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	<title>Museu de Arte Moderna da BahiaEvento | Museu de Arte Moderna da Bahia</title>
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		<title>Livro de Waly Salomão é lançado durante Sarau OSBANOMAM</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2014 18:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[A 3ª Bienal da Bahia realiza no dia 27 de junho (sexta-feira), às 18h, mais uma edição do Sarau OSBANOMAM, no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). Unindo música clássica e poesia, o evento é gratuito e aberto ao público (entrada sujeita à lotação máxima do espaço, com distribuição de 300 senhas a partir das 17h). O programa musical apresentado pela Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) é composto pelos solistas Felipe Prazeres e Gustavo Menezes (violino) e Suzana Kato (violoncelo). Serão executadas composições de  Mendelssohn (Octecto em Mi b Maior op.20) e Mozart (Serenata noturna). No mesmo dia, será lançado o livro Poesia Total, de Waly Salomão. Baiano, filho de sírio com sertaneja, Waly foi ponta de lança de uma geração de poetas contrários aos princípios formais de uma tradição e pensaram a produção literária a partir da sua articulação com outras artes. Seu filho, o artista Omar Salomão, é um dos participantes da Bienal e também estará no Sarau, recitando o poema Fábrica do Poema, escrito por Waly Salomão para Lina Bo Bardi. Omar integrou o grupo de artistas que fizeram parte da residência da Bienal da Bahia, no Instituto Sacatar (Itaparica), e tem incursões na literatura, artes visuais, teatro, televisão e música. Ele também já publicou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Flivro-de-waly-salomao-e-lancado-durante-sarau-osbanomam%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>A 3ª Bienal da Bahia realiza no dia 27 de junho (sexta-feira), às 18h, mais uma edição do <strong>Sarau OSBANOMAM</strong>, no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). Unindo música clássica e poesia, o evento é gratuito e aberto ao público (entrada sujeita à lotação máxima do espaço, com distribuição de 300 senhas a partir das 17h).</p>
<p>O programa musical apresentado pela Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) é composto pelos solistas Felipe Prazeres e Gustavo Menezes (violino) e Suzana Kato (violoncelo). Serão executadas composições de  Mendelssohn (Octecto em Mi b Maior op.20) e Mozart (Serenata noturna).</p>
<p>No mesmo dia, será lançado o livro <a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13666" target="_blank"><em>Poesia Total</em></a>, de Waly Salomão. Baiano, filho de sírio com sertaneja, Waly foi ponta de lança de uma geração de poetas contrários aos princípios formais de uma tradição e pensaram a produção literária a partir da sua articulação com outras artes. Seu filho, o artista Omar Salomão, é um dos participantes da Bienal e também estará no Sarau, recitando o poema <em>Fábrica do Poema</em>, escrito por Waly Salomão para Lina Bo Bardi.</p>
<p>Omar integrou o grupo de artistas que fizeram parte da residência da Bienal da Bahia, no Instituto Sacatar (Itaparica), e tem incursões na literatura, artes visuais, teatro, televisão e música. Ele também já publicou os livros <em>Impreciso</em> (Artes Visuais e Poesia, 2011) e <em>À Deriva</em> (Poesia, 2005).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/2014/06/osbanomam.png"><img class="aligncenter  wp-image-11333" alt="osbanomam" src="/wp-content/uploads/2014/06/osbanomam.png" width="675" height="838" /></a></p>
<p><strong>Sarau OSBANOMAM</strong><br />
<strong>Quando:</strong> 27 de junho (sexta-feira), às 18h<br />
<strong>Onde:</strong> Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) – Solar do Unhão<br />
Entrada gratuita (sujeita à lotação máxima de 300 pessoas) - Distribuição de senhas a partir das 17h</p>
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		<title>JAM no MAM mantém programação durante os festejos juninos</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jun 2014 17:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blenda Tourinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Jam no MAM]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada melhor que aproveitar o belo por do sol do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) e curtir boa música no sábado à noite. Por isso, para não perder o costume, a JAM no MAM manterá sua programação durante os festejos juninos. No dia 21 de junho, às 18h, a JAM apresenta mais uma session para o público. Assista ao vídeo produzido pela JAM no MAM e programe-se!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fjam-no-mam-mantem-programacao-durante-os-festejos-juninos%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Nada melhor que aproveitar o belo por do sol do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) e curtir boa música no sábado à noite. Por isso, para não perder o costume, a JAM no MAM manterá sua programação durante os festejos juninos. No dia 21 de junho, às 18h, a JAM apresenta mais uma session para o público.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zHlJlvM59Ds#t=14" target="_blank">Assista ao vídeo</a> produzido pela JAM no MAM e programe-se!</p>
<div id="attachment_11325" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><a href="/wp-content/uploads/2014/06/jamnomam.jpg"><img class="size-full wp-image-11325" alt="jamnomam" src="/wp-content/uploads/2014/06/jamnomam.jpg" width="448" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Divulgação</p></div>
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		<title>Criação e sensibilidade são destaques no projeto ARMOD</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 20:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jaqueline Suzarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto ARMOD]]></category>

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		<description><![CDATA[O galpão de oficina foi palco do quarto laboratório do projeto ARMOD – Arte, Moda e Designer, ministrado no dia 21, por Karin Galvão. A aula sobre o planejamento da coleção deu destaque na criação e na sensibilidade dos alunos, na composição das vestes e acessórios. Cada laboratório compõe uma parte do processo de desenvolvimento dos participantes na criação do seu produto. “Agora eles estão pegando a mão na massa, vendo as possibilidades dos tecidos, das misturas, das tramas juntos com os tingimentos que eles já aprenderam”, explicou Sandra Galeffi – coordenadora do projeto. Para Maria Juliana de Alcântara, formada em designer de moda, o curso amplia o olhar e as possibilidades de montar uma peça. “É importante para ajudar a gente no processo criativo e descobertas novas técnicas, beneficiamento de tecido, de materiais. Ajuda a melhorar nosso olhar em torno de materiais alternativos, resignificar os materiais descartáveis. Isso é importante na profissão de designer, quem trabalha com decoração, criação,” disse Maria Juliana. O curso possui uma linha de produção artística, com a finalidade de montar peças para uma exposição, com performance produzida pelos alunos. Cada um tem a liberdade de criar o seu produto a partir de suas experiências, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fcriacao-e-sensibilidade-sao-destaques-no-projeto-armod%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>O galpão de oficina foi palco do quarto laboratório do projeto ARMOD – Arte, Moda e Designer, ministrado no dia 21, por Karin Galvão. A aula sobre o planejamento da coleção deu destaque na criação e na sensibilidade dos alunos, na composição das vestes e acessórios.</p>
<div id="attachment_11161" class="wp-caption aligncenter" style="width: 503px"><a href="/wp-content/uploads/2014/05/MAM.jpg"><img class=" wp-image-11161        " alt="MAM" src="/wp-content/uploads/2014/05/MAM.jpg" width="493" height="442" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Divulgação do Núcleo de Artes e Educação (NAE)</p></div>
<p>Cada laboratório compõe uma parte do processo de desenvolvimento dos participantes na criação do seu produto. “Agora eles estão pegando a mão na massa, vendo as possibilidades dos tecidos, das misturas, das tramas juntos com os tingimentos que eles já aprenderam”, explicou Sandra Galeffi – coordenadora do projeto.</p>
<p>Para Maria Juliana de Alcântara, formada em designer de moda, o curso amplia o olhar e as possibilidades de montar uma peça. “É importante para ajudar a gente no processo criativo e descobertas novas técnicas, beneficiamento de tecido, de materiais. Ajuda a melhorar nosso olhar em torno de materiais alternativos, resignificar os materiais descartáveis. Isso é importante na profissão de designer, quem trabalha com decoração, criação,” disse Maria Juliana.</p>
<div id="attachment_11163" class="wp-caption aligncenter" style="width: 436px"><a href="/wp-content/uploads/2014/05/MAM-site.jpg"><img class="wp-image-11163      " alt="MAM site" src="/wp-content/uploads/2014/05/MAM-site.jpg" width="426" height="354" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Divulgação do Núcleo de Arte e Educação (NAE)</p></div>
<p>O curso possui uma linha de produção artística, com a finalidade de montar peças para uma exposição, com performance produzida pelos alunos. Cada um tem a liberdade de criar o seu produto a partir de suas experiências, do diálogo com o que aprenderam e com os colegas. A próxima etapa do ARMOD acontece em julho.</p>
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		<title>Noite de surpresas no Sarau OSBANOMAM</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2014 23:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thuanne Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
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		<description><![CDATA[A união entre música de qualidade e poesia já é garantia de sucesso do evento SARAU OSBANOMAM. No Casarão lotado, como de costume, a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) fez mais um espetáculo à parte no Café Concerto, que aconteceu na última sexta, 9 de maio, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). Mais de 450 pessoas estiveram presente no evento. “Além de didático, o sarau é uma maneira de provocar uma troca cultural com o público. O nosso objetivo é trazer um caráter sensorial e fazer com que as pessoas tenham uma experiência de cultura e que possam contribuir no processo. As pessoas também podem ensinar se quiserem”, afirmou o maestro Carlos Prazeres. Sobre a escolha de Bach, o maestro afirmou que o Casarão do Museu de Arte Moderna era um lugar próprio para explorar as composições do alemão. A noite foi repleta de surpresas. A primeira delas foi o anúncio da saída de Samuel Dias, spalla da OSBA, que irá ingressar a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.  O primeiro a recitar uma poesia foi Uibitu Smetak, músico membro da OSBA e filho de Walter Smetak, que apresentou Disse uma Folha de Papel Branco, do poeta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fnoite-de-surpresas-no-sarau-osbanomam%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>A união entre música de qualidade e poesia já é garantia de sucesso do evento SARAU OSBANOMAM. No Casarão lotado, como de costume, a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) fez mais um espetáculo à parte no Café Concerto, que aconteceu na última sexta, 9 de maio, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). Mais de 450 pessoas estiveram presente no evento.</p>
<div id="attachment_11100" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="/wp-content/uploads/2014/05/095A9315-090514-Alfredo-Mascarenhas.jpg"><img class=" wp-image-11100  " alt="095A9315-090514-Alfredo Mascarenhas" src="/wp-content/uploads/2014/05/095A9315-090514-Alfredo-Mascarenhas-1024x682.jpg" width="553" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">Mais de 450 pessoas estiveram presentes no Sarau OSBANOMAM | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p>“Além de didático, o sarau é uma maneira de provocar uma troca cultural com o público. O nosso objetivo é trazer um caráter sensorial e fazer com que as pessoas tenham uma experiência de cultura e que possam contribuir no processo. As pessoas também podem ensinar se quiserem”, afirmou o maestro Carlos Prazeres. Sobre a escolha de Bach, o maestro afirmou que o Casarão do Museu de Arte Moderna era um lugar próprio para explorar as composições do alemão.</p>
<p>A noite foi repleta de surpresas. A primeira delas foi o anúncio da saída de Samuel Dias, spalla da OSBA, que irá ingressar a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.  O primeiro a recitar uma poesia foi Uibitu Smetak, músico membro da OSBA e filho de Walter Smetak, que apresentou <i>Disse uma Folha de Papel Branco</i>, do poeta libanês Khalil Gibran.</p>
<p>O público, que não estava perto o suficiente, foi convidado a se aproximar. “Isto é simbólico, queremos que vocês se infiltrem no meio da orquestra, não mantenham distância”, afirmou Prazeres. Poesias de Adélia Prado e Pablo Neruda também foram recitadas pelo público. Um dos participantes que se destacou foi o poeta Márcio Luiz Andrade Santos, ovacionado ao término da poesia <i>Abodarrada Quem Sou Eu</i>, de Luiz Gama.</p>
<div id="attachment_11101" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="/wp-content/uploads/2014/05/095A9305-090514-Alfredo-Mascarenhas-1.jpg"><img class=" wp-image-11101  " alt="095A9305-090514-Alfredo Mascarenhas (1)" src="/wp-content/uploads/2014/05/095A9305-090514-Alfredo-Mascarenhas-1-1024x682.jpg" width="553" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">Carlos Prazes convidou o público a se aproximar | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p>O convidado da noite foi James Martins, idealizador do Pós Lida, que recitou quatro poemas, dentre eles três de sua autoria (<i>Sem Título</i>, <i>Para Haki</i> e <i>Oral – Oratório de Natal</i>) e <i>Fragmentos das Galáxias</i>, de Haroldo Campos.</p>
<p>A dança também marcou presença nesta edição do Sarau. Bailarinos foram convidados a dançar ao som da composição <i>Vals</i>, de Emílio Le Roux, tocada pelo violinista da OSBA, Alexandre Casado. Os dançarinos Lucas Dancer, Clara Boa Sorte foram coreografados por Sylvan Barbosa.</p>
<div id="attachment_11103" class="wp-caption aligncenter" style="width: 508px"><a href="/wp-content/uploads/2014/05/095A9439-090514-Alfredo-Mascarenhas.jpg"><img class=" wp-image-11103   " alt="095A9439-090514-Alfredo Mascarenhas" src="/wp-content/uploads/2014/05/095A9439-090514-Alfredo-Mascarenhas-1024x682.jpg" width="498" height="331" /></a><p class="wp-caption-text">Dançarinos participaram do Sarau OSBANOMAM | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p>Participaram também os solistas Juliana Franco (soprano), Aníbal Mancini (tenor), Fabrizio Claussen (barítono) e Eduardo Torres (cravo). <i> </i>No programa Café Concerto da Osba o destaque foi a <i>Cantata do Café</i>, composta por Bach em 1732. A peça narra o conflito entre um pai de costumes rígidos e sua filha, seduzida pelo novo hábito de consumir café diversas vezes ao dia. O programa da OSBA trouxe ainda outra peça de Bach: a <i>Suíte Orquestral nº1 BWV 1066.</i></p>
<div id="attachment_11105" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="/wp-content/uploads/2014/05/095A9502-090514-Alfredo-Mascarenhas-1.jpg"><img class=" wp-image-11105 " alt="095A9502-090514-Alfredo Mascarenhas (1)" src="/wp-content/uploads/2014/05/095A9502-090514-Alfredo-Mascarenhas-1-1024x682.jpg" width="614" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Solistas apresentaram a Cantata do Café | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p>Para a funcionária pública Viviane Fernandes, as características principais do Sarau são justamente a surpresa e o aprendizado. “Eu vim para todas as edições do evento e me surpreendo a cada uma. Além da qualidade técnica da OSBA, nós aprendemos muito, porque cada sarau traz músicas de um músico específico”, afirma.</p>
<p style="text-align: right;"> <strong>* Colaborou Marcos William</strong></p>
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		<title>Sarau OSBANOMAM destaca obra de Bach e sua Cantata do Café</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2014 23:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thuanne Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[OSBA]]></category>
		<category><![CDATA[SarauOSBANOMAM]]></category>

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		<description><![CDATA[A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) e o Museu de Arte Moderna (MAM-BA) apresentam a 4ª edição do Sarau OSBANOMAM, com um concerto de câmara dedicado à música do século XVIII, nesta sexta-feira, 9 de maio, às 18h, no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), localizado no Solar do Unhão. Batizada de Café Concerto, por trazer no seu programa a Cantata do Café, obra do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), a apresentação terá regência do maestro Carlos Prazeres, atual curador artístico da orquestra. O evento conta ainda com a participação de três solistas convidados, os cantores líricos Juliana Franco (soprano), Aníbal Mancini (tenor) e Fabrizio Claussen (barítono). Eduardo Torres, pianista da OSBA, atua como solista de cravo. A entrada é gratuita e sujeita a lotação do Casarão do MAM-BA. BACH E CAFÉ – No programa do “Café Concerto” da OSBA foram reservadas ao público peças do maior nome da música barroca,Johann Sebastian Bach (1685-1750), com destaque para a Kaffeekantate ou Cantata do Café, composta por Bach em 1732 e que narra o conflito entre um pai de costumes rígidos e sua filha seduzida pelo novo hábito de consumir café diversas vezes ao dia. A obra, que tem hoje a catalogação BWV 211, foi encomendada a Bach por um homem conhecido como Zimmermann, cafeteria em Leipzig, na Alemanha. O local era frequentado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fsarau-osbanomam-destaca-obra-de-bach-e-sua-cantata-do-cafe%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p style="text-align: left;" align="center">A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) e o Museu de Arte Moderna (MAM-BA) apresentam a 4ª edição do <strong>Sarau OSBANOMAM</strong>, com um concerto de câmara dedicado à música do século XVIII, nesta sexta-feira, 9 de maio, às 18h, no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), localizado no Solar do Unhão.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Batizada de <i>Café Concerto</i>, por trazer no seu programa a <i>Cantata do Café</i>, obra do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), a apresentação terá regência do maestro Carlos Prazeres, atual curador artístico da orquestra. O evento conta ainda com a participação de três solistas convidados, os cantores líricos Juliana Franco (soprano), Aníbal Mancini (tenor) e Fabrizio Claussen (barítono). Eduardo Torres, pianista da OSBA, atua como solista de cravo. A entrada é gratuita e sujeita a lotação do Casarão do MAM-BA.</p>
<div id="attachment_10839" class="wp-caption aligncenter" style="width: 494px"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/Divulgação-SARAU-Por-Lara-Carvalho.jpg"><img class=" wp-image-10839  " alt="" src="/wp-content/uploads/2014/03/Divulgação-SARAU-Por-Lara-Carvalho.jpg" width="484" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">A Orquestra Sinfônica da Bahia se apresenta novamente no MAM-BA | Foto: Lara Carvalho</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>BACH E CAFÉ –</strong> No programa do “<i>Café Concerto</i>” da OSBA foram reservadas ao público peças do maior nome da música barroca,Johann Sebastian Bach (1685-1750), com destaque para a <i>Kaffeekantate</i> ou <i>Cantata do Café</i>, composta por Bach em 1732 e que narra o conflito entre um pai de costumes rígidos e sua filha seduzida pelo novo hábito de consumir café diversas vezes ao dia. A obra, que tem hoje a catalogação BWV 211, foi encomendada a Bach por um homem conhecido como Zimmermann, cafeteria em Leipzig, na Alemanha. O local era frequentado pelo compositor e o café, naquela época, era praticamente uma novidade e tinha seu consumo combatido por setores da sociedade que acreditavam que o chamado “<i>veneno negro</i>” pudesse desenvolver sintomas de histeria e esterilidade em mulheres. O programa da OSBA traz ainda outra peça de Bach: a <i>Suíte Orquestral nº1 BWV 1066.</i></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong><br />
</span></p>
<p style="text-align: left;"><em>Orquestra Sinfônica da Bahia &#8211; Café Concerto no Sarau OSBANOMAM</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Regência:</strong> Maestro Carlos Prazeres</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Solistas: </strong><i> </i>Juliana Franco (soprano), Aníbal Mancini (tenor), Fabrizio Claussen (barítono) e Eduardo Torres (cravo)</p>
<p style="text-align: left;"><strong> Local:</strong>  Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) – Solar do Unhão, Av. Contorno.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Data e horário:</strong>  9 de maio (sexta-feira), 18 horas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Entrada gratuita (sujeita a lotação do espaço)</strong></p>
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		<title>Pinte no MAM Itinerante é atração no SESI/Itapagipe neste sábado (26)</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 22:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Global 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O Projeto ‘Pinte no MAM Itinerante’ do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) é um dos destaques deste sábado (26), das 9h às 16h, no Sesi/Itapagipe (Av. Tiradentes, 1454, Caminho de Areia), em Salvador, integrando a Ação Global 2014. O projeto é de promoção social e de cidadania com serviços gratuitos dos mais variados oferecidos ao público. O convite partiu da Representação Regional (Bahia/Sergipe) do Ministério da Cultura (MinC) para uma parceria com a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) que administra diversos espaços culturais através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), entre os quais o MAM-BA. “O ‘Pinte no MAM’ já está consolidado e a população de Salvador já demanda o museu com dezenas de crianças e adolescentes participantes”, esclarece Lica Moniz, coordenadora do Núcleo de Arte e Educação (NAE) do MAM-BA. O MinC e a SecultBA entendem que a arte e a cultura também são bens que o cidadão tem o direito de ter acesso. Serão oferecidas instruções acerca de projetos e programas de incentivo à arte e cultura do MinC via políticas desenvolvidas em todo o país. Serão distribuídos folhetos, folders e livros sobre atividades apoiadas pelo MinC e pela SecultBA, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fpinte-no-mam-itinerante-e-atracao-no-sesiitapagipe-neste-sabado-26%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p style="text-align: left;" align="center">O Projeto ‘Pinte no MAM Itinerante’ do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) é um dos destaques deste sábado (26), das 9h às 16h, no Sesi/Itapagipe (Av. Tiradentes, 1454, Caminho de Areia), em Salvador, integrando a Ação Global 2014. O projeto é de promoção social e de cidadania com serviços gratuitos dos mais variados oferecidos ao público.</p>
<div id="attachment_11026" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="/wp-content/uploads/2014/04/pintenomamfotodivulgacao1.jpg"><img class=" wp-image-11026  " alt="pintenomamfotodivulgacao" src="/wp-content/uploads/2014/04/pintenomamfotodivulgacao1.jpg" width="518" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p>O convite partiu da Representação Regional (Bahia/Sergipe) do Ministério da Cultura (MinC) para uma parceria com a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) que administra diversos espaços culturais através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), entre os quais o MAM-BA. “O ‘Pinte no MAM’ já está consolidado e a população de Salvador já demanda o museu com dezenas de crianças e adolescentes participantes”, esclarece Lica Moniz, coordenadora do Núcleo de Arte e Educação (NAE) do MAM-BA.</p>
<p>O MinC e a SecultBA entendem que a arte e a cultura também são bens que o cidadão tem o direito de ter acesso. Serão oferecidas instruções acerca de projetos e programas de incentivo à arte e cultura do MinC via políticas desenvolvidas em todo o país. Serão distribuídos folhetos, folders e livros sobre atividades apoiadas pelo MinC e pela SecultBA, além da exibição de vídeos das ações dessas instituições públicas.</p>
<p>Com a temática <em>Qualidade de vida da família – a mulher como fio condutor</em>, essa é a 19ª edição da Ação Global 2014, realizada em parceria pelo Serviço Social da Indústria (SESI) e pela Rede Globo. Segundo os organizadores, o tema deve-se à constatação de que as mulheres já compõem 70% da audiência das edições realizadas, além de atuarem como agentes de mobilização em suas famílias, levando filhos e maridos.</p>
<p>Em 2013, a edição nacional contou com 32 mil voluntários e realizou mais de 1,5 milhão de atendimento pelo país. Em 2014, a ação acontece em 26 cidades e no Distrito Federal. Dentre os serviços oferecidos estão o ‘Cozinha Brasil’, com um estande que oferece palestras educativas e degustação, ensinando o aproveitamento integral dos alimentos, e nutricionistas com dicas contra desperdícios, armazenamento de alimentos e formas de como torná-los mais saborosos. Campanha de vacinação contra hepatite B, orientação sobre nutrição infantil, e o Ministério Público com o projeto ‘Pai Legal nas Escolas’, para investigar paternidades ainda não assumidas, são alguns dos outros serviços gratuitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MinC e SecutBA na Ação Global 2014</strong><br />
<b>Quando:</b> 26/04/2013 (sábado)<br />
<strong>Horário:</strong> 9 às 16 horas<br />
<b>Onde:</b> SESI Itapagipe, Av. Tiradentes, 1.454, Caminho de Areia<br />
<strong>Gratuito</strong></p>
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		<title>Experimento 2.2 encena Shakespeare na 3ª Bienal da Bahia</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 19:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thaís Seixas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Casarão]]></category>
		<category><![CDATA[Experimento 2.2]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Vila Velha]]></category>
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		<description><![CDATA[A arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi será homenageada nesta quarta-feira, 30, às 18h, no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), com o Experimento 2.2 - Shakespeare em Lina. Esta é a segunda ação conjunta da Universidade LIVRE do Teatro Vila Velha com a 3ª Bienal da Bahia. A entrada é gratuita, com limite de 300 pessoas – capacidade máxima do Casarão. O grupo da LIVRE encenará a peça Hamlet de William Shakespeare (1564-1616) e utilizará como palco a escada de Lina Bo Bardi – que também é autora de outras intervenções na capital baiana, como a reurbanização da Ladeira da Misericórdia, o Teatro Gregório de Mattos, na Praça Castro Alves e a Casa do Benin, no Pelourinho. Além disto, o experimento contempla os 50 anos do Vila – comemorados em 2014 – e a 3ª Bienal da Bahia, que rememora as bienais baianas de 1966 e 1968, esta última interrompida pela ditadura civil e militar, com o confisco de obras de arte e prisão de artistas. Para o diretor artístico do Teatro Vila Velha, Márcio Meirelles, a comemoração dos 50 anos do Vila provocou a reflexão das memórias do teatro, “da mesma forma como faz a 3ª Bienal da Bahia agora, reencenando as memórias das outras duas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2F11012%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>A arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi será homenageada nesta quarta-feira, 30, às 18h, no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), com o <strong>Experimento 2.2 - </strong><strong>Shakespeare em Lina</strong>. Esta é a segunda ação conjunta da Universidade LIVRE do Teatro Vila Velha com a 3ª Bienal da Bahia. A entrada é gratuita, com limite de 300 pessoas – capacidade máxima do Casarão.</p>
<p>O grupo da LIVRE encenará a peça <em>Hamlet</em> de William<em> </em>Shakespeare (1564-1616) e utilizará como palco a escada de Lina Bo Bardi – que também é autora de outras intervenções na capital baiana, como a reurbanização da Ladeira da Misericórdia, o Teatro Gregório de Mattos, na Praça Castro Alves e a Casa do Benin, no Pelourinho. Além disto, o experimento contempla os 50 anos do Vila – comemorados em 2014 – e a 3ª Bienal da Bahia, que rememora as bienais baianas de 1966 e 1968, esta última interrompida pela ditadura civil e militar, com o confisco de obras de arte e prisão de artistas.</p>
<p>Para o diretor artístico do Teatro Vila Velha, Márcio Meirelles, a comemoração dos 50 anos do Vila provocou a reflexão das memórias do teatro, “da mesma forma como faz a 3ª Bienal da Bahia agora, reencenando as memórias das outras duas bienais (1966 e 1968)”.</p>
<p><b>Experimentos</b></p>
<p>Como forma de incluir o público no seu processo de criação, a LIVRE apresenta, a cada mês, um Experimento. Neles estão cenas em processo que servem como pesquisa e experimentação para a montagem dos espetáculos. Ao longo de 2013, foram realizados seis Experimentos, todos baseados na obra <em>Frankenstein</em>, de Mary Shelley, que estreou em fevereiro de 2014. O Experimento 2.1 aconteceu no dia 16/04 e foi exibido em tempo real pela TV Vila (<a href="http://www.teatrovilavelha.com.br/tv-vila">www.teatrovilavelha.com.br</a>).</p>
<p>Assim como a 3ª Bienal da Bahia, a LIVRE é um processo de pesquisa, ações e encontros contínuos. O diretor Martin Domecq explica o que é o Experimento da LIVRE:</p>
<p>“Durante o experimento, o que se mostra é um trabalho em processo, não uma peça acabada. É um processo de busca, de pesquisa, que vem sendo feito ao longo de um mês de trabalho. Todos os atores estão o tempo todo no palco e sempre há um componente musical, rítmico. Há também um momento onde se escuta a voz dos participantes sobre alguma questão que está próxima de nós, como aconteceu no experimento em que se falou sobre o Movimento Passe Livre. Há, ainda, um espaço de diálogo com o público, quando se abre o microfone e o público pode responder, falar, questionar.”</p>
<div id="attachment_1474" class="wp-caption aligncenter" style="width: 632px"><a href="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/04/120414_Alfredo-Mascarenhas_07161.jpg"><img class="wp-image-1474  " alt="120414_Alfredo Mascarenhas_0716" src="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/04/120414_Alfredo-Mascarenhas_07161.jpg" width="622" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Ensaio da LIVRE no Casarão do MAM-BA | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p><b>Sobre a LIVRE</b></p>
<p>Criada em fevereiro de 2013, a Universidade LIVRE de Teatro Vila Velha é um resumo de tudo o que o Teatro Vila Velha foi e é até hoje: um espaço de experimentação, formação artística e constante diálogo com a sociedade. A LIVRE se conecta com as ideias do artista visual e ativista político-cultural alemão Joseph Beuys (1921-1986), do diretor teatral Zé Celso Martinez (Teatro Oficina) e de outros artistas e coletivos que pensam a arte como ferramenta política de transformação.</p>
<p>A partir do programa de formação em artes cênicas da Universidade LIVRE, o Vila se reinventa continuamente, deslocando a construção dos processos artísticos para lugares em que os integrantes do grupo exercem plena e conscientemente toda a autonomia criativa e de gestão. Essa consciência se instala por meio de ações multidisciplinares, transversais e poéticas, nos quais os participantes entram em contato com conhecimentos de iluminação, sonorização, cenografia, figurino, produção, administração, comunicação e muitos outros que tenham o objetivo de construção de um saber pleno sobre a função de todos os atores e componentes estéticos envolvidos neste sistema. Cada participante da Universidade passa necessariamente por todos os setores do teatro. Para a LIVRE, a formação do ator não está apenas no palco.</p>
<p>Os participantes da LIVRE realizam encontros de segunda a sábado, quando, além dos ensaios, são realizados trabalhos de corpo, percussão, capoeira, música, canto, dança, gestão colaborativa, dramaturgia, tecnologias, audiovisual e yoga, sempre voltados para o trabalho de ator. A LIVRE realiza, ainda, cursos de extensão para os seus participantes, como as oficinas de maquiagem cênica, de iluminação e de construção de berimbaus e alfaias, instrumentos que são incorporados pelos espetáculos e experimentos do programa.</p>
<div id="attachment_1475" class="wp-caption aligncenter" style="width: 632px"><a href="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/04/120414_Alfredo-Mascarenhas_0766.jpg"><img class="wp-image-1475  " alt="120414_Alfredo Mascarenhas_0766" src="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/04/120414_Alfredo-Mascarenhas_0766.jpg" width="622" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Ensaio da LIVRE no Casarão do MAM-BA | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p>Além dos cursos de extensão, a LIVRE realiza oficinas e encontros com profissionais de artes de diversas áreas, possibilitando uma troca de conhecimento que extrapola os limites do estado e país. A Universidade LIVRE de Teatro Vila Velha tem coordenação de Márcio Meirelles e a colaboração de Martin Domeq, Bertho Filho (preparação de ator), Tadashi Endo (dança contemporânea japonesa Butoh) Anita Bueno (yoga), Ridson Reis (percussão), Cristina Castro (preparação corporal), Leno Sacramento (capoeira), o ator Cacá Carvalho, o músico de Theatre de Soleil, Jean-Jacques Lemêtre, a diretora e iluminadora Fernanda Paquelet, o ator do LUME Carlos Simioni, Cibele Forjaz (dramaturgia colaborativa), a atriz Sonia Robatto, a diretora Chica Carelli, o dramaturgo Hayaldo Copque, o ator e diretor Vinicius Piedade, entre outros profissionais.</p>
<p>A LIVRE tem em seu currículo os espetáculos<em> Por que Hécuba</em> e <em>Frankenstein</em>, além de <em>Espelho para Cegos</em>, co-produção com a Cia Teatro dos Novos, que esteve em cartaz em 2013 e participou em 2014 do Festival Verão Contemporânea, em Belo Horizonte, e da mostra oficial do Festival de Curitiba.</p>
<p><b>Moeda Social</b></p>
<p>Junto à criação da LIVRE, o Vila entra no ambiente de Economia Solidária, através da moeda social “tempo”. O “tempo” serve como alternativa e complemento à moeda Real. Desse modo, o trabalho, bem como serviços oferecidos pelo Vila, como aluguel de pauta, passam a poder ser negociados a partir de uma nova lógica, que valoriza o tempo de trabalho. Participantes da LIVRE, por exemplo, pagam parte da mensalidade em dinheiro e parte em “tempo”, através de funções desempenhadas nas diversas áreas do teatro, como comunicação, técnica, bilheteria, produção, entre outras. O fluxo de “tempos” é administrado através da plataforma colaborativa Corais (<a href="http://www.corais.org/livre" target="_blank">www.corais.org/livre</a>), implementada no Teatro Vila Velha com a consultoria do produtor cultural Pedro Jatobá.</p>
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		<title>Em Foco reúne amantes da fotografia de cinema</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Apr 2014 13:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thuanne Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Em Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia em Movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Labfoto]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[Sala Walter]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realizou nesta quinta-feira, 10, a 5ª edição do Em Foco, que teve como tema Fotografia em Movimento. O evento aconteceu na Sala Walter da Silveira, nos Barris,com mediação do professor da Ufba Leonardo Reis. Os convidados foram os profissionais Hamilton Oliveira, Paulo Hermida e Paulo Alcântara. Os amantes da fotografia de cinema puderam entender mais sobre o campo e os procedimentos da área durante o debate dos participantes. &#8220;O fotógrafo de cinema faz parte de um processo coletivo, enquanto o fotógrafo de still está mais livre para desenvolver seus projetos&#8221;, diferenciou o mediador, antes do início da apresentação dos participantes, que atuam de forma ampla a área do cinema e do audiovisual. Paulo Alcântara foi o primeiro a falar e revelou ao público que teve um pouco de dificuldade de saber como abordar o tema do evento. &#8220;Quando falamos em fotografia temos a ideia de uma imagem fixa, mas o que seria a fotografia de cinema? Ela é a fotografia que requer uma trabalho apurado, porque são criadas realidades em movimento&#8221;, explicou. Segundo Alcântara, o fotógrafo de cinema trabalha em estreita colaboração com os demais profissionais envolvidos em um projeto, como um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fsala-walter-da-silveira-recebe-mais-uma-edicao-do-em-foco%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realizou nesta quinta-feira, 10, a 5ª edição do Em Foco, que teve como tema Fotografia em Movimento. O evento aconteceu na Sala Walter da Silveira, nos Barris,com mediação do professor da Ufba Leonardo Reis. Os convidados foram os profissionais Hamilton Oliveira, Paulo Hermida e Paulo Alcântara. Os amantes da fotografia de cinema puderam entender mais sobre o campo e os procedimentos da área durante o debate dos participantes.</p>
<div id="attachment_10941" class="wp-caption aligncenter" style="width: 512px"><a href="/wp-content/uploads/2014/04/emfoco.jpg"><img class=" wp-image-10941 " alt="Convidados falam sobre direção de fotografia. Foto: Tayse Argôlo | Labfoto" src="/wp-content/uploads/2014/04/emfoco.jpg" width="502" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">Convidados falam sobre direção de fotografia. Foto: Tayse Argôlo | Labfoto</p></div>
<p>&#8220;O fotógrafo de cinema faz parte de um processo coletivo, enquanto o fotógrafo de still está mais livre para desenvolver seus projetos&#8221;, diferenciou o mediador, antes do início da apresentação dos participantes, que atuam de forma ampla a área do cinema e do audiovisual.</p>
<p>Paulo Alcântara foi o primeiro a falar e revelou ao público que teve um pouco de dificuldade de saber como abordar o tema do evento. &#8220;Quando falamos em fotografia temos a ideia de uma imagem fixa, mas o que seria a fotografia de cinema? Ela é a fotografia que requer uma trabalho apurado, porque são criadas realidades em movimento&#8221;, explicou. Segundo Alcântara, o fotógrafo de cinema trabalha em estreita colaboração com os demais profissionais envolvidos em um projeto, como um filme, por exemplo.</p>
<p>Alcântara contou sobre sua trajetória profissional na área, desde sua formação em Publicidade e Propaganda e dos seus primeiros trabalhos como voluntário em produções. Sua curiosidade o levou até a Espanha, onde fez uma especialização em direção de fotografia em cinema. &#8220;O diretor de fotografia é o cara que organiza o departamento de fotografia dentro de um filme. Ele é responsável por imprimir uma estética específica na obra, em concordância com o diretor&#8221;, afirmou. Paulo Alcântara também mostrou alguns trabalhos de direção de fotografia desenvolvidos por ele, como no curta Amor em Ponta de Faca, no videoclipe Soteropolitana, da banda Cascadura e no documentário Água de Meninos.</p>
<p>Hamilton Oliveira, por sua vez, destacou que o fotógrafo de cinema tem que ser político para manter a equipe unida a favor do filme. Hamilton também falou um pouco da sua trajetória, que começou na prática. &#8220;Eu tinha um laboratório de still preto e branca em casa. Trabalhei como repórter cinematográfico na transição da película para o vídeo&#8221;, relembrou. Para ele, fazendo jornalismo se aprende noções de tempo, técnicas de exposição do filme e principalmente, a contar histórias. Além do jornalismo, também passou por produtoras, fez Publicidade e, só depois, resolveu estudar Cinema.</p>
<p>Sobre o seu trabalho no Cinema, afirmou: &#8220;Quando pego um roteiro, tento lê-lo pela primeira vez sem pré-conceber nada, mas para mim isso é quase impossível. Tudo vira imagem&#8221;, justificou. Entretanto, pode haver um distanciamento entre o que foi imaginado e a realidade do set de gravação. &#8220;No set, tudo que foi pensado pelo diretor de fotografia pode mudar&#8221;, afirmou. Para ele, isso não é um problema, pois em parceria com o diretor, podem ser achadas soluções que não gastem dinheiro e que não façam o filme perder a história. &#8220;Fazer cinema é divertido. O set, para mim, é meu parque de diversões&#8221;, comentou. Hamilton também destacou que o trabalho realizado pelo fotógrafo de cinema tem que ser negociado com o diretor e que o não tem um determinado estilo. &#8220;O meu estilo é o que tá escrito no roteiro&#8221;, resumiu.</p>
<div id="attachment_10942" class="wp-caption aligncenter" style="width: 494px"><a href="/wp-content/uploads/2014/04/emfoco2.jpg"><img class=" wp-image-10942   " alt="Participantes assistem a produções dos convidados. Foto: Tayse Argôlo | Labfoto" src="/wp-content/uploads/2014/04/emfoco2.jpg" width="484" height="322" /></a><p class="wp-caption-text">Participantes assistem a produções dos convidados. Foto: Tayse Argôlo | Labfoto</p></div>
<p>Já Paulo Hermida também refletiu sobre o que é ser um diretor de fotografia. &#8220;Se trata de um cargo que te colocam, uma assinatura no projeto. Antes disso, o cara é um fotógrafo, um cinematógrafo. Nós enquadramos, olhamos e tentamos ver o cotidiano para depois reproduzir&#8221;, explicou. &#8220;Todos nós, cinematógrafos, somos sempre os eternos alunos de alguém. É uma profissão tão complexa que você sempre adquire experiência vendo seus mestres trabalharem&#8221;. Paulo Hermida também afirmou que sempre foi apaixonado pela técnica, mas que se descobriu diretor de fotografia quando passou a pensar na luz que traduz um sentimento.</p>
<p>Ao final do encontro, o público participou através de perguntas, tirando suas dúvidas sobre o assunto com os convidados. Dentre elas, estavam questões relacionadas à autoria no cinema e a ocupação de múltiplas funções por um mesmo profissional, como ser diretor, produtor e diretor de fotografia.</p>
<div id="attachment_10956" class="wp-caption aligncenter" style="width: 530px"><a href="/wp-content/uploads/2014/04/EmFoco_edição5-9.jpg"><img class=" wp-image-10956 " alt="EmFoco_edição5-9" src="/wp-content/uploads/2014/04/EmFoco_edição5-9.jpg" width="520" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta baiano Edgard Navarro também participou do Em Foco | Tayse Argôlo | LabFoto</p></div>
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		<title>OSBA se apresenta em eventos gratuitos no MAM-BA e no Foyer do TCA</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2014 18:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Casarão]]></category>
		<category><![CDATA[concerto]]></category>
		<category><![CDATA[OSBANOMAM]]></category>
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		<description><![CDATA[A terceira edição do evento encerra o primeiro ciclo da parceria entre a OSBA e o MAM-BA. As próximas edições integrarão o programa  público “Bienal, como se faz?” – processo de construção da 3ª Bienal da Bahia A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) promove duas apresentações gratuitas nesta primeira semana de abril. Nesta sexta-feira, 4, às 18h, no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), a OSBA realiza a 3ª edição do projeto OSBANOMAM. Desta vez, o programa irá destacar a obra do compositor alemão Richard Strauss (1864-1949), com o Dueto Concertino Para Clarineta e Fagote e ainda o Concerto Para Oboé e Orquestra. Na ocasião, os solistas que se apresentam são Pedro Robatto (clarineta), Andrea Tenaglia (oboé) e Jean Marques (fagote). A primeira apresentação da OSBA nesse novo projeto aconteceu no final de fevereiro e a segunda em meados de março, como parte das atividades que integraram a programação educativa da exposição “É Tropical, Inclusive”. Já no domingo, 06, às 11h, no Foyer do Teatro Castro Alves, a OSBA celebra a obra do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750) em evento aberto ao público. O programa destaca os Concertos de Brandemburgo (nº4 em sol maior BWV 1049; nº3 em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fosba-se-apresenta-em-eventos-gratuitos-no-mam-ba-e-no-foyer-do-tca%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><em>A terceira edição do evento encerra o primeiro ciclo da parceria entre a OSBA e o MAM-BA. As próximas edições integrarão o programa  público “Bienal, como se faz?” – processo de construção da 3ª Bienal da Bahia</em></p>
<p><div id="attachment_10835" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/Divulgação-SARAU-Por-Lara-Carvalho2.jpg"><img class=" wp-image-10835 " alt="Divulgação SARAU-Por Lara Carvalho2" src="/wp-content/uploads/2014/03/Divulgação-SARAU-Por-Lara-Carvalho2.jpg" width="518" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Lara Carvalho</p></div>
<p>A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) promove duas apresentações gratuitas nesta primeira semana de abril. Nesta sexta-feira, 4, às 18h, no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA)<b>,</b> a OSBA realiza a 3ª edição do projeto OSBANOMAM. Desta vez, o programa irá destacar a obra do compositor alemão Richard Strauss (1864-1949), com o <i>Dueto Concertino Para Clarineta e Fagote</i> e ainda o <i>Concerto Para Oboé e Orquestra</i>. Na ocasião, os solistas que se apresentam são Pedro Robatto (clarineta), Andrea Tenaglia (oboé) e Jean Marques (fagote). A primeira apresentação da OSBA nesse novo projeto aconteceu no final de fevereiro e a segunda em meados de março, como parte das atividades que integraram a programação educativa da exposição “<i>É Tropical, Inclusive</i>”.</p>
<p><div id="attachment_10839" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/Divulgação-SARAU-Por-Lara-Carvalho.jpg"><img class=" wp-image-10839" alt="Divulgação SARAU-Por Lara Carvalho" src="/wp-content/uploads/2014/03/Divulgação-SARAU-Por-Lara-Carvalho.jpg" width="518" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Lara Carvalho</p></div>
<p>Já no domingo, 06, às 11h, no Foyer do Teatro Castro Alves, a OSBA celebra a obra do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750) em evento aberto ao público. O programa destaca os <i>Concertos de Brandemburgo (nº4 em sol maior BWV 1049; nº3 em sol maior BWV 1048 e nº 1 BWV 1046),</i> considerados expoentes da música do período Barroco e de grande popularidade. Os solistas são Josely Saldanha e Davi Brito (trompas), Alexandre Casado (violino), Eduardo Torres (cravo), Ilza Santana (fagote), Antônio Carlos Portela e Andrea Bandeira (flautas) e Carlos Prazeres, Luiz Moreira e Gustavo Seal (oboé).</p>
<p>As duas apresentações são gratuitas e contam com regência do maestro Carlos Prazeres, atual curador artístico da Sinfônica da Bahia. A OSBA é mantida pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA), através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e do Teatro Castro Alves.</p>
<p><strong><em>Salientamos que o acesso será restrito, com distribuição de senhas para 300 pessoas. As senhas serão distribuídas a partir das 17h do mesmo dia, e o acesso só será permitido até as 18h</em>.</strong></p>
<p><strong><em>Informamos que, por conta da reforma do MAM, o número de vagas no estacionamento interno do MAM é restrito. </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Projeto Osba no MAM – 3ª edução</b><br /> <b>Local:</b> Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), Solar do Unhão, Av. Contorno, s/n.<br /> <b>Data:</b> 04 de abril (sexta-feira).<br /> <b>Horário:</b> 18h<br /> <b>Entrada gratuita, com distribuição de senhas na entrada do Casarão a partir das 17h e acesso permitido somente até as 18h. Vagas limitadas a 300 pessoas. </b><b> </b></p>
<p><b>OSBA CELEBRA BACH – CICLO DOS CONCERTOS DE BRANDENBURGO</b><br /> <b>Local:</b> Foyer do TCA (Campo Grande, s/n, 3117-4899)<br /> <b>Data:</b> 06 de abril (domingo).<br /> <b>Horário:</b> 11h<br /> <b>Gratuito</b></p>
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		<title>Expedição Marítima MAM-BA &#124; Viva Saveiro revive tropicalidades de Salvador</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2014 20:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jamile Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[É Tropical]]></category>
		<category><![CDATA[expedição marítima]]></category>
		<category><![CDATA[inclusive]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[viva saveiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Lá pelos anos 1950, quando o artista Carybé (1911-1997) fixou residência na capital da Bahia, nos presenteou com o mural “Panorâmica da Cidade do Salvador”, no qual utilizou a técnica de têmpera de ovo sobre parede. O traço do pintor argentino e o contraste de cores destacaram o Elevador Lacerda, a Igreja da Conceição e o Palácio do Governador. A obra também detalhou, na perspectiva, o antigo Mercado Modelo, a cúpula da Igreja de São Bento e o prédio do Paço Municipal, dentre outros monumentos, revelando uma Bahia da época, referência de cartão postal para os visitantes e orgulho dos soteropolitanos. Encantar-se por Salvador, assim como Carybé, não é uma tarefa difícil. Quem quiser apreciar o mural do artista pode visitar a Escola Classe II, no bairro do Pero Vaz. Entretanto, um grupo de sortudos puderam desvendar os mistérios desta cidade de cores vibrantes e peculiaridades significativas pessoalmente. Isto porque o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realizou na última sexta-feira, 14, a Expedição Marítima pela Baía de Todos os Santos. Com o apoio da Associação Viva Saveiro – organização sem fins lucrativos que disponibilizou o saveiro de vela de içar Sombra da Lua para o transporte da expedição –, 15 tripulantes puderam vivenciar e sentir a energia da maior [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fexpedicao-maritima-mam-ba-viva-saveiro-revive-tropicalidades-de-salvador%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<div>
<p>Lá pelos anos 1950, quando o artista Carybé (1911-1997) fixou residência na capital da Bahia, nos presenteou com o mural <a href="http://www.flickr.com/photos/secultba/sets/72157633767372398/" target="_blank">“Panorâmica da Cidade do Salvador”</a>, no qual utilizou a técnica de têmpera de ovo sobre parede. O traço do pintor argentino e o contraste de cores destacaram o Elevador Lacerda, a Igreja da Conceição e o Palácio do Governador. A obra também detalhou, na perspectiva, o antigo Mercado Modelo, a cúpula da Igreja de São Bento e o prédio do Paço Municipal, dentre outros monumentos, revelando uma Bahia da época, referência de cartão postal para os visitantes e orgulho dos soteropolitanos.</p>
<p>Encantar-se por Salvador, assim como Carybé, não é uma tarefa difícil. Quem quiser apreciar o mural do artista pode visitar a Escola Classe II, no bairro do Pero Vaz. Entretanto, um grupo de sortudos puderam desvendar os mistérios desta cidade de cores vibrantes e peculiaridades significativas pessoalmente.</p>
<div id="attachment_10741" class="wp-caption aligncenter" style="width: 569px"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/Fotos-por-Ana-Clara-Arau¦üjo-1-de-70.jpg"><img class=" wp-image-10741      " alt="Fotos por Ana Clara Arau¦üjo (1 de 70)" src="/wp-content/uploads/2014/03/Fotos-por-Ana-Clara-Arau¦üjo-1-de-70.jpg" width="559" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ana Clara Araújo</p></div>
<p>Isto porque o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) realizou na última sexta-feira, 14, a Expedição Marítima pela Baía de Todos os Santos. Com o apoio da Associação <a href="http://www.vivasaveiro.org/" target="_blank">Viva Saveiro</a> – organização sem fins lucrativos que disponibilizou o saveiro de vela de içar Sombra da Lua para o transporte da expedição –, 15 tripulantes puderam vivenciar e sentir a energia da maior baía do país. Além disto, a partir do espaço marítimo, visualizaram a topografia e a poética da cidade de Salvador.</p>
<p>A bordo da embarcação sem motores, levada apenas pelo vento, os expedicionários saíram do Centro Náutico da Bahia, no Comércio, em direção ao Farol da Barra. A mediação foi realizada pela artista argentina Clarissa Faimann, cujo pensamento está voltado para as ‘tropicalidades’ apreendidas no roteiro proposto.</p>
<p>“A ideia da mediação foi criar um jogo de ações comunicativas, experimentando a arte como viagem. Trata-se de abordar a Tropicalidade por outra via, a marítima, para explorar as potencialidades que tem o próprio mar como um sítio de ação favorável para intercâmbios simultâneos e diversos. O trabalho sugere um circuito de comunicação universal e estabelece interconexões entre a arte e a natureza, vivenciadas na Baía de Todos-os-Santos”, afirma a mediadora.</p>
<div id="attachment_10742" class="wp-caption aligncenter" style="width: 618px"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/Fotos-por-Ana-Clara-Arau¦üjo-11-de-70.jpg"><img class=" wp-image-10742 " alt="" src="/wp-content/uploads/2014/03/Fotos-por-Ana-Clara-Arau¦üjo-11-de-70.jpg" width="608" height="507" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ana Clara Araújo</p></div>
<p>A atividade durou cerca de três horas, com deslocamento pelos principais pontos históricos de Salvador e contemplação de patrimônios da arquitetura civil, militar e religiosa. Entre eles estão o Solar do Unhão, o Museu de Arte Sacra, o Forte de Santo Antônio da Barra, o Corredor da Vitória e o Farol da Barra.</p>
<p>Prestes a completar 465 anos no dia 29 de março, Salvador &#8211; cidade de inúmeras riquezas artísticas e culturais oriundas da suas heranças africana, <span style="color: #000000;">indígena, moura, holandesa, espanhola e portuguesa &#8211; e</span>xpressa seus atributos criativos por meio da religiosidade, da arquitetura, das artes visuais e dos comportamentos presentes no cotidiano da sociedade, que agrupa toda essa riqueza em uma simbologia, chamada de baianidade.</p>
<div id="attachment_10743" class="wp-caption aligncenter" style="width: 555px"><a href="/wp-content/uploads/2014/03/Fotos-por-Ana-Clara-Arau¦üjo-38-de-70.jpg"><img class=" wp-image-10743 " alt="" src="/wp-content/uploads/2014/03/Fotos-por-Ana-Clara-Arau¦üjo-38-de-70.jpg" width="545" height="363" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ana Clara Araújo</p></div>
<p><strong>Sombra da Lua</strong></p>
<p>O saveiro<a href=" http://www.vivasaveiro.org/site/?page_id=424" target="_blank"> <i>Sombra da Lua</i></a>, uma das mais antigas embarcações à vela da Bahia, tem 12,5 metros de comprimento e um mastro com cerca de 18 metros de altura. Ele não possui motor nem intervenções tecnológicas no sistema de suspensão da vela, que é de lona de algodão. Tombado pelo Ministério da Cultura, em 2012, o saveiro passou ao status de Patrimônio Nacional e deverá ser conservado e restaurado, quando necessário, apenas com peças originais.</p>
<p>O tombamento do <i>Sombra da Lua</i> é parte do projeto <em>Barcos do Brasil</em>, lançado em 2008 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão vinculado ao Ministério da Cultura. A embarcação tem aproximadamente 85 anos e é um dos três saveiros de mesmas características na Bahia.</p>
<p>De acordo com levantamento da Viva Saveiro, a Bahia já teve mais de mil saveiros de um, dois e até três mastros, que transportavam mercadorias e pessoas pela Baía de Todos-os-Santos, principalmente na região do Mercado Modelo, para onde as mercadorias feitas no Recôncavo eram levadas. Dados de 2008 apontam que apenas 20 embarcações do tipo restaram como parte da memória da cultura e do patrimônio naval do estado.</p>
<p>Estes saveiros aportavam no Solar do Unhão, quando o mesmo funcionava como entreposto comercial. Como a história do Solar e a história dos Saveiros se permeiam, o programa educativo do MAM-BA pretende apoiar o esforço da Associação Viva Saveiro de salvaguarda e fazer um resgate poético do “Porto Unhão”, agora atuante como um entreposto da arte.</p>
<p>A expedição marítima do MAM-BA faz parte da programação educativa da exposição <i>É Tropical, inclusive</i>, que ficou em cartaz até esta sexta-feira, 21.</p>
<p><strong>Clarissa Faimann</strong></p>
<p>Formou-se em artes na Universidad de Buenos Aires, em Arquitetura, Desenho e Urbanismo – UBA. Tem participado de exposições coletivas e individuais, tais como: coletiva no Centro Cultural Ricardo Rojas (1999), La Bienal Arte e Joven Buenos Aires (1999), 3ª Bienal de Xangai (2002), 3ª Trienal de Arte Echigo-Tsumari, Japão (2006), Bienal de Liverpool (2008), Bienal de Cingapura (2008), coletiva na Faena Arts Center (2010), Malba (2011) e Fundação Proa (2012).</p>
</div>
<p><span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; background-color: #ffffff;"> </span></p>
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