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	<title>Museu de Arte Moderna da BahiaBienal da Bahia | Museu de Arte Moderna da Bahia</title>
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		<title>A Resistência do Corpo é debatida nos Cursos Livres</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2014 20:22:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Anne Pinto Nesta quinta-feira, 24, aconteceu o segundo encontro do módulo Corpo e suas Metáforas – A Cultura no Passado e no Presente – É Tudo Nordestino? na Biblioteca Pública do Estado da Bahia. O módulo, que termina hoje, é parte do projeto Cursos Livres UFBA/MAM-BA. Os professores Maria de Paula Silva e Miguel Bordas analisaram obras do Projeto Canudos elaborado por T. Gaudenzi que ilustram a guerra de Canudos. Em um segundo momento os alunos apresentaram imagens e textos que representam corpos em estado de resistência e guerra. Maria de Paula, uma das tutoras do curso, explica que a proposta é discutir os possíveis significados que o corpo pode adquirir e como eles se dão na contemporaneidade. “Somos nós que fazemos a história e há um conflito ainda permanente na luta por uma vida mais humanizada. Nela, o corpo não é apenas objeto, o corpo é sujeito”, comentou. Observar as imagens é um exercício importante na análise da expressão corporal, segundo Miguel Bordas. “A imagem fecunda nosso imaginário e possibilita uma maior reflexão”, justificou o professor.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fa-resistencia-do-corpo-e-debatida-nos-cursos-livres%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p><em>Por Anne Pinto</em></p>
<div id="attachment_11505" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="/wp-content/uploads/2014/07/cursoslivrescorpo2-1.jpg"><img class=" wp-image-11505" alt="cursoslivrescorpo2-1" src="/wp-content/uploads/2014/07/cursoslivrescorpo2-1.jpg" width="570" height="380" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Nesta quinta-feira, 24, aconteceu o segundo encontro do módulo Corpo e suas Metáforas – A Cultura no Passado e no Presente – É Tudo Nordestino? na Biblioteca Pública do Estado da Bahia. O módulo, que termina hoje, é parte do projeto Cursos Livres UFBA/MAM-BA.</p>
<p>Os professores Maria de Paula Silva e Miguel Bordas analisaram obras do Projeto Canudos elaborado por T. Gaudenzi que ilustram a guerra de Canudos. Em um segundo momento os alunos apresentaram imagens e textos que representam corpos em estado de resistência e guerra.</p>
<p>Maria de Paula, uma das tutoras do curso, explica que a proposta é discutir os possíveis significados que o corpo pode adquirir e como eles se dão na contemporaneidade. “Somos nós que fazemos a história e há um conflito ainda permanente na luta por uma vida mais humanizada. Nela, o corpo não é apenas objeto, o corpo é sujeito”, comentou.</p>
<p>Observar as imagens é um exercício importante na análise da expressão corporal, segundo Miguel Bordas. “A imagem fecunda nosso imaginário e possibilita uma maior reflexão”, justificou o professor.</p>
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		<title>Aulas do projeto Cursos Livres tiveram início na manhã desta quarta, 23</title>
		<link>http://bahiamam.org/aulas-do-projeto-cursos-livres-tiveram-inicio-na-manha-desta-quarta-23/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=aulas-do-projeto-cursos-livres-tiveram-inicio-na-manha-desta-quarta-23</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2014 20:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcos William Sob orientação das pesquisadoras Tânia Moura e Denise Ribeiro, aconteceu na manhã desta terça, 23 de julho, a primeira aula do projeto Cursos Livres UFBA/MAM-BA, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia. Parte do módulo Território Empreendedor, foram apresentadas durante o encontro noções de empreendedorismo, como planejamento de ações empreendedoras, análise e implementação de oportunidades de negócio, além da questão central da oficina: A importância do empreendedorismo na sociedade. Além dos participantes, estiveram presentes parte da equipe educativa e o curador chefe da 3ª Bienal da Bahia, Marcelo Rezende, que iniciou a aula falando da importância do projeto como sendo  “um grande processo de transferência, um espaço de troca e experiência”. Para Tânia Moura, uma das tutoras da oficina, “precisamos quebrar o paradigma de que o empreendedorismo está associado exclusivamente ao capital e relembrar o seu caráter social, pois ações empreendedoras podem influenciar diretamente a sociedade”, afirmou. Aléxia Alexandrino, participante do módulo e graduada em Relações Públicas, admite que ficou surpresa com a proposta do curso e confessa que esse foi o motivo pelo qual ela decidiu se inscrever. “A temática é muito inovadora, por isso estou participando. Todos acham que o empreendedorismo está ligado ao desenvolvimento financeiro de uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Faulas-do-projeto-cursos-livres-tiveram-inicio-na-manha-desta-quarta-23%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p><em>Por Marcos William</em></p>
<p>Sob orientação das pesquisadoras Tânia Moura e Denise Ribeiro, aconteceu na manhã desta terça, 23 de julho, a primeira aula do projeto <em>Cursos Livres UFBA/MAM-BA</em>, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia. Parte do módulo <em>Território Empreendedor</em>, foram apresentadas durante o encontro noções de empreendedorismo, como planejamento de ações empreendedoras, análise e implementação de oportunidades de negócio, além da questão central da oficina: <em>A importância do empreendedorismo na sociedade</em>.</p>
<div id="attachment_11495" class="wp-caption aligncenter" style="width: 682px"><a href="/wp-content/uploads/2014/07/Cursos-Livres-Bienal-da-Bahia-5-Rafael-Martins-2.jpg"><img class=" wp-image-11495  " alt="Cursos-Livres-Bienal-da-Bahia-5-Rafael-Martins 2" src="/wp-content/uploads/2014/07/Cursos-Livres-Bienal-da-Bahia-5-Rafael-Martins-2.jpg" width="672" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor do MAM-BA e curador-chefe da 3ª Bienal da Bahia, Marcelo Rezende | Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Além dos participantes, estiveram presentes parte da equipe educativa e o curador chefe da 3ª Bienal da Bahia, Marcelo Rezende, que iniciou a aula falando da importância do projeto como sendo  “um grande processo de transferência, um espaço de troca e experiência”.</p>
<p>Para Tânia Moura, uma das tutoras da oficina, “precisamos quebrar o paradigma de que o empreendedorismo está associado exclusivamente ao capital e relembrar o seu caráter social, pois ações empreendedoras podem influenciar diretamente a sociedade”, afirmou.</p>
<div id="attachment_11496" class="wp-caption aligncenter" style="width: 640px"><a href="/wp-content/uploads/2014/07/Cursos-Livres-Bienal-da-Bahia-5-Rafael-Martins.jpg"><img class=" wp-image-11496 " alt="Cursos-Livres-Bienal-da-Bahia-5-Rafael-Martins" src="/wp-content/uploads/2014/07/Cursos-Livres-Bienal-da-Bahia-5-Rafael-Martins.jpg" width="630" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">Empreendedorismo foi o tema do curso na Biblioteca dos Barris | Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Aléxia Alexandrino, participante do módulo e graduada em Relações Públicas, admite que ficou surpresa com a proposta do curso e confessa que esse foi o motivo pelo qual ela decidiu se inscrever. “A temática é muito inovadora, por isso estou participando. Todos acham que o empreendedorismo está ligado ao desenvolvimento financeiro de uma empresa, mas não é só isso, precisamos avaliar o lado social também”, declarou.</p>
<p>O projeto <em>Cursos Livres UFBA/MAM-BA</em> integra a programação educativa da 3ª Bienal da Bahia. São seis módulos interdisciplinares, cada um ministrado por dois professores de áreas diferentes.</p>
<p><a href="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/blog/2014/07/09/inscricoes-do-projeto-cursos-livres-vao-ate-14-de-julho/" target="_blank">Clique aqui</a> e veja a programação completa.</p>
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		<title>Ex-votos como patrimônio é tema dos Cursos Livres</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2014 19:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jaqueline Suzarte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Curso Ex- votos: Um Olhar Sobre a Preservação do Patrimônio Imaterial na Bahia, iniciado na última quarta-feira, 23, na Biblioteca Pública faz parte da programação dos Cursos Livres UFBA/MAM-BA. Ministrado por Ana Paula Rocha do Bomfim e Ivone Freire Costa, o encontro discutiu sobre questões que interferem na preservação cultural e física do patrimônio imaterial. Com participação ativa do público foram expostos e debatidos assuntos ligados à religião, relações interpessoais, direito, o processo de construção e as mudanças pelas quais o mundo para entender como os ex-votos são reconhecidos como patrimônio. Segundo Ana Paula Rocha, “não basta só uma grande cabeça dizer que os ex-votos são patrimônio. Passa por uma construção, que tem uma prática. Uma prática no dia dos festejos,” e conclui: “Representação dos ex-votos vem desde as vestes, até as outras representações”. Um conjunto de coleta de dados é realizado, com pesquisas de campo, entrevista com os participantes e relatório para justificar o reconhecimento. As leis de preservação iniciadas desde 1937 sobre tombamento foram explicadas para os alunos. Houve levantamento histórico sobre a iniciativa de Mario de Andrade, mentor do pré-projeto que deu origem a lei do tombamento, a explicação sobre a responsabilidade do Ministério Público e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fex-votos-como-patrimonio-e-tema-dos-cursos-livres%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>O Curso <i>Ex- votos: Um Olhar Sobre a Preservação do Patrimônio Imaterial na Bahia, </i>iniciado na última quarta-feira, 23, na Biblioteca Pública faz parte da programação dos Cursos Livres <em>UFBA/MAM-BA</em>. Ministrado por Ana Paula Rocha do Bomfim e Ivone Freire Costa, o encontro discutiu sobre questões que interferem na preservação cultural e física do patrimônio imaterial.<strong></strong></p>
<div id="attachment_11491" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="/wp-content/uploads/2014/07/Esta-2.jpg"><img class=" wp-image-11491   " alt="Esta 2" src="/wp-content/uploads/2014/07/Esta-2.jpg" width="576" height="385" /></a><p class="wp-caption-text">Cursos Livres | Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Com participação ativa do público foram expostos e debatidos assuntos ligados à religião, relações interpessoais, direito, o processo de construção e as mudanças pelas quais o mundo para entender como os ex-votos são reconhecidos como patrimônio.</p>
<p>Segundo Ana Paula Rocha, “não basta só uma grande cabeça dizer que os ex-votos são patrimônio. Passa por uma construção, que tem uma prática. Uma prática no dia dos festejos,” e conclui: “Representação dos ex-votos vem desde as vestes, até as outras representações”.</p>
<p>Um conjunto de coleta de dados é realizado, com pesquisas de campo, entrevista com os participantes e relatório para justificar o reconhecimento. As leis de preservação iniciadas desde 1937 sobre tombamento foram explicadas para os alunos.</p>
<p>Houve levantamento histórico sobre a iniciativa de Mario de Andrade, mentor do pré-projeto que deu origem a lei do tombamento, a explicação sobre a responsabilidade do Ministério Público e os crimes que acontecem contra o patrimônio.</p>
<div id="attachment_11492" class="wp-caption aligncenter" style="width: 608px"><a href="/wp-content/uploads/2014/07/Esta-1.jpg"><img class="wp-image-11492     " alt="Esta 1" src="/wp-content/uploads/2014/07/Esta-1.jpg" width="598" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Cursos Livres I Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>A preocupação com a preservação vai além da profissão de cada um, como explica Ana Paula: “Muita gente se preocupada com o meio ambiente sem ser ambientalista. É uma preocupação com a geração futura”.</p>
<p>As aulas dos Cursos livres seguem até o dia 9 de agosto. Para saber informações sobre os módulos que ainda serão ministrados <a href="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/blog/2014/07/09/inscricoes-do-projeto-cursos-livres-vao-ate-14-de-julho/" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Mostra Totais apresenta trajetória de grandes mestres das artes da Bahia</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2014 14:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artista]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[Artistas Totais]]></category>
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		<description><![CDATA[Eles são “artistas totais”! Juarez Paraíso, Riolan Coutinho, Rogério Duarte e Juraci Dórea, quatro mestres baianos cujas obras e trajetórias transcendem limites regionais e nacionais, encabeçam as mostras individuais que marcam a nova temporada da 3ª Bienal da Bahia. As exposições de Paraíso, Coutinho e Dórea têm abertura no dia 31 de julho, quinta-feira, às 18h. Já os trabalhos de Duarte ficam disponíveis para visitação a partir do dia 7 de agosto, quinta-feira, às 19h. Ambas acontecem no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). Rogério Duarte, um dos mentores do Tropicalismo, é conhecido não só como artista gráfico, criador de capas de discos para medalhões da MPB, mas também como um ativo pensador do cinema, da matemática e da geometria. “Ele tem pensado o mundo, do jogo de xadrez à música, e é autor de mais de 300 composições”, argumenta Marcelo Rezende; Juraci Dórea, ao contrário do que muitos pensam, não é só um artista que faz esculturas no sertão baiano, mas também um estudioso da museologia e das formas como a cultura baiana pode ser representada dentro desse espaço; e Juarez Paraíso não pode ser visto apenas como pintor e escultor, pois se envolveu com o ensino da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fmostra-total-apresenta-trajetoria-de-tres-grandes-mestres-das-artes-da-bahia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>Eles são “artistas totais”! Juarez Paraíso, Riolan Coutinho, Rogério Duarte e Juraci Dórea, quatro mestres baianos cujas obras e trajetórias transcendem limites regionais e nacionais, encabeçam as mostras individuais que marcam a nova temporada da 3ª Bienal da Bahia. As exposições de Paraíso, Coutinho e Dórea têm abertura no dia 31 de julho, quinta-feira, às 18h. Já os trabalhos de Duarte ficam disponíveis para visitação a partir do dia 7 de agosto, quinta-feira, às 19h. Ambas acontecem no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).</p>
<p>Rogério Duarte, um dos mentores do Tropicalismo, é conhecido não só como artista gráfico, criador de capas de discos para medalhões da MPB, mas também como um ativo pensador do cinema, da matemática e da geometria. “Ele tem pensado o mundo, do jogo de xadrez à música, e é autor de mais de 300 composições”, argumenta Marcelo Rezende; Juraci Dórea, ao contrário do que muitos pensam, não é só um artista que faz esculturas no sertão baiano, mas também um estudioso da museologia e das formas como a cultura baiana pode ser representada dentro desse espaço; e Juarez Paraíso não pode ser visto apenas como pintor e escultor, pois se envolveu com o ensino da arte, com questões sociais da Bahia, e até com a ficção científica.</p>
<p>Para o curador-chefe da Bienal, Rezende, “eles são artistas totais, no sentido de que não podem ser resumidos por apenas uma atividade”, define. Paraíso, Coutinho e Duarte vão expor no Casarão (os dois primeiros no térreo e o último no primeiro piso), enquanto Dórea ocupará a Capela do MAM-BA. O público confere a mostra Totais até o dia 7 de setembro.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><img class=" " alt="O artista Juarez Paraíso | Foto: Alfredo Mascarenhas" src="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/05/Captura2014-05-28-13h45m34s153.png" width="560" height="315" /><p class="wp-caption-text">O artista Juarez Paraíso | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p><strong>No Casarão</strong></p>
<p>As obras do pintor, gravador, desenhista, professor e crítico Juarez Paraíso estarão no térreo do Casarão do MAM-BA, seguindo três divisões de trabalhos. Na primeira parte, o destaque é a Cosmologia, tema que originou desenhos a bico de pena e gravuras. Livros de consulta do artista, clássicos do cinema, séries e xilogravuras também são reunidos neste segmento da exposição. Na segunda parte da mostra, Utopia e Distopia, são reunidos projetos públicos desenvolvidos ou concebidos por Paraíso para a cidade de Salvador, como a calçada da Praça da Sé, trabalhos no CAB – Centro Administrativo da Bahia, e ambientação do Cine Tupy. Na terceira divisão, <em>Ficção Científica/Erotismo Psicodélico</em> entram, além das notórias “cabeças” do criador, uma produção em Histórias em Quadrinhos, revistas da sua coleção e fotografias relacionadas com cosmologia e ficção científica. A mostra também conta com trabalhos do artista Riolan Coutinho, parceiro de Juarez na organização das primeira Bienal da Bahia.</p>
<p>Baiano de Arapiranga, Juarez Paraíso, aos 80 anos, retorna ao evento que ajudou a conceber e que teve primeiras edições em 1966 e 1968. Foi ao lado de Chico Liberato e Riolan Coutinho, com o apoio do Governo do Estado da Bahia, que o artista concretizou a Bienal da Bahia nos anos 1960, com o objetivo de descentralizar a produção artística no Brasil e, ao mesmo tempo, afirmar o diálogo do cenário baiano e nordestino com a cena artística do resto do país.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><img alt="O artista total Rogério Duarte | Foto: Fernando Vivas / Acervo Pessoal" src="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/07/rogerio-duarte.jpg" width="490" height="485" /><p class="wp-caption-text">O artista total Rogério Duarte | Foto: Fernando Vivas / Acervo Pessoal</p></div>
<p>Com 75 anos, Rogério Duarte, baiano de Ubaira, no Vale do Jequiriçá, é respeitado como um dos mentores do Tropicalismo. Designer gráfico, músico, poeta, professor e tradutor, Duarte foi uma peça importante na cena criativa do Rio de Janeiro da década de 1960, quando assinou capas de discos de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, João Gilberto e Jorge Ben. São dele também os pôsteres dos filmes de Glauber Rocha: <em>Deus e o Diabo na Terra do Sol</em> (1964), <em>Terra em Transe</em> (1967) e <em>A Idade da Terra</em> (1980). Perseguido e torturado pela ditadura militar, converteu-se ao movimento Hare Krishna.</p>
<p>Já no primeiro piso do Casarão, o projeto expositivo de Rogério Duarte segue o conceito de movimento no tempo e no espaço proposto pelo artista, reunindo gráficos (pôsteres de filmes, capas de discos, capas de livros, cartazes, logomarcas, esboços e estudos), revistas como Movimento, Navilouca, Flor do Mal, coleções (moedas, pedras, ossadas), o trabalho tridimensional Cúpula, torneio de xadrez, sessão de filmes sobre RD e apresentação de músicos interpretando composições do artista.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 577px"><a href="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/07/juraci-dorea.jpg"><img class=" " alt="" src="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/wp-content/uploads/2014/07/juraci-dorea.jpg" width="567" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">O artista total Juraci Dórea | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p><strong>Na Capela</strong></p>
<p>O público confere a exposição de Juraci Dórea, feirense de 70 anos. Além de obras representativas do seu trabalho, concebidas a partir da década de 1970 até a atualidade, a mostra conta com elementos referentes ao <em>Projeto Terra</em>, expedição artística itinerante que chegou à sua 50ª edição dentro da programação da 3ª Bienal da Bahia, refazendo trajetos realizados pelo artista no sertão do Estado, de Feira de Santana a Canudos. O projeto foca o homem sertanejo e sua cultura, caracterizando-se pelo “plantio” de esculturas feitas em couro e madeira ao longo do percurso.</p>
<p>Além das peças do autor, a mostra de Dórea conta com objetos pessoais como a sua coleção de livros e cadernos de anotações de trabalhos artísticos pensados e/ou produzidos. Em sua trajetória, o artista participou de diversas exposições no Brasil e no exterior, incluindo as Bienais de São Paulo (1987), Veneza (1988) e Havana (1989). É um dos realizadores mais engajados com o projeto curatorial da 3ª Bienal da Bahia, assinando inclusive a identidade visual do evento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>MOSTRA TOTAIS</em></p>
<p><strong>MAM (Museu de Arte Moderna da Bahia)</strong><br />
Exposição dos artistas Juarez Paraíso e Riolan Coutinho no térreo do Casarão do museu e Juraci Dórea na Capela.<br />
<strong>Abertura 31/07, às 18h</strong><br />
<strong>31/07 a 07/09</strong> (ter a sex, das 13h às 19h / sáb, dom e feriados, das 14h às 19h)</p>
<p>Rogério Duarte expõe no primeiro piso do Casarão do Museu de Arte Moderna<br />
<strong>Abertura 07/08, às 19h</strong><br />
<strong>07/08 a 07/09 </strong>(ter a sex, das 13h às 19h / sáb, dom e feriados, das 14h às 19h)</p>
<p>Solar do Unhão, Avenida Contorno, s/n°<br />
71 3117-6139 | bahiamam.org</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Exposição PEBA traz produção marginal de Pernambuco e Bahia dos anos 60&#124;70</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2014 20:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[MAM]]></category>
		<category><![CDATA[PEBA]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sala Contemporânea do Palacete das Artes abre a exposição do Museu Imaginário do Nordeste. Departamento PEBA e Cia. Seção: Tropicalidades neste sábado, 19 de julho,  às 19h. A exposição, que vai até 7 de setembro, tem como tema a produção artística nordestina dos anos 1960&#124;70. O conceito do PEBA une os estados de Pernambuco e Bahia e foi criado por Jomard Muniz de Britto, que terá obras na mostra. Um dos artistas que terá produções exibidas é Torquato Neto. Compositor, poeta, jornalista, ator e cineasta nascido em Teresina, Piauí, ele fez parte do movimento tropicalista juntamente com Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa e morou em Londres e Paris de 1968 a 1971, durante a ditadura militar no Brasil. Além de Jomard Muniz de Britto e Torquato Neto, são vários os nomes de artistas nordestinos que compõem a exposição: Daniel Santiago, Willyams Martins, Vauluizo Bezerra, Almandrade, Paulo Bruscky, Renato da Silveira, Dicinho, Edinízio Ribeiro Primo, Luiz Jasmin, Luciano Figueiredo e Waly Salomão, Gilson Rodrigues, Gilson Barbosa, Chico Dantas, Claudio Costa, Babalu, Sônia Rangel, Grupo Posição, Tuti Minervino, Zu Campos, Marepe, Rogério Duarte, Louco, Anísio de Carvalho, Ramiro Bernabó, Marcia Magno, Martha Araújo e ainda o carioca Hélio Oiticica. &#160; Museu Imaginário do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fexposicao-peba-traz-producao-marginal-de-pernambuco-e-bahia-dos-anos-6070-2%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<div id="attachment_11459" class="wp-caption aligncenter" style="width: 498px"><a href="/wp-content/uploads/2014/07/Palacete_PEBA.jpg"><img class=" wp-image-11459         " alt="Palacete_PEBA" src="/wp-content/uploads/2014/07/Palacete_PEBA.jpg" width="488" height="325" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Gillian Villa</p></div>
<p>A Sala Contemporânea do Palacete das Artes abre a exposição do Museu Imaginário do Nordeste. Departamento PEBA e Cia. Seção: Tropicalidades neste sábado, 19 de julho,  às 19h. A exposição, que vai até 7 de setembro, tem como tema a produção artística nordestina dos anos 1960|70. O conceito do PEBA une os estados de Pernambuco e Bahia e foi criado por Jomard Muniz de Britto, que terá obras na mostra.</p>
<p>Um dos artistas que terá produções exibidas é Torquato Neto. Compositor, poeta, jornalista, ator e cineasta nascido em Teresina, Piauí, ele fez parte do movimento tropicalista juntamente com Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa e morou em Londres e Paris de 1968 a 1971, durante a ditadura militar no Brasil.</p>
<p>Além de Jomard Muniz de Britto e Torquato Neto, são vários os nomes de artistas nordestinos que compõem a exposição: Daniel Santiago, Willyams Martins, Vauluizo Bezerra, Almandrade, Paulo Bruscky, Renato da Silveira, Dicinho, Edinízio Ribeiro Primo, Luiz Jasmin, Luciano Figueiredo e Waly Salomão, Gilson Rodrigues, Gilson Barbosa, Chico Dantas, Claudio Costa, Babalu, Sônia Rangel, Grupo Posição, Tuti Minervino, Zu Campos, Marepe, Rogério Duarte, Louco, Anísio de Carvalho, Ramiro Bernabó, Marcia Magno, Martha Araújo e ainda o carioca Hélio Oiticica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Museu Imaginário do Nordeste</em><br />
<em>Departamento PEBA e Cia</em><br />
<em>Seção: Tropicalidades</em></p>
<p><strong>Quando:</strong> De 19 de julho (sábado), às 19h, até 7 de setembro. Visitação: Ter a sex, das 13h às 19h. Sab, dom e feriados, das 14 às 19h<br />
<strong>Onde:</strong> Palacete das Artes – Sala Contemporânea (Rua da Graça, 289, Graça, Salvador)<br />
Telefones: 71 3117-6987 / 6910</p>
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		<title>Exposição Arquivo e Ficção é aberta no Arquivo Público do Estado da Bahia</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2014 20:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Público]]></category>
		<category><![CDATA[MAM]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de documentos de arquivos, bibliotecas e museus, um grupo com nove artistas brasileiros e uma autora de Cuba criou obras de arte para o Departamento Arquivo e Ficção, Seção Psicologia do Testemunho, que integra a programação da 3ª Bienal da Bahia. O Departamento terá duas aberturas oficiais no Arquivo Público do Estado (Baixa de Quintas).  A primeira acontece às 10h do dia 17 de julho, quinta-feira, quando será realizado um piquenique com visita mediada à exposição do grupo de criadores. Este encontro também dá a largada no projeto Quintas na Quinta, ações nas quintas-feiras até o dia 4 de setembro, sempre às 14h, que resgatam o hábito dos jesuítas que ali moravam de troca de experiências,  leituras e diálogos sobre história, antropologia, turismo, arquitetura, arte e outras temáticas. Sempre com encontros com professores e pesquisadores. Para o mês de julho já estão programados os professores Sergio Guerra e Luiz Paulo Neiva sobre “Canudos” (17/07), com Marcelo Cunha e Dona Sisi (Fundação Pierre Verger) sobre “Racismo Científico” (24/07) e a intervenção artística “Feminária Musical”, de Ana Paula Fiuza, do Grupo Feminista de Experimentos Sonoros da Escola de Música da UFBA (31/07). Ainda no dia 17 de julho, estará disponível para visitação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fexposicao-arquivo-e-ficcao-e-aberta-no-arquivo-publico-do-estado-da-bahia%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>A partir de documentos de arquivos, bibliotecas e museus, um grupo com nove artistas brasileiros e uma autora de Cuba criou obras de arte para o Departamento Arquivo e Ficção, Seção Psicologia do Testemunho, que integra a programação da 3ª Bienal da Bahia. O Departamento terá duas aberturas oficiais no Arquivo Público do Estado (Baixa de Quintas).  A primeira acontece às 10h do dia 17 de julho, quinta-feira, quando será realizado um piquenique com visita mediada à exposição do grupo de criadores.</p>
<p>Este encontro também dá a largada no projeto Quintas na Quinta, ações nas quintas-feiras até o dia 4 de setembro, sempre às 14h, que resgatam o hábito dos jesuítas que ali moravam de troca de experiências,  leituras e diálogos sobre história, antropologia, turismo, arquitetura, arte e outras temáticas. Sempre com encontros com professores e pesquisadores. Para o mês de julho já estão programados os professores Sergio Guerra e Luiz Paulo Neiva sobre “Canudos” (17/07), com Marcelo Cunha e Dona Sisi (Fundação Pierre Verger) sobre “Racismo Científico” (24/07) e a intervenção artística “Feminária Musical”, de Ana Paula Fiuza, do Grupo Feminista de Experimentos Sonoros da Escola de Música da UFBA (31/07).</p>
<p>Ainda no dia 17 de julho, estará disponível para visitação a instalação “Códices”, da série “Oculto”, de Omar Salomão e Daniel Castanheira, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris).</p>
<div id="attachment_11439" class="wp-caption aligncenter" style="width: 534px"><a href="/wp-content/uploads/2014/07/ARQUIVO.jpg"><img class=" wp-image-11439  " alt="ARQUIVO" src="/wp-content/uploads/2014/07/ARQUIVO.jpg" width="524" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem da exposição no Arquivo Público | Foto: Alfredo Mascarenhas</p></div>
<p>A partir de documentos de arquivos, bibliotecas e museus, um grupo com nove artistas brasileiros e uma autora de Cuba criou obras de arte para o Departamento Arquivo e Ficção, Seção Psicologia do Testemunho, que integra a programação da 3ª Bienal da Bahia. O Departamento terá duas aberturas oficiais no Arquivo Público do Estado (Baixa de Quintas).  A primeira acontece às 10h do dia 17 de julho, quinta-feira, quando será realizado um piquenique com visita mediada à exposição do grupo de criadores.</p>
<p>Este encontro também dá a largada no projeto Quintas na Quinta, ações nas quintas-feiras até o dia 4 de setembro, sempre às 14h, que resgatam o hábito dos jesuítas que ali moravam de troca de experiências,  leituras e diálogos sobre história, antropologia, turismo, arquitetura, arte e outras temáticas. Sempre com encontros com professores e pesquisadores. Para o mês de julho já estão programados os professores Sergio Guerra e Luiz Paulo Neiva sobre “Canudos” (17/07), com Marcelo Cunha e Dona Sisi (Fundação Pierre Verger) sobre “Racismo Científico” (24/07) e a intervenção artística “Feminária Musical”, de Ana Paula Fiuza, do Grupo Feminista de Experimentos Sonoros da Escola de Música da UFBA (31/07).</p>
<p>Ainda no dia 17 de julho, estará disponível para visitação a instalação “Códices”, da série “Oculto”, de Omar Salomão e Daniel Castanheira, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2014/07/ARQUIVO-E-FICÇÃO-OK_MIN.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-11440" alt="ARQUIVO-E-FICÇÃO-OK_MIN" src="/wp-content/uploads/2014/07/ARQUIVO-E-FICÇÃO-OK_MIN.png" width="628" height="2350" /></a></p>
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		<title>Sarau OSBANOMAM é programação da Bienal nesta sexta, 18 de julho</title>
		<link>http://bahiamam.org/sarau-osbanomam-e-programacao-da-bienal-nesta-sexta-18-de-julho/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sarau-osbanomam-e-programacao-da-bienal-nesta-sexta-18-de-julho</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2014 20:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[3º Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[MAM]]></category>
		<category><![CDATA[SarauOSBANOMAM]]></category>

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		<description><![CDATA[A 3ª Bienal da Bahia, através do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), realiza mais uma edição do Sarau OSBANOMAM, no Casarão do MAM-BA, nesta sexta-feira, 18 de julho, às 18h . A Orquestra Sinfônica da Bahia, sob regência do maestro Carlos Prazeres, apresentará o programa A Vivaldi. Os solistas da noite serão Andréa Bandeira (flauta), Uibitu Smetak e Rogério Laborda Fernandes (violino). &#160; Programa:  A.VIVALDI Concerto em Dó maior para flautim RV 443 Concerto em Lá menor ‘L’Estro Armonico Op.3 Nº 8 &#160; SARAU OSBANOMAM Quando: 18 de julho 2014 Onde: Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) Horário: 18h Gratuito (300 senhas serão distribuídas antecipadamente)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fsarau-osbanomam-e-programacao-da-bienal-nesta-sexta-18-de-julho%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>A 3ª Bienal da Bahia, através do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), realiza mais uma edição do Sarau OSBANOMAM, no Casarão do MAM-BA, nesta sexta-feira, 18 de julho, às 18h . A Orquestra Sinfônica da Bahia, sob regência do maestro Carlos Prazeres, apresentará o programa A Vivaldi. Os solistas da noite serão Andréa Bandeira (flauta), Uibitu Smetak e Rogério Laborda Fernandes (violino).</p>
<div id="attachment_11428" class="wp-caption aligncenter" style="width: 494px"><a href="/wp-content/uploads/2014/07/OSBANOMAM.jpg"><img class=" wp-image-11428  " alt="OSBANOMAM" src="/wp-content/uploads/2014/07/OSBANOMAM.jpg" width="484" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ana Clara Araújo</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Programa:</strong></p>
<p><strong> </strong>A.VIVALDI<br />
<strong>Concerto em Dó maior para flautim RV 443</strong><br />
<strong>Concerto em Lá menor ‘L’Estro Armonico Op.3 Nº 8</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SARAU OSBANOMAM</strong></p>
<p><strong>Quando:</strong> 18 de julho 2014<br />
<strong>Onde:</strong> Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA)<br />
<strong>Horário:</strong> 18h<br />
<strong>Gratuito (300 senhas serão distribuídas antecipadamente)</strong></p>
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		<item>
		<title>Ação da Bienal da Bahia leva oficina de cerâmica à rodoviária de Salvador</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2014 01:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas do MAM]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Mural Aberto]]></category>
		<category><![CDATA[Hilda Salomão]]></category>
		<category><![CDATA[oficina de cerâmica]]></category>
		<category><![CDATA[Rodoviária]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Felix Toro, coordenador de Oficinas, Pesquisa e Formação Na tarde da última segunda feira, 7, o Terminal Rodoviário de Salvador deu espaço à criatividade com a Ação Mural Aberto, ministrada pela professora ceramista Hilda Salomão. O público que transitava pela rodoviária foi convidado a fazer trabalhos em placas de argila que irão compor um painel coletivo ao final da 3ª Bienal da Bahia. Soteropolitanos e pessoas de diversos lugares do Brasil e do mundo, como hondurenhos e australianos, puderam aproveitar a ação enquanto aguardavam no corredor de desembarque. Orientados por Hilda, os participantes produziram dezenas de peças com mensagens, desenhos, relevos, texturas e cortes – alguns feitos em cinco minutos, outros em até meia hora. Grande parte do público entrou em contato com a argila pela primeira vez. Com o auxílio dos mediadores da Ação Guerrilha do Educativo Bienal, que conversaram com os passantes, pessoas de todas as idades ficaram interessadas na proposta: amigos que chegavam do Rio Grande do Norte, uma mãe que esperava o filho, pai e filha que esperavam a esposa e mãe, funcionários da rodoviária, do café, da cooperativa de táxi e os próprios mediadores e produtores da Bienal participaram da atividade. De acordo com Hilda Salomão, “é na relação com pessoas que não convivem com a possibilidade de expressar-se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Facao-mural-aberto-da-3a-bienal-da-bahia-leva-oficina-de-ceramica-a-rodoviaria-de-salvador%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p><em><em>Por Felix Toro, coordenador de Oficinas, Pesquisa e Formação</em><br />
</em></p>
<div id="attachment_11397" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="/wp-content/uploads/2014/07/acaomural.jpg"><img class=" wp-image-11397" alt="acaomural" src="/wp-content/uploads/2014/07/acaomural.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">A professora Hilda Salomão, à direita, enquanto orientava os participantes da oficina. Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Na tarde da última segunda feira, 7, o Terminal Rodoviário de Salvador deu espaço à criatividade com a Ação Mural Aberto, ministrada pela professora ceramista Hilda Salomão. O público que transitava pela rodoviária foi convidado a fazer trabalhos em placas de argila que irão compor um painel coletivo ao final da 3ª Bienal da Bahia.</p>
<p>Soteropolitanos e pessoas de diversos lugares do Brasil e do mundo, como hondurenhos e australianos, puderam aproveitar a ação enquanto aguardavam no corredor de desembarque. Orientados por Hilda, os participantes produziram dezenas de peças com mensagens, desenhos, relevos, texturas e cortes – alguns feitos em cinco minutos, outros em até meia hora. Grande parte do público entrou em contato com a argila pela primeira vez.</p>
<p>Com o auxílio dos mediadores da <a href="http://bienaldabahia2014.com.br/wp/blog/2014/06/25/educativo-da-bienal-da-bahia-vai-para-as-ruas-em-acao-de-guerrilha/" target="_blank">Ação Guerrilha do Educativo Bienal</a>, que conversaram com os passantes, pessoas de todas as idades ficaram interessadas na proposta: amigos que chegavam do Rio Grande do Norte, uma mãe que esperava o filho, pai e filha que esperavam a esposa e mãe, funcionários da rodoviária, do café, da cooperativa de táxi e os próprios mediadores e produtores da Bienal participaram da atividade.</p>
<p>De acordo com Hilda Salomão, “é na relação com pessoas que não convivem com a possibilidade de expressar-se através da arte que percebemos o quanto existe em todos nós um potencial e como temos o desejo da experimentação”. Todos gostaram muito da oportunidade e elogiaram o projeto, o que me deixou muito feliz”, conta a professora.</p>
<p>A Ação, que já acontecia no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) desde o início da Bienal, agora iniciou sua fase de itinerâncias. No dia 14 de julho (segunda-feira), a oficina será realizada na Ladeira da Preguiça, no bairro 2 de julho, em Salvador.</p>
<p><a href="https://www.flickr.com/photos/bienaldabahia/sets/72157645570643722/" target="_blank">Clique aqui</a> e confira as fotos da ação.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Colaborou Blenda Tourinho</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ENCERRADAS! Projeto Cursos Livres abre inscrições nesta sexta-feira</title>
		<link>http://bahiamam.org/projeto-cursos-livres-abre-inscricoes-nesta-sexta-feira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=projeto-cursos-livres-abre-inscricoes-nesta-sexta-feira</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2014 18:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jaqueline Suzarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas do MAM]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos Livres]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[UFBA]]></category>

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		<description><![CDATA[As inscrições para a 2ª edição do projeto Cursos Livres, promovido pelo Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), aconteceram do dia 13 de junho a 14 de julho. Com o tema É Tudo Nordeste?, esta edição do projeto faz parte da programação educativa da 3ª Bienal da Bahia. Com vagas limitadas, as aulas começam dia 23 de julho e vão até 9 de agosto na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris), com carga horária total de 9h. Os participantes puderam se inscrever gratuitamente em mais de um curso. Os cursos serão transmitidos ao vivo  pela Rádio FACED UFBA. Após as transmissões, os arquivos tornam-se podcasts que ficarão disponíveis para o público que não conseguiu se inscrever, através do site: https://blog.ufba.br/radiofaced/ Inspirados na obra Os Sertões de Euclides da Cunha, os cursos são divididos em três eixos: o ambiente natural onde a ação se desenrola (Terra), o da psicologia e cultura dos protagonistas da ação (Homem) e o dos conflitos nela envolvidos (Luta). A intenção é propor minicursos interdisciplinares que provoquem a reflexão de temas atuais, analisados por diferentes áreas do conhecimento, como economia, cultura, ciências exatas, arquitetura e política, entre outras. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Fprojeto-cursos-livres-abre-inscricoes-nesta-sexta-feira%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>As inscrições para a 2ª edição do projeto Cursos Livres, promovido pelo Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), aconteceram do dia 13 de junho a 14 de julho. Com o tema É Tudo Nordeste?, esta edição do projeto faz parte da programação educativa da 3ª Bienal da Bahia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/2014/06/Cursos-Livres_Logo.jpg"><img class=" wp-image-11299 aligncenter" title="Foto: Cursos Livres" alt="Cursos-Livres_Logo" src="/wp-content/uploads/2014/06/Cursos-Livres_Logo.jpg" width="442" height="452" /></a></p>
<p>Com vagas limitadas, as aulas começam dia 23 de julho e vão até 9 de agosto na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris), com carga horária total de 9h. Os participantes puderam se inscrever gratuitamente em mais de um curso. Os cursos serão transmitidos ao vivo  pela Rádio FACED UFBA. Após as transmissões, os arquivos tornam-se podcasts que ficarão disponíveis para o público que não conseguiu se inscrever, através do site: <a href="https://blog.ufba.br/radiofaced/" target="_blank">https://blog.ufba.br/<wbr />radiofaced/</a></p>
<p>Inspirados na obra Os Sertões de Euclides da Cunha, os cursos são divididos em três eixos: o ambiente natural onde a ação se desenrola (Terra), o da psicologia e cultura dos protagonistas da ação (Homem) e o dos conflitos nela envolvidos (Luta).</p>
<p>A intenção é propor minicursos interdisciplinares que provoquem a reflexão de temas atuais, analisados por diferentes áreas do conhecimento, como economia, cultura, ciências exatas, arquitetura e política, entre outras.</p>
<p>As inscrições foram feitas pela plataforma Gere | UFBA: <a href="http://www.cursoslivres-mam.ufba.br/" target="_blank">http://www.cursoslivres-mam.ufba.br/</a>. Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail <a href="mailto:cursoslivres.mam.ufba@gmail.com" target="_blank">cursoslivres.mam.ufba@gmail.<wbr />com</a> ou (71) 3117-6141.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:</strong></p>
<p><strong style="font-size: 13px;">MC1 &#8211; Salvador: Território Empreendedor</strong></p>
<p>Profª/Coordenadora: Denise Ribeiro (Coordenadora do CIAGS | EAUFBA)<br />
2ª Prof.ª &#8211; Tânia Moura Benevides (Escola de Administração)<br />
Encontros: 23, 24 e 25 de julho (manhã)<br />
Eixo: Luta<br />
Ementa do Curso: Desenvolvimento e território. Empreendedorismo e suas contribuições para o desenvolvimento territorial. Conceitos e breve histórico do empreendedorismo. Características empreendedoras, competências empreendedoras, geração de ideias. Mecanismos e procedimentos para a criação de empresas. Empreendedorismo social. Macro tendência de negócios. Empreendedorismo em Salvador – Limites e Oportunidades.</p>
<p><strong>MC2 &#8211; Corpo e suas Metáforas – A Cultura no Passado e no Presente &#8211; É Tudo Nordestino?</strong></p>
<p>Profª/Coordenadora: Maria Cecilia de Paula Silva (Faculdade de Educação/ UFBA/ Dep. III).<br />
2º Prof.º: Miguel Angel Garcia Bordas (FACED/ UFBA/ Dep. I)<br />
Encontros nos dias: 23, 24 e 25 de julho – tarde<br />
Eixo: Homem<br />
Ementa do Curso: Desvelar o corpo e a cultura na sociedade contemporânea que se encontram imbricada, embora imperceptíveis, na estrutura social questionando se tudo isso é Nordeste. Empreender uma compreensão crítica e contemporânea do Nordeste brasileiro, contribuindo para a reflexão espaço, tempo e identidade a partir da discussão entre corpo e cultura, discutindo os seguintes tópicos:<br />
- O corpo do Homem do Nordeste e processos de construção social do corpo, a partir dos conceitos e caracterizações apontadas na obra literária Os Sertões, de Euclides da Cunha (força, masculinidade, virilidade, potência, entre outros);<br />
- O impactos dos padrões de homem nordestino com a realidade atual a partir das concepções de corpo;<br />
- As culturas nacionais e regionais como comunidades imaginárias;<br />
- As mutações do homem por meio da imagem do corpo: o século XXI;<br />
- Do padrão corporal – o corpo objeto – ao sujeito histórico: apontamentos para uma educação emancipatória;<br />
- A poésis do corpo no tempo presente: captação do corpo e suas expressões;<br />
- A magia do olhar em movimento: exposição imagética, poética, literária, fílmica.</p>
<p><strong>MC3 &#8211; Terraplanagem &#8211; O Corpo e a Voz</strong></p>
<p>Profª/Coordenadora: Leda Maria Fonseca Bazzo (Faculdade de Fonoaudiologia)<br />
2º Prof.º: Francisco Antonio Zorzo (IHAC – BI Humanidades)<br />
Encontros nos dias: 31.07 e 01, 02 de agosto – manhã (09h às 12h)<br />
Eixo: Terra<br />
Ementa do Curso: A relação do corpo e da voz com a terra, tendo por base de evocação o livro Os Sertões, de Euclides da Cunha. A oficina deve procurar trazer o vigor do livro que retrata a Guerra de Canudos para a Contemporaneidade. A redefinição do tema da terraplanagem no contexto do corpo e da cultura.</p>
<p><strong>MC4 &#8211; Ex- votos: Um Olhar Sobre a Preservação do Patrimônio Imaterial na Bahia</strong></p>
<p>Profª/Coordenadora: Ana Paula Rocha do Bomfim (Faculdade de Direito)<br />
2ª Prof.ª: Ivone Freire Costa (Escola de Administração)<br />
Encontros: 23, 24 e 25 de julho –  tarde<br />
Eixo: Homem<br />
Ementa do Curso: Noções sobre Patrimônio Imaterial, Estudos acerca da Cultura e Religiosidade Popular no Nordeste, Ex-votos e Salas de Milagres, Mapeamento de Salas de Milagre e Ex- Votos na Bahia, Investigação sobre a preservação dos Ex-Votos enquanto Patrimônio Imaterial na cidade de Salvador.<br />
*Nesta proposta, a professora sugere: “visando uma formação teórico-prática básica, propõe 3 horas de aulas teóricas e 6 horas para visitas a salas de milagres e pontos de peregrinação onde existem coleções de ex-votos dentre esses, a Igreja do Bomfim, Igreja de Santo Antônio da Barra e Igreja de São Lázaro, atualizando e aplicando a abordagem teórica do curso”.</p>
<p><strong>MC5 &#8211; Sobre Corpos, Paisagens e Sonoridades: Desconstruindo Estereótipos de Nordeste com Moda e Música</strong></p>
<p>Profª/Coordenadora: Caroline Barreto de Lima (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – FFCH)<br />
2ª Prof.ª: Laila Rosa (Escola de Música/Programa de Pós-Graduação em Música da UFBA)<br />
Encontros: 07, 08 e 09 de agosto – manhã<br />
Eixo: Homem<br />
Ementa do Curso: (lista de tópicos centrais que serão tratados no curso)<br />
Nordestes, nordestinas e nordestinos: paisagens, gotas e corpos; Modas e Corporalidades; Músicas e Sonoridades; Grupos LBTTIQ, negros, quilombolas e Indígenas e sua representatividade no Nordeste; Do conceito de representações sociais aos estudos de gênero: a quem servem os Estereótipos?; Feminismo Negro, Pós-Colonial e Estudos “Sulbalternos”; Artevismo Político e o Cordel de Salete Maria; Identidade Mestiça (Gloria Anzaldua) na quebra de padrões artístico/acadêmicos e na valorização das pluralidades nordestinas e afro-latino-americanas.</p>
<p><strong>MC6 &#8211; Seca do Nordeste e preservação Ambiental: Desilusão e Empreendedorismo Social</strong></p>
<p>Prof.ª/Coordenadora: Auristela Felix de Oliveira Teodoro (Faculdade de Ciências Contábeis)<br />
2º Prof.º: Lielson Antonio de Almeida Coelho (Faculdade de Economia)<br />
Encontros: 07, 08 e 09 de agosto – tarde (14h às 17h)<br />
Eixo: Terra<br />
Ementa do Curso: Seca e êxodo do Nordeste: Processo natural e possibilidades de mudança frente à geração de emprego e renda. Preservação do ambiente e o marketing da seca no Nordeste: cidadania e colaboratividade. Empreendedorismo perante os desafios financeiros e condições histórico-climáticas no Nordeste. Empreendedorismo social no Nordeste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SAIBA MAIS SOBRE OS PALESTRANTES</strong></p>
<p><strong></strong><br />
<strong>Ana Paula Rocha do Bomfim</strong> &#8211; Doutoranda em Família e Sociedade Contemporânea- UCSAL, mestra em Direito das Relações Internacionais &#8211; UNICEUB, especialista em Direito Econômico &#8211; UFBA e graduada em Direito pela Universidade Católica do Salvador, tem experiência em pesquisa em Folkcomunicação, ex-votos e preservação do patrimônio imaterial, em conformidade com trabalho desenvolvido no Grupo de Pesquisa em Comunicação, Economia Política e Diversidade da Universidade Federal do Piauí.</p>
<p><strong>Ivone Freire Costa</strong> &#8211;  Coordenadora do Mestrado Profissional em Segurança Pública Justiça e Cidadania, doutora em Sociologia Econômica e das Organizações pela Universidade Técnica de Lisboa &#8211; UTL (2003). Mestra em Administração pela Universidade Federal da Bahia (1990). Graduada em Administração Pública pela Universidade Federal da Bahia (1974), Professora adjunta da Universidade Federal da Bahia, contribuirá com os itens Noções sobre Patrimônio Imaterial e Ex-Votos enquanto Patrimônio Imaterial na cidade de Salvador.</p>
<p><strong>Auristela Felix de Oliveira Teodoro</strong> &#8211; Teve seu projeto aprovado no Edital Cursos Livres – MAM 2013 o qual foi realizado com sucesso. Graduação em Ciências Contábeis, Especialização em Ensino de Matemática, Especialização em Gestão Ambiental, Mestrado em Ciências Contábeis pela Universidade de Brasília e Doutoranda em Energia e Ambiente pelo CIEnAm/UFBA. Atualmente é Professora Efetiva em Regime de Dedicação Exclusiva da Faculdade de Ciências Contábeis/Universidade Federal da Bahia. Atualmente coordena projetos: Extensão no MEC/Proext Edital 2013; de Extensão e Ensino-Atividade Curricular em Comunidade e Sociedade (ACCS) na FCC/UFBA; Projetos de Pesquisa: Programa Permanecer/UFB, PIBIC/UFBA e PIBIC Jr/UFBA. Membro do Conselho Acadêmico de Pesquisa e Extensão -CAPEX/UFBA.</p>
<p><strong>Lielson Antonio de Almeida Coelho</strong> &#8211; Graduado em Economia pela Universidade Federal da Bahia. Mestre em Economia pela Universidade Federal da Bahia. Doutor em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação/PPGE-UFBA. Professor associado no Departamento de Economia da Universidade Federal da Bahia.</p>
<p><strong>Carol Barreto</strong> &#8211; É Designer de Moda e no seu trabalho artístico tem como foco a problematização das identidades Afro-Latino-Americanas, Nordestinas, Brasileiras. Mestre em Desenho, Cultura e Interatividade pela UEFS. Pesquisadora do Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Mulher &#8211; NEIM/UFBA na linha de Gênero, Cultura e Arte. Trabalha com temas relacionados às conexões entre corpo, aparência, moda, performance, identidades, sexualidades e raça/etnia.</p>
<p><strong>Laila Rosa</strong> &#8211; É musicista, compositora, toca violino e rabeca. Elabora seu trabalho criativo numa “narrativa líquida” que fluiu para o CD recém parido “Água viva: um disco líquido”, em parceria com o Coletivo Os Ventos1 das águas. Drª em Etnomusicologia pela Universidade Federal da Bahia (2009), com bolsa CAPES de doutorado sanduíche de 1 ano realizado na New York University (Nova York, 2007). Profª Adjunta da Escola de Música/Programa de Pós-Graduação em Música da UFBA, atualmente foi eleita vice-coordenadora do Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Mulher &#8211; NEIM/UFBA, coordenadora da linha de pesquisa em Gênero, Cultura e Arte.</p>
<p><strong>Maria Cecilia de Paula Silva</strong> - Professora Associada e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação e graduação da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, atuando no ensino, pesquisa e extensão, na graduação, mestrado e doutorado. Pós-doutora em sociologia pela Universidade de Estrasburgo/França (2011-2012, bolsista CAPES/COFECUB), Doutora (bolsista CNPq) e Mestre (bolsista CAPES) pela Universidade Gama Filho/ RJ, na linha de pesquisa Educação e Cultura: Produção histórica da Educação Física Brasileira. Iniciou os estudos de graduação em História, Comunicação (na UFJF-MG) e Educação Física (UFV-MG), lugar em que se especializou. Área de atuação: Multidisciplinar; Ciências da Saúde, Ciências Humanas e Sociais aplicadas; especificamente, corpo e cultura; historia e memória; historia da Educação, Políticas Sociais e Públicas (ambiental, cultural, arte; processo civilizatório da cultura afro-brasileira e indígena, movimentos sociais, lazer, esporte), classe, gênero e etnia.</p>
<p><b>Leda Maria Fonseca Bazzo - </b>Possui graduação em Fonoaudiologia &#8211; Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2000) e mestrado em Saúde Coletiva pelo Instituto de Saúde Coletiva- UFBA (2007). Atualmente é professora Assistente II da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência na área de Fonoaudiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: o corpo na fonoaudiologia, SUS, atenção primária a saúde, letramento, expressão corporal e vocal, linguagem, intersetorialidade, antropologia da experiência e da performance, promoção da saúde e construção de territórios saudáveis. Também é dançarina e performer, se interessa em como a contribuição de metodologias integrativas podem nos ajudar em substanciar o conceito de Saúde integral ainda tão longe de ser realizado em nosso país.</p>
<p><b>Francisco Antonio Zorzo - </b>Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1981), mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (1993) e doutorado em Historia de La Arquitectura pela Universidad Politécnica de Cataluña (Espanha-1999). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal da Bahia e integra o Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da UFBA, ministrando componentes curriculares para os Bacharelados Interdisciplinares. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, na área de História Urbana e de Engenharia dos Transportes. Também escreve e publica artigos em jornais, principalmente no jornal A Tarde, de grande circulação na Bahia. Foram cerca de uma centena de artigos em quinze anos, muitos publicados no antigo (e extinto) suplemento “A Tarde Cultural”. Os artigos são voltados para temas da cultura, da educação, da filosofia, das artes e da literatura científica.</p>
<p><b>Denise Ribeiro de Almeida - </b>Graduada em Ciências Econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1980), Mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1986). Doutora em Administração pela UFBA (2011). Experiência como diretora e coordenadora de cursos presenciais de Administração, na União Metropolitana de Educação e Cultura, e como coordenadora de curso de Administração na Faculdade Ruy Barbosa. Experiência discente e profissional na área Financeira, com atuação em instituições bancárias, por 14 anos, e como docente da área desde 1991. Desenvolve atividade como consultora e pesquisadora. Experiência em coordenação de Pós-Graduação nas modalidades presencial e EAD. Professora Adjunta da Escola de Administração da UFBA, dos cursos de Gestão Pública e Gestão Social, Administração e Secretariado Executivo, desde janeiro 2012. Coordenadora do Colegiado do Curso de Graduação Tecnológica em Gestão Pública e Gestão Social, desde novembro de 2012. Coordenadora do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Graduação Tecnológica em Gestão Pública e Gestão Social, desde janeiro de 2013.</p>
<p><b>Tânia Moura Benevides - </b>Graduada em Administração pela Faculdade Ruy Barbosa (1996), mestre em Administração Estratégica pela Universidade Salvador (2003) e doutora em Administração pela Universidade Federal da Bahia (2012). Professora Auxiliar da Universidade Estadual da Bahia (UNEB), professora Assistente da Escola de Administração da UFBA (EAUFBA) e professora horista da Faculdade Adventista da Bahia (FADBA). No campo da docência possui pesquisas em: empreendedorismo, empreendedorismo social, gestão pública e gestão social. Possui experiência em organizações privadas e também no mercado financeiro e sólida formação acadêmica, o que viabiliza a construção de uma formação extensionista com qualidade reconhecida, que gerará valor para os participantes.</p>
<p><b>Miguel Angel Garcia Bordas - </b>Possui Graduação em Filosofia e Letras &#8211; Universidad Central de Barcelona &#8211; UCB (1972), Especialização no Instituto de Ciências da Educação &#8211; ICE (1973). Doutorado em Filosofia &#8211; Universidad Complutense de Madrid &#8211; UCM (1976), Pós-doutorado em Sociosemiótica na Universidade Autônoma de Barcelona &#8211; UAB (1993). Atualmente é professor Associado IV da Universidade Federal da Bahia FACED/UFBA e trabalha com temas relacionados à formação de professores com questões de sociosemiótica na construção de conhecimento numa perspectiva sociocultural refletindo sobre matrizes da linguagem e do pensamento, formas de convivência, valores e princípios estéticos e morais, como lugares e não lugares, territórios e ideologias em diversas culturas que constituem os imaginários sociais existentes, focalizando questões e conflitos de inclusão assim com temas de (in)disciplina, violência e educação especial . Pesquisa também as relações entre educação e práxis nos processos de (des)qualificação social, simbólica e material de politicas assistenciais que promovem formas de construção e institucionalização da pobreza e exclusão no III Milênio, criando novas categorias e estratos sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ação educativa da 3ª Bienal da Bahia ensina jardinagem para crianças no MAM-BA</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2014 13:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bahiamam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas do MAM]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Bienal da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[MAM-BA]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina de Jardinagem]]></category>

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		<description><![CDATA[A oficina de jardinagem realizada na tarde de hoje, 4, é mais uma ação educativa promovida pela Bienal. O encontro realizado no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) busca explorar os espaços do museu e promover maior proximidade dos participantes com a natureza. Ministrado por Cláudio Pinheiro, jardineiro do MAM-BA, a oficina contou com 40 estudantes do 2º e 3º ano do Colégio Bom Jesus dos Milagres. Eles aprenderam sobre o processo de transposição de uma planta, utilizando terra, brita e vaso para como manter a planta hidratada com o uso de vitaminas e remédio para matar os fungos. A atividade em dupla proporcionou as crianças a dividir as funções e interagir com os colegas. Todos colocaram as mãos na terra e prepararam a transposição das plantas, vivenciando a rotina de quem trabalha com jardinagem. Para professora Marta Freitas é importante para os alunos frequentar e conhecer sua cultura através do museu. “Ter um conhecimento cultural faz parte independente de religião ou política,” ratificou a professora. A intensão é instigar os participantes a terem cuidado com a natureza e um contato maior com o meio a sua volta. “Trabalhar com criança é muito bom, com a natureza é melhor ainda. A natureza não faz mal a ninguém,” afirma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fbahiamam.org%2Facao-educativa-da-3a-bienal-da-bahia-ensina-jardinagem-para-criancas-no-mam-ba%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
<p>A oficina de jardinagem realizada na tarde de hoje, 4, é mais uma ação educativa promovida pela Bienal. O encontro realizado no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) busca explorar os espaços do museu e promover maior proximidade dos participantes com a natureza.</p>
<div id="attachment_11269" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="/wp-content/uploads/2014/06/Oficina-Jardinagem_Rafael-Martins-3.jpg"><img class=" wp-image-11269 " alt="Oficina Jardinagem_Rafael Martins (3)" src="/wp-content/uploads/2014/06/Oficina-Jardinagem_Rafael-Martins-3.jpg" width="576" height="385" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Ministrado por Cláudio Pinheiro, jardineiro do MAM-BA, a oficina contou com 40 estudantes do 2º e 3º ano do Colégio Bom Jesus dos Milagres. Eles aprenderam sobre o processo de transposição de uma planta, utilizando terra, brita e vaso para como manter a planta hidratada com o uso de vitaminas e remédio para matar os fungos.</p>
<p>A atividade em dupla proporcionou as crianças a dividir as funções e interagir com os colegas. Todos colocaram as mãos na terra e prepararam a transposição das plantas, vivenciando a rotina de quem trabalha com jardinagem.</p>
<div id="attachment_11270" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="/wp-content/uploads/2014/06/Oficina-Jardinagem_Rafael-Martins-6.jpg"><img class=" wp-image-11270 " alt="Oficina Jardinagem_Rafael Martins (6)" src="/wp-content/uploads/2014/06/Oficina-Jardinagem_Rafael-Martins-6.jpg" width="576" height="385" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Rafael Martins</p></div>
<p>Para professora Marta Freitas é importante para os alunos frequentar e conhecer sua cultura através do museu. “Ter um conhecimento cultural faz parte independente de religião ou política,” ratificou a professora.</p>
<p>A intensão é instigar os participantes a terem cuidado com a natureza e um contato maior com o meio a sua volta. “Trabalhar com criança é muito bom, com a natureza é melhor ainda. A natureza não faz mal a ninguém,” afirma Cláudio.</p>
<p>Esta oficina acontece toda quarta-feira, às 14h, no MAM-BA. Os interessados em participar podem se inscrever gratuitamente no horário do evento</p>
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