
<p><b>Em Foco#3</b></p>
<p>Para o também fotógrafo Marcelo Reis, comparecer a mais uma edição do Em Foco é ouvir sobre a prática da fotografia na Bahia: “É buscar entender um pouco da forma como nossos colegas pensam sobre seu próprio trabalho e sobre o processo criativo. Saber fazer é diferente de saber falar”, pontua Marcelo.</p>
<p>Em Foco é organizado pelo Núcleo de Arte e Educação do MAM-BA, com a coparticipação do fotógrafo Rafael Martins. De acordo com o MAM, o objetivo do projeto é promover debates acerca das questões presentes na sociedade contemporânea e sua relação com a fotografia, além da reflexão sobre a produção fotográfica na Bahia, desde o processo criativo até as técnicas necessárias para a sua realização. O Em Foco terá continuidade em 2014 com novos temas e convidados.</p>
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		<title>MAM-BA realiza terceiro encontro gratuito sobre fotografia</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Dec 2013 14:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Último encontro de 2013 recebe profissionais da área para debater questões relacionadas à prática da imagem documental O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realiza nesta quarta-feira, 18, às 19h, a terceira edição do projeto Em Foco: Imagem Documental, que acontece na Sala Alexandre Robatto, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris). O evento é gratuito e aberto a todos os interessados em debater questões relacionadas à prática da imagem documental. Convidando profissionais que atuam no campo da fotografia, os encontros partem da produção autoral e do processo criativo de cada um e funcionam como um espaço para a interação com o público, formado por estudantes, amantes da fotografia e profissionais da área. O encontro será mediado pelo coordenador dos Cursos de Extensçao do Labfoto/Ufba, José Mamede, e contará com a participação de Paulo Lima, Péricles Mendes e Márcio Lima, profissionais baianos experientes em imagem documental, que vão discutir temas como mercado profissional, apresentar seus trabalhos e aspectos técnicos de sua execução, em um formato aberto à participação do público. Em Foco é organizado pelo Núcleo de Arte e Educação do MAM-BA, com a co-participação do fotógrafo Rafael Martins. O objetivo do projeto é promover debates acerca das [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmam-ba-realiza-terceiro-encontro-gratuito-sobre-fotografia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><em>Último encontro de 2013 recebe profissionais da área para debater questões relacionadas à prática da imagem documental</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/2013/12/Flyer_Em-Foco-3-18.12.png"><img class="aligncenter  wp-image-9552" alt="" src="/wp-content/uploads/2013/12/Flyer_Em-Foco-3-18.12.png" width="560" height="560" /></a></p>
<div>
<p>O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realiza nesta quarta-feira, 18, às 19h, a terceira edição do projeto <strong>Em Foco: Imagem Documental</strong>, que acontece na Sala Alexandre Robatto, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris). O evento é gratuito e aberto a todos os interessados em debater questões relacionadas à prática da imagem documental.</p>
<p>Convidando profissionais que atuam no campo da fotografia, os encontros partem da produção autoral e do processo criativo de cada um e funcionam como um espaço para a interação com o público, formado por estudantes, amantes da fotografia e profissionais da área.</p>
<p>O encontro será mediado pelo coordenador dos Cursos de Extensçao do Labfoto/Ufba, José Mamede, e contará com a participação de Paulo Lima, Péricles Mendes e Márcio Lima, profissionais baianos experientes em imagem documental, que vão discutir temas como mercado profissional, apresentar seus trabalhos e aspectos técnicos de sua execução, em um formato aberto à participação do público.</p>
<p><strong>Em Foco</strong> é organizado pelo Núcleo de Arte e Educação do MAM-BA, com a co-participação do fotógrafo Rafael Martins. O objetivo do projeto é promover debates acerca das questões presentes na sociedade contemporânea e sua relação com a fotografia, além da reflexão sobre a produção fotográfica na Bahia, desde o processo criativo até as técnicas necessárias para a sua realização. Os dois primeiros encontros aconteceram nos meses de setembro e novembro, a partir da parceria entre o MAM-BA e o Labfoto/Ufba.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba mais sobre os palestrantes:</strong></p>
<p><b>José Mamede</b> é professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, onde atua na área das artes visuais com ênfase na imagem fotográfica, principalmente nas suas vertentes documental e ensaística. Coordenou o Labfoto, Laboratório responsável pela promoção de atividades de ensino, pesquisa e extensão, a exemplo dos projetos Boneca Sai da Caixa, Olhos da Rua, Café Fotográfico, Com a Palavra o Fotógrafo e os Cursos Livres em Fotografia. É jornalista e mestre em Comunicação e Cultura Contemporânea pela UFBA, onde lidera o GRIP &#8211; Grupo de Pesquisa em Recepção, Crítica e Análise da Imagem Fotográfica. Além disso, é curador independente e já participou das comissões julgadoras do Prêmio Pierre Verger de Fotografia, do Festival Internacional da Imagem e do Salão Nacional de Fotografia do Mar, entre outras. Chefiou o Departamento de Comunicação e coordenou o Laboratório de Multimídia na Universidade Federal da Bahia.</p>
<p><b>Paulo Lima </b>é um soteropolitano graduado em Educação Física pela Universidade Católica do Salvador e mestre em educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, que atua profissionalmente como fotógrafo e instrutor de educação profissional com especialidade em fotografia no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC – BA). É coordenador do Estúdio Paulo Lima, um local particular de criação, aprendizagem e trabalho. Já realizou exposições individuais e coletivas em Brasília, Salvador, Ilha de Itaparica, São Paulo e Rio de Janeiro. Site: <a href="http://www.estudiopaulolima.com.br/" target="_blank">www.estudiopaulolima.com.br</a></p>
<p><b>Péricles Mendes da Silva </b>é<b> </b>Mestre em Artes Visuais, na linha de pesquisa: Processos Criativos nas Artes Visuais, tem graduação em Licenciatura em Desenho e Plástica, ambos pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (Ufba).  Já participou dos Salões de Arte Visual da Bahia de 2008 a 2012, da IX e XI Bienal do Recôncavo-BA, do II Diário Contemporâneo de Fotografia – PA e do 15° Salão da Bahia. Foi Premiado (aquisição) no 18° Salão Anapolino de Arte-GO e recebeu menção honrosa no 15° Festival Nacional 5 minutos. Site: <a href="http://www.periclesmendes.blogspot.com.br/">http://www.periclesmendes.blogspot.com.br/</a></p>
<p><b>Márcio Lima </b>é um pernambucano, de Recife, que começou a fotografar em meados dos anos 1980. Nove anos depois, mudou-se para Salvador para trabalhar na sucursal do Jornal O Globo, onde trabalhou por cinco anos. Hoje, atua como fotógrafo independente, principalmente no campo editorial e institucional, e desenvolve seu trabalho autoral. Colabora para empresas como Editora Abril, Editora Globo, Grupo Folha e outras, além de fotografar espetáculos de Teatro e Dança e obras de artistas para catálogos e livros. Já Ganhou o Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger, da Fundação Cultural do Estado da Bahia, em 2003, e o Prêmio Aquisição no 12° Salão do Museu de Arte Moderna da Bahia, 2004. Site: <a href="http://www.arcapress.org/opovocigano/" target="_blank">http://www.arcapress.org/opovocigano/</a></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em Foco: Processos Criativos e Técnicas em Fotografia #3</strong><br />
<strong>Quando:</strong> 18 de dezembro (quarta-feira), às 19h<br />
<strong>Onde:</strong> Sala Alexandre Robatto, Biblioteca Pública do Estado da Bahia – Barris<br />
<strong>Gratuito</strong><br />
<strong>Informações:</strong> 3117-6141</p>
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		<title>Oficina de fotografia com Rafael Martins é encerrada com sucesso</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Nov 2013 19:38:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blenda Tourinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina de Fotografia com Rafael Martins]]></category>

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		<description><![CDATA[“Precisamos diferenciar duas coisas: a arte do fotógrafo e a fotografia do artista. Eu sou da arte do fotógrafo”. Foi com essas palavras que Rafael Martins, fotógrafo ministrante da oficina de fotografia oferecida pelo Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), finalizou na noite desta quarta-feira (13) as aulas que aconteceram entre os meses de setembro e novembro. Envolvimento, prazer, arte, emoção e profundidade foram algumas das palavras escolhidas pelos alunos quando Rafael Martins perguntou o que é fotografia para eles. Segundo Ana Paula Albuquerque, uma das alunas da oficina de fotografia e integrante do Salvador Foto Clube, havia muito entrosamento entre Rafael e os alunos durante as aulas. A turma de vinte alunos, que totalizou 48 horas de curso (4 horas por semana durante 3 meses), aprendeu de forma sistematizada processos criativos na confecção de aparelhagens fotográficas e produção de imagens digitais. O curso visou à produção de um trabalho final em fotografia e foi reservado àqueles que já possuíam as técnicas básicas. O objetivo das oficinas foi apresentar o universo da fotografia através de suas raízes artesanais e discutir quais são suas possibilidades na técnica digital. Além disso, as aulas permitiram discussões sobre percursos históricos da fotografia e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Foficina-de-fotografia-com-rafael-martins-e-encerrada-com-sucesso%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p><i>“Precisamos diferenciar duas coisas: a arte do fotógrafo e a fotografia do artista. Eu sou da arte do fotógrafo”</i>. Foi com essas palavras que Rafael Martins, fotógrafo ministrante da oficina de fotografia oferecida pelo Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), finalizou na noite desta quarta-feira (13) as aulas que aconteceram entre os meses de setembro e novembro.</p>
<div id="attachment_9219" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="/wp-content/uploads/2013/11/of.-foto-rafa-1.jpg"><img class=" wp-image-9219" alt="" src="/wp-content/uploads/2013/11/of.-foto-rafa-1.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Rafael Martins, na frente, e seus alunos durante as aulas no MAM-BA</p></div>
<p>Envolvimento, prazer, arte, emoção e profundidade foram algumas das palavras escolhidas pelos alunos quando Rafael Martins perguntou o que é fotografia para eles. Segundo Ana Paula Albuquerque, uma das alunas da oficina de fotografia e integrante do Salvador Foto Clube, havia muito entrosamento entre Rafael e os alunos durante as aulas.</p>
<p>A turma de vinte alunos, que totalizou 48 horas de curso (4 horas por semana durante 3 meses), aprendeu de forma sistematizada processos criativos na confecção de aparelhagens fotográficas e produção de imagens digitais. O curso visou à produção de um trabalho final em fotografia e foi reservado àqueles que já possuíam as técnicas básicas.</p>
<div id="attachment_9220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="/wp-content/uploads/2013/11/of.-foto-rafa-2.jpg"><img class="size-full wp-image-9220" alt="" src="/wp-content/uploads/2013/11/of.-foto-rafa-2.jpg" width="640" height="428" /></a><p class="wp-caption-text">Envolvimento durante as aulas</p></div>
<p>O objetivo das oficinas foi apresentar o universo da fotografia através de suas raízes artesanais e discutir quais são suas possibilidades na técnica digital. Além disso, as aulas permitiram discussões sobre percursos históricos da fotografia e especulações futuras como uma plataforma cada vez mais presente em diversos campos do conhecimento. Os alunos selecionados no processo de inscrição já tinham noção básica de fotografia e também possuíam câmera DSLR, além de um tripé para uso em aula.</p>
<div id="attachment_9221" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="/wp-content/uploads/2013/11/of.-foto-rafa-4.jpg"><img class="size-full wp-image-9221" alt="" src="/wp-content/uploads/2013/11/of.-foto-rafa-4.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Técnica de Lightpainting no Casarão do MAM-BA</p></div>
<p>Na entrevista a seguir, Rafael Martins conta um pouco sobre a experiência com a oficina de fotografia:</p>
<p><b>MAM-BA: O que você achou desse projeto da oficina de fotografia oferecida pelo Museu de Arte Moderna da Bahia?</b><b> </b></p>
<p><b>Rafael Martins: </b>Eu fiquei honrado pelo convite do MAM-BA, porque para mim é uma referência em termos de instituição. Então, quando o projeto surgiu eu pensei em fazer um curso de fotografia que tentasse dar a cada um certa autonomia e certo poder de criar ensaios, criar narrativas. Minha preocupação era causar interesse autoral pela fotografia.</p>
<p><b>MAM-BA: Como foi o processo de criação durante as aulas?</b><b> </b></p>
<p><b>Rafael Martins: </b>O processo de criação das aulas foi pensado para unir a teoria e técnicas da fotografia com a prática. Quando elaborei o curso pensei em fazer aulas que não se limitassem a passar somente temas como exposição, obturação, balanço de branco etc. Eu queria passar isso junto com a &#8220;artesanalidade&#8221; da coisa, dizendo assim, ao fazer<em> lightpainting</em>, a câmera artesanal – um processo que aprendi com Rodrigo Wanderley –, a <em>pinhole</em> digital, além de ficar dentro de uma caixa escura. São coisas que ajudam a visualizar, na prática, aqueles ensinamentos que são um pouco abstratos.</p>
<p><b>MAM-BA: Como foi desenvolvido o produto final da oficina?</b></p>
<p><b>Rafael Martins: </b>O produto final foi realizar um ensaio sobre um tema da escolha dos alunos, onde eles puderam usar, além das ferramentas que a gente aprendeu a fazer durante o curso, a câmera convencional. Houve a possibilidade deles apresentarem 6 a 12 fotos e escrever um pequeno parágrafo sobre o ensaio.</p>
<p><b> </b><b>MAM-BA: Quais são seus próximos projetos?</b></p>
<p><b>Rafael Martins: </b>O próximo grande trabalho é a exposição <i>Photografo Ergo Sum</i> (Fotografo, Logo Existo), que abre na próxima quarta-feira, dia 20 de novembro, na Galeria Pierre Verger, Biblioteca Pública dos Barris. Tem também o trabalho <i>Alumiar</i>, no sertão baiano, que foi feito em três viagens que já fiz para Queimadas, Canudos e a última, em outubro, para Raso da Catarina, região próxima a Paulo Afonso. Todas na Bahia! É um trabalho que vai tratar da relação do homem com a seca. Além disso, tem o projeto Em Foco, com vocês do MAM-BA, que é um projeto que está acontecendo em parceria com a Ufba e que pretende criar espaços de discussões sobre fotografia que fomentem mais interesse por essa área.</p>
<p>Veja mais fotos da oficina de fotografia acessando o Flickr: <a href="http://www.flickr.com/photos/mambahiafotografia">http://www.flickr.com/photos/mambahiafotografia</a></p>
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		<title>Em Foco debate fotojornalismo em auditório lotado</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Nov 2013 01:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thaís Seixas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Em Foco]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Fotojornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[UFBA]]></category>

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		<description><![CDATA[Registros, histórias de personagens, lembranças de profissão e início de uma nova era tecnológica. Estes foram alguns dos temas presentes no Em Foco: Processos Criativos e Técnicas de Fotografia que, em sua segunda edição, debateu questões relacionadas à prática do fotojornalismo. O evento aconteceu na noite desta quinta-feira, 7, no auditório da Escola de Administração da Ufba, no Vale do Canela, e contou com a participação de estudantes, fotógrafos, interessados no tema e grandes nomes do fotojornalismo baiano. Do lado da plateia, um dos pioneiros da profissão na Bahia mandava seu recado. “Continuem amando o fotojornalismo”, disse emocionado Walter Lessa, dono de um acervo de 123 mil fotografias catalogadas, que contam os últimos 60 anos da história. Na mesa, os fotojornalistas Marco Aurélio Martins, João Alvarez e Shirley Stolze relembraram fatos que marcaram a carreira e mostraram o resultado de suas experiências. Este foi o clima que envolveu os participantes, dispostos a conhecer um pouco mais sobre as nuances da profissão, que mantém sua importância na prática jornalística atual. Mediado pelo professor e coordenador do Labfoto/Ufba, Rodrigo Rossoni, o evento proporcionou um espaço de debate entre gerações. Para Marco Aurélio, que já trabalhou para os principais jornais e revistas do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fem-foco-debate-fotojornalismo-em-auditorio-lotado%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Registros, histórias de personagens, lembranças de profissão e início de uma nova era tecnológica. Estes foram alguns dos temas presentes no <strong>Em Foco: Processos Criativos e Técnicas de Fotografia</strong> que, em sua segunda edição, debateu questões relacionadas à prática do fotojornalismo. O evento aconteceu na noite desta quinta-feira, 7, no auditório da Escola de Administração da Ufba, no Vale do Canela, e contou com a participação de estudantes, fotógrafos, interessados no tema e grandes nomes do fotojornalismo baiano.</p>
<div id="attachment_9163" class="wp-caption aligncenter" style="width: 469px"><a href="/wp-content/uploads/2013/11/DSC06894.jpg"><img class=" wp-image-9163   " alt="Walter Lessa é um dos pioneiros do fotojornalismo na Bahia" src="/wp-content/uploads/2013/11/DSC06894-1024x768.jpg" width="459" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">Walter Lessa é um dos pioneiros do fotojornalismo na Bahia. Foto: Thaís Seixas</p></div>
<p>Do lado da plateia, um dos pioneiros da profissão na Bahia mandava seu recado. “Continuem amando o fotojornalismo”, disse emocionado Walter Lessa, dono de um acervo de 123 mil fotografias catalogadas, que contam os últimos 60 anos da história. Na mesa, os fotojornalistas Marco Aurélio Martins, João Alvarez e Shirley Stolze relembraram fatos que marcaram a carreira e mostraram o resultado de suas experiências. Este foi o clima que envolveu os participantes, dispostos a conhecer um pouco mais sobre as nuances da profissão, que mantém sua importância na prática jornalística atual.</p>
<p>Mediado pelo professor e coordenador do Labfoto/Ufba, Rodrigo Rossoni, o evento proporcionou um espaço de debate entre gerações. Para Marco Aurélio, que já trabalhou para os principais jornais e revistas do país e atualmente é repórter fotográfico do Jornal A Tarde, os resultados de um bom trabalho surgem a partir da prática constante. “O escritor escreve para aprender. Então o fotógrafo tem que fotografar sempre. E Salvador é um lugar muito bom para fazer isto, porque as pessoas se integram ao cenário”, revela.</p>
<div id="attachment_9164" class="wp-caption aligncenter" style="width: 501px"><a href="/wp-content/uploads/2013/11/DSC06909.jpg"><img class=" wp-image-9164  " alt="Estudantes e interessados no tema lotaram auditório da Ufba. Foto: Rafael Martins" src="/wp-content/uploads/2013/11/DSC06909-1024x768.jpg" width="491" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes e interessados no tema lotaram auditório da Ufba. Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Já João Alvarez ressalta que o ideal para o fotojornalista é conhecer a dinâmica de funcionamento de um jornal. “Quem quer trabalhar nesta área deve possuir um conhecimento além da fotografia, e saber que tem a função de informar a sociedade. O tipo de imagem que melhor representa o fotojornalismo é o flagrante, aquela do momento”, enfatiza.</p>
<p>Formada em Artes Plásticas mas trabalhando nesta área desde 1989, Shirley Stolze confessa que sofreu com a chegada das câmeras digitais, mas sempre foi apaixonada pela profissão. “Apesar de não trabalhar em jornais há 10 anos, meu olhar continua o mesmo. Quando a gente começa a trabalhar com fotojornalismo, percebe que não tem problemas”, afirma.</p>
<p>Paralelamente ao Em Foco, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) dá continuidade à oficina de fotografia ministrada por Rafael Martins, que acontece até 13 de novembro, na Diretoria de Audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Dimas/Funceb), localizada na Biblioteca Pública do Estado (Barris).</p>
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		<title>MAM-BA realiza segundo encontro gratuito sobre fotografia</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Nov 2013 15:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blenda Tourinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Em Foco #2]]></category>
		<category><![CDATA[Evento de Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento recebe profissionais da área para debater questões relacionadas à prática do fotojornalismo O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realiza nesta quinta-feira, 7, às 19h, a segunda edição do projeto Em Foco: Processos Criativos e Técnicas de Fotografia, que acontece no auditório da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no Vale do Canela. O evento é gratuito e aberto a todos os interessados em debater questões relacionadas à prática do fotojornalismo. O encontro será mediado pelo professor e coordenador do Labfoto/Ufba, Rodrigo Rossoni, e contará com a participação de João Alvarez, Shirley Stolze e Marco Aurélio Martins, profissionais experientes do fotojornalismo baiano, que vão discutir temas como mercado profissional, apresentar seus trabalhos e aspectos técnicos de sua execução, em um formato aberto à participação do público. Em Foco: Processos Criativos e Técnicas de Fotografia foi criado com o objetivo de promover debates acerca das questões presentes na sociedade contemporânea e sua relação com a fotografia, além da reflexão sobre a produção fotográfica na Bahia, desde o processo criativo até as técnicas necessárias para a sua realização. O primeiro encontro aconteceu no mês de setembro e tem realização do MAM-BA emparceria com o Labfoto/Ufba. Paralelamente ao evento, o museu dá continuidade à oficina de fotografia ministrada por Rafael Martins, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmam-ba-realiza-segundo-encontro-gratuito-sobre-fotografia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p align="center"><i>Evento recebe profissionais da área para debater questões relacionadas à prática do fotojornalismo</i></p>
<div id="attachment_9134" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="/wp-content/uploads/2013/11/EMFOCO_FotoDivulgacao-com-legendas.jpg"><img class=" wp-image-9134 " alt="" src="/wp-content/uploads/2013/11/EMFOCO_FotoDivulgacao-com-legendas.jpg" width="518" height="518" /></a><p class="wp-caption-text">Convidados para a segunda edição do Em Foco</p></div>
<p>O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realiza nesta quinta-feira, 7, às 19h, a segunda edição do projeto <b>Em Foco: Processos Criativos e Técnicas de Fotografia</b>, que acontece no auditório da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no Vale do Canela. O evento é gratuito e aberto a todos os interessados em debater questões relacionadas à prática do fotojornalismo.</p>
<p>O encontro será mediado pelo professor e coordenador do Labfoto/Ufba, Rodrigo Rossoni, e contará com a participação de João Alvarez, Shirley Stolze e Marco Aurélio Martins, profissionais experientes do fotojornalismo baiano, que vão discutir temas como mercado profissional, apresentar seus trabalhos e aspectos técnicos de sua execução, em um formato aberto à participação do público.</p>
<p><b>Em Foco: Processos Criativos e Técnicas de Fotografia</b> foi criado com o objetivo de promover debates acerca das questões presentes na sociedade contemporânea e sua relação com a fotografia, além da reflexão sobre a produção fotográfica na Bahia, desde o processo criativo até as técnicas necessárias para a sua realização. O primeiro encontro aconteceu no mês de setembro e tem realização do MAM-BA emparceria com o Labfoto/Ufba.</p>
<p>Paralelamente ao evento, o museu dá continuidade à oficina de fotografia ministrada por Rafael Martins, que acontece até 13 de novembro, na Diretoria de Audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Dimas/Funceb), localizada na Biblioteca Pública do Estado (Barris).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Saiba mais sobre os palestrantes:</b></p>
<p><b>Rodrigo Rossoni </b>é<b> </b>professor adjunto na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), atuando no campo do fotojornalismo e teorias da imagem, e é coordenador do Laboratório de Fotografia da faculdade (Labfoto). Atuou como repórter fotográfico em jornais como A Gazeta, Notícia Agora e Gazeta Mercantil, entre os anos 1998 e 2006.</p>
<p><b>João Alvarez </b>é jornalista formado pela Universidade Federal da Bahia. Começou como fotojornalista em1999 e já acompanhou o dia a dia das redações dos jornais Gazeta Mercantil, Correio e A Tarde. Em 2004, foi finalista do <i>Joop Swart Masterclass</i> – programa de treinamento para jovens talentos oferecido pela <i>World Press Photo Foundation</i>. Enquanto vivia na Espanha, foi premiado no concurso internacional Sonimag Foto, apresentando uma reportagem fotográfica sobre os romeiros da cidade de Bom Jesus da Lapa, na Bahia. Ao retornar ao Brasil, cobriu campanhas políticas e colaborou com veículos de comunicação de todo o país. Entre 2011 e 2013 foi editor de fotografia da Federação das Indústrias do Estado da Bahia. Atualmente, divide as atividades de fotógrafo independente e de professor de fotografia.</p>
<p><b>Shirley Stolze </b>é formada em Artes Plásticas e iniciou sua carreira como repórter fotográfica no jornal Correio da Bahia, em 1989. Trabalhou para empresas como Link Comunicação e Propaganda, Jornal A Tarde, Jornal Bahia Hoje, Telemar, Liceu de Artes e Ofícios, TV Bahia, Shopping Barra e Coelba, além de ter participado de campanhas políticas. O trabalho de repórter fotográfico lhe rendeu o Prêmio ABI (Associação Baiana de Imprensa) de 1991 e 1993. Também participou de inúmeras exposições, entre elas o Primeiro Salão de Artes Plásticas (1987), a II Bienal do Recôncavo (1993), o II Salão Nacional de Arte Fotográfica da Bahia (1995), Bahia à Paris – <i>L’art d’aujourd’hui</i> (1998).<b> </b></p>
<p><b>Marco Aurélio Martins </b>é antropólogo formado pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA, que pesquisa Antropologia Visual. Foi professor de fotografia de universidades em Salvador e é repórter fotográfico do Jornal A Tarde. Marco Aurélio já trabalhou para os principais jornais e revistas do país, como a Folha de São Paulo, O Globo, Jornal do Brasil, revistas Marie Claire, Raça, Forbes, Isto É e Veja. Também foi repórter fotográfico no Jornal da Bahia, Correio da Bahia e Bahia Hoje. Já foi agraciado sete vezes com o prêmio mensal de melhor foto diária e uma vez com o prêmio anual de melhor foto publicada pela Associação Baiana de Imprensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Em Foco: Processos Criativos e Técnicas em Fotografia #2</b><br />
<b>Quando:</b> 7 de novembro (quinta-feira), às 19h<br />
<b>Onde</b>: Auditório da Escola de Administração da UFBA<br />
<b>Gratuito</b><br />
<b>Informações:</b> 3117-6141</p>
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